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Rivais se unem em segredo para criar regras para inteligência artificial

OpenAI, Anthropic e Google DeepMind passaram a discutir medidas conjuntas de segurança para sistemas avançados de inteligência artificial. A aproximação, porém, cria um paradoxo: as empresas querem cooperar para reduzir riscos, mas são concorrentes e podem enfrentar questionamentos antitruste.

As conversas acontecem em meio à pressão por avaliações independentes dos modelos e por mecanismos capazes de identificar riscos mais graves. Ao mesmo tempo, o governo Trump rejeita a ideia de desacelerar o desenvolvimento da tecnologia.

OpenAI apoia uma proposta para permitir a entrada de organizações independentes na avaliação da segurança dos modelos. – Imagem: Infinite Creations/iStock

Concorrentes tentam definir limites

Chris Lehane, chefe de política global da OpenAI, confirmou na terça-feira que as três empresas conversam há várias semanas sobre segurança da IA. Ele estava em Washington para tratar dos riscos considerados catastróficos associados à tecnologia.

A aproximação ganhou força depois de Dario Amodei, CEO da Anthropic, defender que o setor trabalhe em conjunto para reduzir o ritmo de desenvolvimento da chamada IA de fronteira.

Sam Altman, da OpenAI, Demis Hassabis, do Google, e Elon Musk apoiaram a iniciativa. Altman também havia sinalizado que a OpenAI poderia trabalhar com a Anthropic para incorporar avaliadores externos e acompanhar a segurança dos sistemas.

Entre as ideias discutidas estão:

  • avaliações independentes dos modelos;
  • acompanhamento das práticas de segurança;
  • criação de padrões para a indústria;
  • coordenação diante de riscos;
  • possível desaceleração no desenvolvimento da IA avançada.

Cooperação pode virar problema antitruste

É justamente a proximidade entre concorrentes que cria uma das principais dificuldades. Altman e outros envolvidos reconheceram que uma coordenação entre empresas poderia gerar problemas com as leis antitruste caso acabasse reduzindo a competição.

Amodei chegou a propor uma autorização governamental limitada para permitir esse tipo de cooperação em segurança. Lehane, porém, afirmou que as empresas não precisam de uma autorização desse tipo.

O The Information informou ainda que as três companhias trabalham na criação de uma entidade de padrões para a indústria de IA. Segundo o relato, Altman teria dito aos funcionários que a estrutura precisaria ser criada sem apoio do governo dos EUA.

IA processa entradas, a IA coordena tarefas e a IA acelera o conteúdo e as decisões.
A criação de padrões para a indústria é uma das frentes discutidas pelas três empresas de inteligência artificial. – Imagem: Summit Art Creations/Shutterstock

Supervisão também entra na discussão

A ideia de criar padrões para o setor não surgiu agora. Em julho, Hassabis defendeu um novo órgão nos Estados Unidos com poder para avaliar os modelos mais avançados do mundo e coordenar uma eventual desaceleração caso os riscos aumentassem.

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No mesmo encontro em que confirmou as conversas, Lehane disse que a OpenAI apoia uma previsão do FRONTIER Act que obrigaria os principais laboratórios de IA de fronteira a permitir a entrada de “organizações de verificação independentes” para avaliar se os modelos estão sendo desenvolvidos com segurança.

Washington mantém outra posição

A proposta de desacelerar o desenvolvimento encontra resistência na Casa Branca. Donald Trump classificou as preocupações com a segurança da IA como uma “farsa” e rejeitou regras mais rígidas, argumentando que um freio daria vantagem à China.

David Sacks, principal assessor de Trump para IA, também afirmou que os temores sobre riscos existenciais da tecnologia são exagerados.

Enquanto empresas concorrentes tentam encontrar pontos de cooperação para lidar com os riscos dos sistemas mais avançados, o debate continua dividido entre ampliar a fiscalização e preservar a competição no setor.

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Google prepara nova IA para recuperar terreno e enfrentar Anthropic e OpenAI na programação

O Google prepara o lançamento de um novo modelo de inteligência artificial (IA) com capacidades significativamente aprimoradas para programação.

Segundo funcionários da empresa, o Gemini 3.8 Flash, conhecido internamente pelo codinome “Skimaki”, pode ajudar a reduzir a distância para concorrentes, como Anthropic e OpenAI, em uma área que se tornou cada vez mais importante para o mercado de IA.

O modelo pode ser lançado já nesta quarta-feira (2), segundo pessoas familiarizadas com o desenvolvimento que informaram o The Wall Street Journal. Em testes internos realizados no Jetski, ferramenta de programação utilizada pelos engenheiros do Google, alguns profissionais teriam preferido o Gemini 3.8 Flash ao modelo Opus, da Anthropic, em comparações diretas.

Um desempenho forte em benchmarks utilizados pela indústria poderia ajudar o Google a responder a questionamentos sobre sua posição na corrida pelo desenvolvimento de modelos de IA.

A situação ganhou importância depois de uma série de mudanças na divisão de IA da empresa. Demis Hassabis, cofundador do Google DeepMind, deixou o cargo de liderança executiva no mês passado durante uma reorganização. Seu sucessor, Koray Kavukcuoglu, teria enfatizado aos funcionários a necessidade de aumentar o ritmo de execução.

O Google havia assumido posição de destaque na corrida de modelos com o lançamento do Gemini 3.0, em novembro do ano passado. Desde então, porém, a empresa enfrentou uma série de dificuldades.

Os modelos Gemini voltaram a ficar atrás das principais versões da Anthropic e da OpenAI em momento no qual a programação realizada por agentes de IA ganhou espaço como um dos principais usos comerciais da tecnologia.

A companhia também perdeu alguns de seus pesquisadores mais conhecidos. Entre eles estão Noam Shazeer, cofundador da Character AI, e Jeff Dean, cientista-chefe do Google, que deixaram a empresa no início deste ano.

Flash é menor, mais rápido e mais barato

  • Mesmo que o Gemini 3.8 Flash tenha um desempenho expressivo, seu lançamento não deve, por si só, recolocar o Google no topo da chamada fronteira da IA;
  • A série Flash foi projetada para produzir modelos menores, mais baratos e mais rápidos de executar. Em contrapartida, eles não possuem a mesma capacidade dos maiores modelos da companhia, que contam com trilhões de parâmetros;
  • A menor escala também traz vantagens para o desenvolvimento. Como os modelos Flash exigem menos capacidade computacional para serem modificados, diferentes equipes conseguem testar abordagens simultaneamente.
Gemini 3.8 Flash é a nova versão da IA do Google – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)

Nos modelos maiores da série Pro, mudanças exigem a mobilização de uma parcela muito maior dos recursos computacionais do Google.

Essa diferença permite que as equipes de pesquisa do Google DeepMind e de outros laboratórios mantenham diversas estratégias de desenvolvimento em paralelo. Dessa forma, um desempenho abaixo do esperado em um modelo que está sendo desenvolvido não necessariamente indica problemas nos próximos lançamentos da empresa.

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Google enfrenta atrasos na linha Pro

Enquanto trabalha nas versões Flash, o Google está atrasado no lançamento de um novo modelo da poderosa série Pro. A empresa está há meses além do cronograma previsto para uma nova versão, apesar de o CEO Sundar Pichai ter afirmado em maio que o modelo chegaria “no próximo mês”.

Segundo pessoas familiarizadas com o desenvolvimento, versões candidatas ao Gemini 3.5 Pro foram abandonadas porque não apresentavam melhorias suficientes em relação à série Flash.

O próximo grande modelo da empresa, o Gemini 4, apresentou bons resultados nas avaliações de pré-treinamento, mas ainda precisa concluir a etapa de pós-treinamento.

O desenvolvimento do Gemini 3.7 Flash e do Gemini 3.8 Flash começou meses atrás, antes mesmo das mudanças de liderança anunciadas no mês passado. Segundo funcionários do DeepMind, Kavukcuoglu já vinha conduzindo as decisões do dia a dia relacionadas ao desenvolvimento do Gemini desde pelo menos o ano passado, enquanto Hassabis passou a dedicar boa parte de seu tempo a compromissos externos.

Funcionários do Google já vinham testando o Gemini 3.8 Flash, segundo informações divulgadas anteriormente pelo Business Insider.

Reforço em treinamento para programação

Desde o início do ano, o Google aumentou a quantidade de pesquisadores e recursos computacionais dedicados à melhoria das capacidades de programação de seus modelos.

Uma das principais apostas está no aprendizado por reforço, etapa posterior do treinamento na qual os modelos aprendem determinadas habilidades por meio de tentativa e erro.

A empresa também reforçou sua equipe nessa área. O Google contratou recentemente Barret Zoph, ex-cofundador da Thinking Machines Lab e antigo responsável pelo pós-treinamento de modelos da OpenAI, para ocupar o cargo de vice-presidente de pesquisa com foco em aprendizado por reforço e pós-treinamento.

A expectativa agora está concentrada nos resultados dos testes de referência e no desempenho do Gemini 3.8 Flash após seu lançamento.

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Gemini 3.7 Flash chega como um canivete suíço para programar

O Google lançou o Gemini 3.7 Flash, novo modelo de inteligência artificial voltado à programação e à automação de tarefas empresariais. A ferramenta foi desenvolvida para planejar ações, usar softwares e concluir processos em várias etapas com menor intervenção humana.

O lançamento ocorre três semanas depois do Gemini 3.6 Flash e chega com preço promocional. O Google, porém, ainda não revelou quando pretende disponibilizar o Gemini 3.5 Pro, modelo premium que vem sendo aguardado pelo mercado.

O novo modelo do Google melhora a depuração, resolve problemas de código e gera software pronto para produção. – Imagem: arda savasciogullari/Shutterstock

Novo Gemini mira tarefas de programação

Segundo a Reuters, o Gemini 3.7 Flash apresentou melhorias em tarefas como depuração, resolução de problemas e geração de código pronto para produção.

O modelo é direcionado principalmente a empresas que desenvolvem sistemas autônomos de IA. A proposta é que esses sistemas consigam organizar tarefas, acessar ferramentas de software e avançar por diferentes etapas sem depender de acompanhamento humano constante.

O preço também foi reduzido para estimular a adoção. Até o fim do ano, o Google cobrará US$ 0,75 (cerca de R$ 3,90) por milhão de tokens de entrada e US$ 3,75 (aproximadamente R$ 20) por milhão de tokens de saída — metade do valor original do Gemini 3.6 Flash.

Gemini Spark recebe o modelo

A novidade já está sendo incorporada ao Gemini Spark, serviço de agentes de IA por assinatura do Google. O recurso chega aos clientes dos planos Google AI Pro e Ultra em mais de 160 países.

Na prática, os principais destaques do Gemini 3.7 Flash são:

  • melhoria em tarefas de programação;
  • recursos aprimorados para depuração;
  • resolução de problemas de código;
  • geração de código pronto para produção;
  • execução de processos em várias etapas.
Logo do Gemini
Programar, depurar e resolver problemas: o Google aposta no Gemini 3.7 Flash para automatizar tarefas empresariais. – Imagem: Thrive Studios ID/Shutterstock

Google ainda segura o Gemini 3.5 Pro

O novo lançamento acontece em meio à cobrança para que o Google acompanhe empresas como Anthropic e OpenAI no desenvolvimento de inteligência artificial.

Em julho, a companhia afirmou que o Gemini 3.5 Pro estava sendo testado por parceiros e chegaria “em breve”. Até agora, não há uma data divulgada para sua estreia.

A Reuters também informou que Sergey Brin, cofundador do Google, tem pressionado funcionários importantes da área de IA a concentrar esforços no Gemini. A Alphabet busca diminuir a distância para os concorrentes.

DeepMind passa por mudanças

A divisão Google DeepMind também sofreu uma reorganização recente. Demis Hassabis deixou o comando da unidade, que passou para Koray Kavukcuoglu, seu então vice. Os dois co-líderes técnicos originais do Gemini também saíram da empresa para fundar uma startup.

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Durante a divulgação dos resultados de julho, o CEO Sundar Pichai defendeu a estratégia de inteligência artificial do Google. Ele rebateu as preocupações de que a companhia estivesse atrás dos rivais depois de adiar o modelo principal e perder espaço na programação com IA.

O Gemini 3.7 Flash entra nessa disputa como uma opção voltada a empresas que precisam automatizar programação e processos. O próximo teste para o Google será a chegada do Gemini 3.5 Pro.

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Ranking revela falhas graves nas maiores empresas de IA

A inteligência artificial avança em ritmo acelerado, mas um novo levantamento mostra que a segurança ainda não acompanha essa evolução. As principais empresas do setor continuam longe de atingir os padrões considerados ideais.

Segundo a AFP, a Anthropic lidera uma avaliação internacional de segurança em IA. Mesmo assim, nenhuma das companhias analisadas alcançou a nota máxima no índice.

Nenhuma das empresas avaliadas recebeu nota A, mostrando que a segurança da IA ainda é um desafio. – Imagem: Tada Images/Shutterstock

Avaliação revela cenário distante do ideal

O estudo foi elaborado pelo Future of Life Institute, um think tank americano voltado à segurança em inteligência artificial. A entidade avaliou nove das principais empresas do setor com base em informações públicas e dados fornecidos pelas próprias organizações.

A análise considerou seis áreas: avaliação de riscos, danos atuais, estruturas de segurança, segurança existencial, governança e transparência, além do compartilhamento de informações.

A Anthropic obteve o melhor resultado geral, com nota C+, mas nenhuma empresa recebeu conceito A em qualquer uma das categorias avaliadas. O resultado mostra que até mesmo as companhias mais avançadas no desenvolvimento de IA ainda enfrentam desafios para lidar com possíveis riscos.

O ranking geral de segurança em IA ficou assim:

  • Anthropic — nota geral C+ | pontuação 2,66
  • OpenAI — nota geral C | pontuação 2,28
  • Google DeepMind — nota geral C | pontuação 2,01
  • Meta AI — nota geral D+ | pontuação 1,32
  • Z.ai — nota geral D- | pontuação 0,88
  • Alibaba Cloud — nota geral D- | pontuação 0,87
  • xAI — nota geral F | pontuação 0,65
  • DeepSeek — nota geral F | pontuação 0,47
  • Mistral — nota geral F | pontuação 0,33

Os principais aspectos avaliados foram:

  • Avaliação dos riscos associados aos modelos de IA.
  • Medidas para reduzir danos já identificados.
  • Estruturas internas voltadas à segurança.
  • Transparência, governança e compartilhamento de informações.
  • Preparação para riscos considerados existenciais.
Logo da Mistral na tela de um smartphone em cima de um teclado de computador
A avaliação analisou critérios como governança, danos atuais e estruturas de segurança das companhias. Mistral ficou na última posição. – Imagem: Mehaniq/Shutterstock

Riscos vão além dos problemas atuais

Entre as conclusões do levantamento, uma das mais preocupantes envolve as chamadas ameaças existenciais. O termo se refere, por exemplo, ao desenvolvimento de modelos capazes de atingir um nível de inteligência semelhante ao humano, conhecido como inteligência artificial geral (AGI).

Os autores reconhecem que “existam tentativas construtivas”, mas avaliam que os esforços continuam “totalmente insuficientes”. O documento também alerta para a possibilidade de esses modelos serem usados em ciberataques ou em outras ações potencialmente prejudiciais às pessoas.

A preocupação aumenta à medida que os sistemas ficam mais avançados e passam a executar tarefas cada vez mais complexas. Para os pesquisadores, acompanhar essa evolução com mecanismos de segurança adequados continua sendo um dos maiores desafios do setor.

Ilustração de ciberataque
O estudo alerta para riscos como uso indevido de modelos de IA em ciberataques e ações prejudiciais. – Imagem: solarseven/Shutterstock

Uso militar também entra em debate

Outro ponto destacado é a mudança de postura de parte das empresas em relação ao uso militar da tecnologia. Segundo o relatório, algumas companhias que antes restringiam esse tipo de aplicação vêm flexibilizando suas políticas.

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A Anthropic aparece entre elas e é criticada por manter “compromissos militares questionáveis”. De acordo com relatos da imprensa citados pela AFP, a tecnologia da empresa foi utilizada pelo governo dos Estados Unidos em operações militares na Venezuela e no Irã durante o último ano.

O documento também lembra que a companhia foi recentemente alvo de uma proibição do Pentágono por divergências relacionadas à segurança da IA.

O alerta continua para o setor

Mesmo ocupando a primeira posição do ranking, a Anthropic ficou distante da nota máxima. O resultado reforça um cenário em que as maiores empresas de inteligência artificial ainda precisam lidar com limitações importantes na proteção contra riscos.

Para o Future of Life Institute, embora existam iniciativas voltadas à segurança, os esforços atuais continuam insuficientes diante dos desafios que acompanham o avanço rápido da inteligência artificial.

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Google aposta pesado em robôs humanoides e revela Apollo 2

A Apptronik, startup apoiada pelo Google, abriu um novo centro voltado ao treinamento de robôs e apresentou o Apollo 2, seu mais recente humanoide. A proposta é acelerar o uso dessas máquinas em tarefas reais do cotidiano.

Segundo a Reuters, a estratégia é simples: quanto mais interação com o mundo físico, mais rápido esses sistemas evoluem com inteligência artificial.

O Apollo 2 pode operar em versão bípede ou com rodas, ampliando as possibilidades de uso em diferentes ambientes. – Imagem: Divulgação/Apptronik

Robot Park funciona como uma “fábrica de dados”

Localizado em Austin, nos Estados Unidos, o Robot Park ocupa cerca de 8.300 metros quadrados. O espaço foi criado para expor robôs a cenários reais, como logística, varejo e manufatura.

Em vez de depender apenas de simulações, a ideia é que eles aprendam enquanto executam atividades reais.

  • Unidades atuam em tarefas de estoque e logística
  • Testes simulam ambientes de varejo e indústria
  • Interações do mundo real alimentam modelos de IA
  • Estrutura reproduz condições operacionais reais

Parceria com o Google DeepMind

O projeto foi desenvolvido em conjunto com o Google DeepMind e fornece dados para o Gemini Robotics, modelo de inteligência artificial voltado à robótica.

Jeff Cardenas, CEO da Apptronik, definiu o espaço como uma “fábrica de robôs e fábrica de dados”, destacando o foco em escala e aprendizado contínuo.

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A parceria entre Apptronik e Google DeepMind alimenta o modelo Gemini Robotics com dados coletados em operações reais. – Imagem: Photo For Everything/Shutterstock

Apollo 2 e o futuro dos humanoides

A empresa também apresentou o Apollo 2, robô humanoide que pode operar tanto em modo bípede quanto com rodas. Ele já vem sendo usado há mais de um ano como plataforma de testes.

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A Apptronik afirma ter produzido “centenas” de unidades, mas mantém em sigilo os números exatos de implantação.

A expectativa é que os projetos-piloto sigam ao longo dos próximos anos, com versões comerciais mais amplas previstas para 2027 e além.

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