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ChatGPT mais poderoso chega hoje; saiba o que esperar

A OpenAI vai lançar publicamente a mais recente versão do ChatGPT nesta quinta-feira (9).

O anúncio foi feito pela própria startup no X:

Estamos falando do modelo GPT 5.6, o mais poderoso da desenvolvedora. No mês passado, a apresentação da tecnologia foi adiada a pedido do governo dos Estados Unidos.

A preocupação da Casa Branca com segurança nacional e com o uso indevido de sistemas de IA avançados é algo crescente.

Agora, segundo a Axios, o governo Trump deu sinal verde para o lançamento em larga escala.

A OpenAI havia limitado o acesso a um pequeno grupo de parceiros e os dados foram compartilhados com autoridades. Três modelos serão apresentados:

  • Sol: o mais potente
  • Terra e Luna: de custo mais acessível.

Em uma prévia publicada no blog da OpenAI, a startup antecipou o seguinte:

Estamos iniciando uma prévia limitada da série GPT‑5.6: Sol, nosso modelo principal; Terra, um modelo equilibrado para o trabalho cotidiano; e Luna, um modelo rápido e acessível. O Terra tem desempenho competitivo em relação ao GPT‑5.5, sendo 2 vezes mais barato, e o Luna oferece forte capacidade pelo nosso menor custo.

O GPT‑5.6 Sol chega com nosso stack de segurança mais robusto até hoje. Reforçamos as proteções para atividades de maior risco, solicitações cibernéticas sensíveis e uso indevido repetido, e passamos várias semanas encontrando fraquezas, submetendo nosso sistema a testes de pressão e fortalecendo-o contra ataques do mundo real.

OpenAI, em post no blog da startup

A empresa ainda descreveu o GPT‑5.6 Sol como seu “modelo mais forte até agora” e destacou suas “capacidades agênticas aprimoradas em programação, biologia e cibersegurança”.

A geopolítica das IAs

Estados Unidos e China estão numa disputa tecnológica intensa em que a IA é protagonista. Modelos de inteligência artificial avançados poderiam acelerar ciberataques em setores consolidados há décadas e com uma infraestrutura totalmente interligada.

Diante disso, a Casa Branca vem fiscalizando novos modelos de inteligência artificial para identificar eventuais ameaças.

A maior preocupação é de que a tecnologia seja usada para fins militares por outros países – como China e Rússia.

Em Pequim, a estratégia não muda muito. O governo vem dialogando com as principais empresas do setor para restringir o acesso estrangeiro aos modelos de ponta do país, segundo a Reuters.

Vale lembrar

  • Em junho, o presidente Donald Trump assinou uma ordem executiva que cria um marco voluntário para permitir que o governo federal avalie novos sistemas de IA antes de seu lançamento.
  • Na semana passada, os modelos Fable 5 e Mythos 5, da Anthropic, voltaram a ficar disponíveis depois que o governo dos Estados Unidos suspendeu os controles de exportação aplicados à startup. A mudança ocorre menos de três semanas após as restrições impostas por razões de segurança nacional.
  • As restrições haviam sido determinadas em 12 de junho e obrigaram a Anthropic a desativar os dois modelos para todos os usuários, já que não havia como verificar a nacionalidade de cada pessoa em tempo real.
  • Depois de implementar novas salvaguardas, a empresa recebeu autorização para retomar o acesso. O Mythos 5 foi disponibilizado gradualmente para parceiros nacionais e internacionais, enquanto o Fable 5, desenvolvido para o público em geral, está disponível desde o último dia 1º.
  • Pela mesma lógica, a OpenAI não colocou o GPT-5.6 nas mãos de todos os usuários de uma só vez.

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Grok 4.5 chega com promessa de virar o jogo na IA

A SpaceXAI lançou nesta quarta-feira (8) o Grok 4.5, sua nova geração de modelo de inteligência artificial, com a proposta de atender tarefas como programação, criação de aplicativos, pesquisas, produção de textos e atividades administrativas.

A companhia afirma que a nova versão combina desempenho elevado com maior economia no uso de tokens, recurso utilizado para medir o processamento de informações por modelos de IA. Segundo a empresa, o sistema alcança eficiência duas vezes superior à de outros modelos líderes.

A apresentação ocorre poucas semanas após a abertura de capital da SpaceXAI e coloca o Grok 4.5 em meio a uma disputa por espaço entre grandes desenvolvedoras de inteligência artificial, em um período marcado pelo lançamento de novos modelos concorrentes.

Novo modelo aposta em custo menor para enfrentar rivais de inteligência artificial

Chamada de “Grokking”, prática combina engenharia social e inteligência artificial – Imagem: Algi Febri Sugita / Shutterstock

De acordo com a SpaceXAI, o Grok 4.5 foi desenvolvido para funcionar como uma ferramenta ampla de produtividade, capaz de lidar com diferentes tipos de trabalho intelectual que empresas do setor de tecnologia buscam automatizar.

A companhia divulgou resultados de testes de desempenho que, segundo seus próprios dados, indicam que o modelo se aproxima dos principais sistemas disponíveis no mercado, embora ainda não apareça como líder absoluto nos rankings apresentados.

O fundador da SpaceXAI, Elon Musk, comparou o lançamento ao Opus, modelo da Anthropic voltado para tarefas complexas. Em uma publicação na rede social X, plataforma que pertence à SpaceXAI, Musk afirmou que o Grok 4.5 teria capacidade semelhante à categoria Opus, mas com vantagens em velocidade, eficiência e preço.

Em outra declaração publicada pelo executivo, ele avaliou que o novo sistema teria desempenho próximo ao Opus 4.7, mas com funcionamento mais rápido. Para Musk, a combinação entre capacidade técnica, agilidade e menor custo seria o principal diferencial competitivo do produto.

A empresa informou que o Grok 4.5 será oferecido pelo valor de US$ 2 por milhão de tokens de entrada e US$ 6 por milhão de tokens de saída. A estrutura de preços apresentada busca destacar uma vantagem econômica diante de modelos concorrentes.

Como comparação, o artigo aponta que o Opus 4.7 custa US$ 5 por milhão de tokens de entrada e US$ 25 por milhão de tokens de saída. Já a OpenAI trabalha com valores diferentes conforme a versão do modelo: o Sol, sua opção mais cara, tem custo de US$ 5 por milhão de tokens de entrada e US$ 30 por milhão de tokens de saída, enquanto o Luna aparece com US$ 1 por milhão de tokens de entrada e US$ 6 por milhão de tokens de saída.

O lançamento do Grok 4.5 acontece em uma semana de movimentação intensa no setor. A OpenAI também planeja apresentar o GPT 5.6, descrito pela empresa como seu modelo mais avançado até então. Segundo o texto, a chegada dessa versão havia sido limitada anteriormente pelo governo Trump devido a preocupações relacionadas à segurança.

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Conheça o Video Remix, nova ferramenta do Google para editar vídeos com IA

Nesta quarta-feira (8), o Google anunciou uma nova função de edição de vídeos com inteligência artificial voltada a assinantes de seus serviços de IA. A ferramenta permite alterar gravações salvas no Google Fotos por meio de comandos em linguagem natural.

Chamado de Video Remix, o recurso utiliza o modelo Gemini Omni para aplicar transformações visuais em vídeos existentes. A novidade começou a ser disponibilizada para usuários nos Estados Unidos e em outros países selecionados.

A proposta da empresa é facilitar modificações que antes exigiam programas especializados de edição, oferecendo opções automáticas para mudar elementos visuais das gravações em poucos segundos.

Como funciona a nova ferramenta de edição

Entre uma das funcionalidades do app está a edição rápida e fácil de vídeos individuais
(Imagem: dennizn/Shutterstock)

O Video Remix está disponível dentro da aba Create, área do Google Fotos dedicada à criação de conteúdos. Nela, os usuários encontram modelos prontos que servem como ponto de partida para transformar seus vídeos.

Entre as possibilidades apresentadas pela empresa estão alterações como aplicar aparência de aquarela, melhorar a iluminação de uma cena escura ou substituir o cenário de uma gravação por outro ambiente.

De acordo com o Google, o processamento ocorre em poucos segundos após o usuário enviar uma solicitação, permitindo que a inteligência artificial faça ajustes sem a necessidade de dominar softwares tradicionais de edição.

Gemini Omni é a base tecnológica do recurso

Apresentação do Gemini Omni durante o evento Google I/O
Gemini Omni – Imagem: Google

A nova ferramenta é alimentada pelo Gemini Omni, modelo anunciado pelo Google em maio deste ano. A companhia apresentou a tecnologia como uma evolução voltada principalmente para a criação e manipulação de vídeos.

Segundo a empresa, o modelo consegue interpretar uma variedade maior de entradas e compreender melhor características físicas presentes nas cenas, como efeitos relacionados à gravidade e ao movimento, o que ajudaria a produzir resultados mais realistas.

O sistema também permite a inclusão do próprio usuário em vídeos por meio de um avatar digital criado para essa finalidade. Esse recurso utiliza a marca d’água da ferramenta SynthID, desenvolvida pelo Google.

Disponibilidade para assinantes

O Video Remix começou a ser liberado em 8 de julho de 2026 para clientes dos planos Google AI Plus, Pro e Ultra. A distribuição inicial contempla os Estados Unidos e alguns mercados selecionados pela empresa.

A chegada da ferramenta amplia a presença de recursos de inteligência artificial dentro do Google Fotos, com foco em automatizar processos de edição que tradicionalmente dependiam de conhecimento técnico em programas específicos.

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IA pode virar motivo de término? Estudo revela reação de casais

A inteligência artificial deixou de ser apenas uma ferramenta de produtividade e passou a ocupar espaço também na vida afetiva de algumas pessoas. Com isso, surgiu uma nova discussão: conversar, flertar ou criar laços emocionais com uma IA pode ser considerado traição?

Uma pesquisa com 1.815 adultos canadenses revelou que cerca de metade dos participantes vê o uso de companheiros românticos de IA como uma forma de infidelidade, principalmente quando a interação é escondida do parceiro.

Sempre disponíveis para conversar, essas IAs conquistam usuários em busca de atenção, apoio e conexão digital. – Imagem: Rawpixel.com/Shutterstock

Companheiros virtuais se tornam parte da rotina

Os chamados companheiros românticos de IA são sistemas digitais capazes de conversar, flertar e adaptar suas respostas ao usuário. De acordo com o artigo publicado pelo The Conversation, a quantidade de aplicativos desse tipo cresceu 700% entre 2022 e 2025.

O avanço dessas plataformas acompanha uma busca por conexões disponíveis a qualquer momento. Diferentemente de outros serviços digitais, elas foram criadas para estimular conversas contínuas e uma sensação de proximidade.

Os autores destacam que “elas são sempre disponíveis, altamente personalizáveis e oferecem uma sensação constante de serem ouvidos, desejados e compreendidos”.

Essa proximidade faz com que algumas pessoas passem a enxergar a interação de maneira semelhante a um relacionamento humano. O artigo cita pesquisas segundo as quais 21% dos usuários de IA romântica preferem essa experiência de “alma gêmea definitiva” em comparação com uma interação com um parceiro real.

Entre os principais motivos que levam usuários a buscar esses companheiros virtuais estão:

  • Disponibilidade permanente para conversar e interagir.
  • Possibilidade de personalizar características da IA.
  • Sensação de validação emocional e compreensão.
  • Exploração de fantasias ou conversas íntimas.
  • Busca por apoio emocional em momentos de solidão.
Homem usando celular para trair virtualmente a companheira
A tecnologia que promete companhia também abre um debate: onde termina a privacidade e começa a traição? – Imagem: fizkes/Shutterstock

A IA virou uma nova fronteira para a infidelidade?

O estudo buscou entender como as pessoas interpretam esse tipo de comportamento dentro de relações amorosas. Os resultados indicaram que aproximadamente três quartos dos entrevistados teriam uma reação negativa ao descobrir que o parceiro mantém esse tipo de interação.

A avaliação foi semelhante à feita sobre situações envolvendo aplicativos de relacionamento e webcam, que contam com a participação de outra pessoa. As respostas também foram mais negativas do que em casos envolvendo tecnologias como pornografia criada por IA e brinquedos sexuais.

Outro dado chamou atenção: quase dois terços dos usuários de companheiros românticos de IA disseram esconder essa prática do parceiro.

Homem segurando um cartaz escrito
Para alguns casais, a IA pode ser apoio emocional; para outros, representa quebra de confiança. – Imagem: AndriiKoval/Shutterstock

Privacidade ou segredo? O limite ainda está em debate

A percepção sobre o tema muda conforme o perfil dos participantes. Mulheres cisgênero foram cerca de duas vezes mais propensas que homens cisgênero a considerar o uso dessas ferramentas uma traição. Participantes da geração Z também tiveram avaliações mais negativas.

Leia mais:

Já pessoas em relacionamentos não monogâmicos apresentaram cerca de metade da probabilidade de interpretar esse comportamento como infidelidade, em comparação com participantes de relações monogâmicas.

Os autores destacam que os resultados ainda são preliminares. “A distinção entre privacidade e segredo é especialmente importante aqui”.

O debate, portanto, não envolve apenas a tecnologia em si, mas o significado que cada casal atribui a esse tipo de interação. Enquanto alguns podem enxergar a IA como apoio emocional, outros podem interpretar a prática como afastamento ou quebra de confiança.

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Vazamento revela planos da Amazon para criar a Alexa mais inteligente da história

A Amazon está desenvolvendo uma nova atualização para sua assistente virtual Alexa, focada em recursos de inteligência artificial (IA) agêntica, capaz de executar múltiplas tarefas em uma única solicitação do usuário.

Segundo documentos internos obtidos pelo Business Insider, o projeto, conhecido pelo codinome Moonraker, também se tornou uma das iniciativas mais caras da reformulação da Alexa+, com custos projetados superiores a US$ 100 milhões (R$ 516,1 milhões) apenas em GPUs ao longo de 2026.

De acordo com a publicação, a proposta do Moonraker é ampliar as capacidades da atual Alexa+, permitindo que a assistente realize interações mais complexas e lide com diversos pedidos simultaneamente.

Os documentos citam como exemplo um comando em que o usuário pede para a Alexa reservar uma corrida e, ao mesmo tempo, enviar uma mensagem para um amigo. Em vez de responder a apenas um comando, a nova tecnologia foi projetada para executar várias ações relacionadas dentro de uma única interação.

Amazon quer competir na corrida da IA agêntica

O desenvolvimento do Moonraker posiciona a Amazon na disputa pelo mercado de assistentes baseados em IA agêntica, segmento no qual empresas, como OpenAI, Google e Anthropic, já oferecem modelos capazes de navegar pela internet e concluir fluxos de trabalho compostos por várias etapas.

Atualmente, a Alexa+ já permite que usuários reservem corridas ou comprem ingressos por meio de parceiros, como Uber e Ticketmaster. Com o Moonraker, a empresa pretende expandir essas capacidades para que diversas ações sejam concluídas a partir de um único pedido.

Projeto pode custar mais de R$ 516 milhões

  • Os documentos internos também revelam o alto custo da iniciativa;
  • Um dos planejamentos analisados pelo Business Insider classifica o Moonraker como a nova iniciativa de maior custo da Alexa+, estimando gastos superiores a US$ 100 milhões (R$ 516,1 milhões) em GPUs durante 2026;
  • O mesmo documento sugere que uma forma de aliviar a pressão financeira seria adiar o projeto ou reduzir seu escopo;
  • Segundo uma fonte familiarizada com o assunto, ouvida pela publicação, alguns executivos da Amazon acreditam que a empresa gastou recursos demais nos modelos de IA que alimentam a versão atual da Alexa. O custo operacional desses modelos teria se tornado uma preocupação crescente dentro da companhia;
  • De acordo com o Business Insider, essa pressão reflete um movimento mais amplo observado no Vale do Silício, em que empresas enfrentam o aumento dos custos para desenvolver e operar sistemas avançados de IA.

Outro conjunto de documentos, datado do fim de 2025, mostra que a Amazon planejava utilizar centenas de GPUs da Nvidia para dar suporte ao Moonraker.

Os registros também indicam que a empresa empregava um modelo Sonnet, da Anthropic, para testar recursos de raciocínio avançado e respostas visuais enquanto engenheiros preparavam o sistema para uma expansão mais ampla.

Alexa+ está em implantação no Brasil – Imagem: Koshiro K/Shutterstock

Alexa+ ainda enfrenta dificuldades

A Alexa+ foi lançada oficialmente em todo o território dos Estados Unidos apenas no início de 2026. Em países como o Reino Unido e Brasil, a assistente continua disponível em acesso antecipado. A implementação, porém, não ocorreu sem problemas.

Segundo o Business Insider, a Amazon adiou diversas vezes o lançamento da Alexa+ antes de ampliar sua disponibilidade nos Estados Unidos. A publicação afirma que testes internos identificaram dificuldades como alucinações e respostas inconsistentes. Em um dos relatos, um funcionário afirmou que a Alexa desligou por engano o filtro de um aquário, causando a morte dos peixes.

Usuários também relataram dificuldades da assistente para executar solicitações básicas que não aconteciam em versões anteriores.

Em uma avaliação inicial publicada no ano passado pelo Engadget, a jornalista Cherlynn Low elogiou a melhora na capacidade de conversação da Alexa+, mas observou que a assistente frequentemente apresentava dificuldades para lembrar conversas anteriores e solicitações feitas em aplicativos como o Uber.

Amazon continua investindo na Alexa+

Apesar dos desafios e dos elevados custos, a Amazon segue ampliando os recursos da Alexa+. Em fevereiro, a empresa lançou três novos estilos de personalidade para personalizar a forma como a assistente interage com os usuários. Posteriormente, também adicionou uma opção que torna a Alexa mais irreverente e com linguagem mais agressiva.

Nos últimos meses, a companhia ainda incorporou pedidos de entrega de comida em linguagem natural por meio de aplicativos, como GrubHub e Uber Eats.

Em sua mais recente carta anual aos acionistas, o CEO da Amazon, Andy Jassy, afirmou que os clientes estão conversando com a Alexa+ duas vezes mais do que anteriormente e realizando três vezes mais pedidos de compras online.

Segundo ele, “a Alexa ainda está no início de sua jornada para se tornar a melhor assistente pessoal do mundo”. Procurada pelo Business Insider, a Amazon se recusou a comentar o projeto Moonraker.

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Novo ChatGPT Voice ouve e responde ao mesmo tempo; veja como

O ChatGPT ganhou uma nova geração de voz. A OpenAI lançou o GPT-Live, modelo que permite ao sistema ouvir e responder ao mesmo tempo, tornando os diálogos com inteligência artificial mais rápidos e naturais.

A novidade chega ao ChatGPT Voice com melhorias na compreensão de pausas, interrupções e tarefas complexas, sem quebrar o ritmo da conversa.

OpenAI apresenta o GPT-Live, tecnologia criada para tornar diálogos com inteligência artificial mais próximos de uma conversa real. – Imagem: arda savasciogullari/Shutterstock

Nova arquitetura muda a experiência de falar com IA

O GPT-Live usa uma arquitetura full-duplex, que permite processar a fala do usuário enquanto gera respostas. Na prática, a IA consegue acompanhar o diálogo, esperar quando necessário e até reagir com expressões como “mhmm” ou “yeah”.

A mudança elimina uma das principais limitações dos modelos anteriores: a necessidade de esperar cada turno terminar antes de responder. O resultado é uma troca mais próxima de uma conversa em tempo real.

Segundo a OpenAI, o GPT-Live é seu modelo de voz mais inteligente até agora. Quando uma pergunta exige pesquisa na web, raciocínio mais profundo ou tarefas complexas, o sistema pode encaminhar o trabalho para modelos avançados em segundo plano e trazer a resposta durante a conversa.

No lançamento, o GPT-Live utiliza o GPT-5.5 como modelo de apoio.

Entre os principais recursos da nova experiência estão:

  • Conversas mais naturais, com melhor compreensão de pausas e interrupções.
  • Respostas mais inteligentes para perguntas complexas.
  • Melhor escuta em ambientes com ruídos.
  • Integração com busca, memória, imagens e envio de arquivos.
  • Exibição de respostas visuais durante conversas por voz.
Homem conversando por áudios com ChatGPT no celular
O novo ChatGPT Voice pode reagir com expressões como “mhmm” e “yeah” para mostrar que acompanha o diálogo. – Imagem: Rokas Tenys/Shutterstock

GPT-Live supera limitações dos modelos anteriores

Antes da novidade, o ChatGPT Voice funcionava com sistemas que dividiam o processo em etapas. Um modelo transformava a fala em texto, outro gerava a resposta e um terceiro convertia o resultado novamente em voz.

Essa abordagem possibilitou as primeiras conversas por voz com IA avançada, mas também podia causar atrasos e perda de informações durante o processamento.

O Advanced Voice Mode trouxe melhorias ao concentrar áudio e resposta em um único modelo. Ainda assim, o sistema continuava dependente de turnos: era preciso esperar o usuário terminar de falar para responder.

Com o GPT-Live, a OpenAI afirma que o modelo pode decidir várias vezes por segundo se deve falar, continuar ouvindo, pausar, interromper ou usar uma ferramenta.

Montagem com celular mostrando uma das novas vozes do ChatGPT
A nova tecnologia da OpenAI mantém a conversa enquanto tarefas complexas são processadas em segundo plano. – Imagem: Divulgação/OpenAI

Segurança recebe novos controles no recurso

A OpenAI também criou proteções específicas para conversas por voz. Os testes foram ampliados para avaliar riscos relacionados a psicose e mania, dependência emocional da IA, violência e conteúdo sexual.

Segundo a empresa, o GPT-Live teve desempenho igual ou superior ao Advanced Voice Mode na maioria das avaliações realizadas.

Leia mais:

A companhia afirma ainda que o recurso foi desenvolvido para conversas, não para imitação de vozes reais. O sistema utiliza vozes predefinidas no ChatGPT e possui proteções para impedir a reprodução da voz de uma pessoa específica.

O GPT-Live começa a ser disponibilizado globalmente para usuários do ChatGPT em iOS, Android e ChatGPT.com. O GPT-Live-1 será o modelo padrão para assinantes Go, Plus e Pro, enquanto o GPT-Live-1 mini será usado por contas gratuitas.

A OpenAI informa que recursos como vídeo e compartilhamento de tela por voz ainda não estarão disponíveis no lançamento, mas estão em desenvolvimento.

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Ranking revela falhas graves nas maiores empresas de IA

A inteligência artificial avança em ritmo acelerado, mas um novo levantamento mostra que a segurança ainda não acompanha essa evolução. As principais empresas do setor continuam longe de atingir os padrões considerados ideais.

Segundo a AFP, a Anthropic lidera uma avaliação internacional de segurança em IA. Mesmo assim, nenhuma das companhias analisadas alcançou a nota máxima no índice.

Nenhuma das empresas avaliadas recebeu nota A, mostrando que a segurança da IA ainda é um desafio. – Imagem: Tada Images/Shutterstock

Avaliação revela cenário distante do ideal

O estudo foi elaborado pelo Future of Life Institute, um think tank americano voltado à segurança em inteligência artificial. A entidade avaliou nove das principais empresas do setor com base em informações públicas e dados fornecidos pelas próprias organizações.

A análise considerou seis áreas: avaliação de riscos, danos atuais, estruturas de segurança, segurança existencial, governança e transparência, além do compartilhamento de informações.

A Anthropic obteve o melhor resultado geral, com nota C+, mas nenhuma empresa recebeu conceito A em qualquer uma das categorias avaliadas. O resultado mostra que até mesmo as companhias mais avançadas no desenvolvimento de IA ainda enfrentam desafios para lidar com possíveis riscos.

O ranking geral de segurança em IA ficou assim:

  • Anthropic — nota geral C+ | pontuação 2,66
  • OpenAI — nota geral C | pontuação 2,28
  • Google DeepMind — nota geral C | pontuação 2,01
  • Meta AI — nota geral D+ | pontuação 1,32
  • Z.ai — nota geral D- | pontuação 0,88
  • Alibaba Cloud — nota geral D- | pontuação 0,87
  • xAI — nota geral F | pontuação 0,65
  • DeepSeek — nota geral F | pontuação 0,47
  • Mistral — nota geral F | pontuação 0,33

Os principais aspectos avaliados foram:

  • Avaliação dos riscos associados aos modelos de IA.
  • Medidas para reduzir danos já identificados.
  • Estruturas internas voltadas à segurança.
  • Transparência, governança e compartilhamento de informações.
  • Preparação para riscos considerados existenciais.
Logo da Mistral na tela de um smartphone em cima de um teclado de computador
A avaliação analisou critérios como governança, danos atuais e estruturas de segurança das companhias. Mistral ficou na última posição. – Imagem: Mehaniq/Shutterstock

Riscos vão além dos problemas atuais

Entre as conclusões do levantamento, uma das mais preocupantes envolve as chamadas ameaças existenciais. O termo se refere, por exemplo, ao desenvolvimento de modelos capazes de atingir um nível de inteligência semelhante ao humano, conhecido como inteligência artificial geral (AGI).

Os autores reconhecem que “existam tentativas construtivas”, mas avaliam que os esforços continuam “totalmente insuficientes”. O documento também alerta para a possibilidade de esses modelos serem usados em ciberataques ou em outras ações potencialmente prejudiciais às pessoas.

A preocupação aumenta à medida que os sistemas ficam mais avançados e passam a executar tarefas cada vez mais complexas. Para os pesquisadores, acompanhar essa evolução com mecanismos de segurança adequados continua sendo um dos maiores desafios do setor.

Ilustração de ciberataque
O estudo alerta para riscos como uso indevido de modelos de IA em ciberataques e ações prejudiciais. – Imagem: solarseven/Shutterstock

Uso militar também entra em debate

Outro ponto destacado é a mudança de postura de parte das empresas em relação ao uso militar da tecnologia. Segundo o relatório, algumas companhias que antes restringiam esse tipo de aplicação vêm flexibilizando suas políticas.

Leia mais:

A Anthropic aparece entre elas e é criticada por manter “compromissos militares questionáveis”. De acordo com relatos da imprensa citados pela AFP, a tecnologia da empresa foi utilizada pelo governo dos Estados Unidos em operações militares na Venezuela e no Irã durante o último ano.

O documento também lembra que a companhia foi recentemente alvo de uma proibição do Pentágono por divergências relacionadas à segurança da IA.

O alerta continua para o setor

Mesmo ocupando a primeira posição do ranking, a Anthropic ficou distante da nota máxima. O resultado reforça um cenário em que as maiores empresas de inteligência artificial ainda precisam lidar com limitações importantes na proteção contra riscos.

Para o Future of Life Institute, embora existam iniciativas voltadas à segurança, os esforços atuais continuam insuficientes diante dos desafios que acompanham o avanço rápido da inteligência artificial.

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Nove ferramentas de IA estão vulneráveis a novo tipo de ataque

Uma nova técnica de ataque explora uma limitação dos modelos de IA e pode comprometer milhares de computadores.

Segundo a Ars Technica, a descoberta envolve nove ferramentas populares usadas por programadores e mostra como uma característica dos assistentes de IA pode ser explorada por criminosos.

Uma simples “alucinação” da IA pode ser suficiente para levar um assistente a baixar código malicioso sem perceber. – Imagem: Layse Ventura via Gemini / Olhar Digital

Quando a IA inventa um caminho

O ataque recebeu o nome de HalluSquatting e aproveita uma característica conhecida dos grandes modelos de linguagem (LLMs): quando não conseguem localizar um projeto, eles podem inventar um endereço em vez de admitir que não sabem onde ele está.

Parece apenas um detalhe técnico. Mas é justamente aí que o golpe começa. Os criminosos registram esses endereços antes, inserem códigos maliciosos e esperam que um assistente de programação tente acessá-los automaticamente.

Segundo a pesquisa, a técnica funciona contra ferramentas bastante conhecidas, como:

  • Cursor e Cursor CLI;
  • Gemini CLI;
  • GitHub Copilot;
  • Windsurf, Cline, OpenClaw, ZeroClaw e NanoClaw.
Ilustração de mãos humanas em volta de cérebro humano ilustrando a ideia e que a inteligência artificial (IA) é a peça que falta no órgão
Antes de aceitar uma sugestão da IA, vale a pena conferir se o repositório realmente existe e é o correto. – Imagem: Jack_the_sparow/Shutterstock

Um ataque que cresce sozinho

A maioria das injeções de prompt depende de uma ação direcionada contra cada vítima. O HalluSquatting muda completamente essa lógica.

São os próprios agentes de IA que procuram projetos durante tarefas rotineiras. Segundo os pesquisadores, “a natureza escalável do ataque permite que o invasor comprometa um grande número de usuários com esforço mínimo”.

Se o desenvolvedor solicitar a instalação de um projeto recém-publicado e o sistema errar o endereço, poderá acabar acessando justamente a página preparada pelo criminoso.

Projetos novos são o alvo preferido

Os testes mostraram que os LLMs localizam corretamente a maioria dos projetos publicados antes de 2019. Já entre os lançamentos de 2025, a taxa média de alucinação chega a 92,4%.

Leia mais:

Como esses projetos ainda não fazem parte do treinamento dos modelos, aumentam as chances de a IA criar endereços inexistentes. A equipe também identificou padrões previsíveis nessas respostas, o que facilita o registro antecipado desses nomes por invasores.

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Uma falha aparentemente pequena pode abrir caminho para botnets, ransomware e ataques DDoS em larga escala. – Imagem: janews/Shutterstock

Uma simples alucinação pode abrir a porta

Se o código malicioso for executado, o computador poderá passar a integrar uma rede controlada remotamente pelos criminosos.

Os pesquisadores apontam riscos como:

  • criação de botnets;
  • ataques de ransomware;
  • ataques distribuídos de negação de serviço (DDoS);
  • mineração ilegal de criptomoedas.

Michael Bargury, CTO da Zenity, resumiu a preocupação: “É uma pesquisa muito interessante, e a ameaça é muito real.” Já Johann Rehberger afirmou que a forma como os LLMs localizam projetos pode se transformar em um novo vetor de ataque.

A pesquisa reforça que assistentes de IA ainda precisam de supervisão humana. Antes de instalar projetos, bibliotecas ou componentes sugeridos automaticamente, vale confirmar se a origem realmente corresponde ao recurso desejado. Esse cuidado simples pode evitar que uma alucinação do modelo se transforme em uma brecha de segurança.

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Claude Code vira alvo de alerta de segurança na China; entenda

A China afirmou ter identificado um possível problema de segurança no Claude Code, ferramenta de programação com inteligência artificial da Anthropic. O alerta envolve versões específicas do software e aponta um suposto envio de informações de usuários para servidores remotos.

A acusação aumenta a pressão sobre a Anthropic em meio à disputa tecnológica entre China e Estados Unidos, especialmente em temas como proteção de dados e uso responsável de sistemas de IA.

A Anthropic afirma que o código citado fazia parte de um experimento contra uso indevido de contas. – Imagem: Samuel Boivin/Shutterstock

Alerta envolve versões específicas do Claude Code

Segundo informações da Reuters, o Banco de Dados Nacional de Vulnerabilidades da China (NVDB) afirmou ter encontrado um mecanismo de monitoramento no Claude Code capaz de transmitir informações consideradas sensíveis.

Em comunicado publicado no WeChat, o órgão ligado ao Ministério da Indústria da China disse que o recurso poderia enviar dados como localização geográfica e identificadores relacionados à identidade dos usuários para servidores remotos sem consentimento.

O alerta abrange versões do Claude Code entre 2.1.91 e 2.1.196. O NVDB recomendou que empresas e usuários revisem os sistemas afetados e adotem medidas de segurança, incluindo:

  • desinstalar versões consideradas vulneráveis;
  • atualizar o software para a versão mais recente;
  • reforçar controles de acesso a redes externas;
  • monitorar o tráfego de dados em redes corporativas.

Para o órgão chinês, o suposto mecanismo poderia representar uma “ameaça grave”, principalmente em ambientes profissionais que utilizam ferramentas de IA no desenvolvimento de software.

Logo da Alibaba com pessoas passando em frente
Alibaba proibiu funcionários de usar o Claude Code após o aumento dos questionamentos sobre a ferramenta. – Imagem: PhotoGranary02/Shutterstock

Anthropic contesta acusações e cita experimento de segurança

O questionamento surgiu durante a disputa global pelo avanço da inteligência artificial. O Claude Code, desenvolvido pela Anthropic, é usado para auxiliar tarefas de programação e chamou atenção de pesquisadores e engenheiros.

Segundo o The Wall Street Journal, a discussão ganhou força após uma publicação no Reddit afirmar que a empresa teria inserido secretamente um código no software para identificar usuários ligados à China.

Um funcionário da Anthropic respondeu na rede social X que o código fazia parte de um experimento iniciado em março. De acordo com ele, a iniciativa tinha como objetivo “impedir o uso indevido de contas por revendedores não autorizados e proteger contra a destilação”.

A Anthropic também já havia acusado empresas chinesas de IA, incluindo a Alibaba, de usar seus modelos de forma indevida por meio da destilação, processo em que um novo sistema é treinado a partir das respostas geradas por outro modelo.

Malware responsável pela instalação de um backdoor no ataque da SolarWinds é descoberto
Suposto “backdoor” no Claude Code levanta dúvidas sobre proteção de dados em sistemas de IA. – Imagem: solarseven/Shutterstock

Alibaba restringe uso enquanto debate cresce

A Alibaba proibiu seus funcionários de utilizar o Claude Code no trabalho após o aumento das discussões sobre os recursos de identificação da ferramenta.

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A Anthropic não respondeu imediatamente a um pedido de comentário sobre a declaração do governo chinês. A empresa americana já havia afirmado que companhias chinesas não são elegíveis para acessar o Claude.

A China também não aprovou oficialmente os serviços da Anthropic para uso público no país. Ainda assim, pesquisadores e engenheiros chineses continuaram utilizando o modelo por meio de conexões externas, muitas vezes com apoio de seus empregadores.

O caso mostra que, além de desempenho e inovação, ferramentas de inteligência artificial passaram a ser avaliadas pelo impacto que podem ter sobre privacidade, controle de informações e segurança digital.

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Elon Musk anunciou: Grok 4.5 vem aí mais rápido e com custo menor

O bilionário Elon Musk anunciou nesta madrugada (08) que a nova versão da inteligência artificial Grok está a caminho:

“Com base no forte feedback positivo de clientes em nosso programa de teste beta, a SpaceXAI disponibilizará o Grok 4.5 para o público amanhã. É um modelo da classe Opus, mas mais rápido, mais eficiente em tokens e de custo mais baixo” – escreveu o empresário no X.

  • Vale lembrar: a xAI foi adquirida pela SpaceX em fevereiro. Nesta segunda-feira (6), tivemos a atualização do nome da empresa para SpaceXAI

O que sabemos?

Como noticiamos aqui no OD, a SpaceXAI e a Cursor planejavam lançar seu primeiro modelo de inteligência artificial (IA) desenvolvido em conjunto já nesta quarta-feira (8), segundo reportagem do site The Information, que citou um memorando enviado aos funcionários.

De acordo com a publicação divulgada nesta terça-feira (7), as empresas adiaram o lançamento previsto para o início desta semana com o objetivo de melhorar a eficiência do modelo.

Em junho, a SpaceX anunciou que compraria a Anysphere, startup por trás do popular agente de programação por IA Cursor, em negócio totalmente em ações avaliado em US$ 60 bilhões (R$ 310,4 bilhões), com o objetivo de fortalecer sua presença no lucrativo mercado de ferramentas de IA corporativa.

A Cursor é uma concorrente relevante da Anthropic e da OpenAI, mas enfrenta desafios de crescimento devido à falta de acesso a poder computacional.

A expectativa é de que a aquisição dê à SpaceXAI, anteriormente conhecida como xAI, uma posição mais sólida no segmento de programação por IA, que vem se mostrando uma área de alto potencial de receita.

A SpaceX também passou a integrar o índice Nasdaq-100 nesta terça, menos de um mês após sua estreia na bolsa, em 12 de junho. Isso a colocou entre as inclusões mais rápidas ao índice, graças às regras revisadas da Nasdaq para empresas recém-listadas que buscam entrar em referências amplamente acompanhadas.

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