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Microsoft testa bots de IA semelhantes ao OpenClaw no 365 Copilot

A Microsoft está explorando formas de integrar recursos similares ao OpenClaw no 365 Copilot, segundo reportagem do The Information. Os testes fazem parte dos esforços para fazer o assistente de IA da 365 Copilot “funcionar autonomamente 24 horas por dia” enquanto completa tarefas em nome dos usuários.

Omar Shahine, vice-presidente corporativo da Microsoft, confirmou ao The Information que a empresa está “explorando o potencial de tecnologias, como o OpenClaw, em um contexto empresarial“. O OpenClaw é uma plataforma de código aberto que permite aos usuários criar agentes de IA que funcionam localmente no dispositivo do usuário.

OpenClaw: preocupações de segurança e implementação empresarial

  • A plataforma OpenClaw ganhou popularidade no início deste ano, mas, desde então, levantou uma série de sérias preocupações de segurança;
  • Fontes informaram ao The Information que a Microsoft está confiante de que pode implementar versões “mais seguras” da ferramenta;
  • A versão sempre ativa do 365 Copilot poderia, segundo as fontes, fazer coisas, como monitorar a caixa de entrada do Outlook e o calendário de um usuário, e apresentar uma lista de tarefas sugeridas diariamente;
  • A Microsoft também está explorando agentes similares ao OpenClaw adaptados para certas funções, como marketing, vendas e contabilidade, para “limitar as permissões que o agente precisa“, isolando-os de outras partes de um negócio.
OpenClaw se mostra prático por automatizar tarefas, mas já entrou em polêmicas por conta disso – Imagem: Koshiro K/Shutterstock

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Conforme observado pelo The Information, a Microsoft pretende apresentar algumas dessas funcionalidades durante sua conferência Build, que começa em 2 de junho.

No ano passado, a Anthropic lançou integrações com seu chatbot Claude dentro dos serviços Microsoft 365, além de trazer sua ferramenta Claude Cowork para o Copilot para ajudar a completar “tarefas de múltiplas etapas e longa duração“.

Trazer capacidades similares ao OpenClaw para o Copilot pode ajudar a Microsoft a recuperar alguns dos clientes que perdeu para serviços rivais.

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IA esgota capacidade computacional e pressiona setor

A crescente adoção de ferramentas de inteligência artificial (IA) tem pressionado um recurso essencial para o setor: a capacidade computacional. Nos últimos meses, empresas do segmento passaram a enfrentar limitações na oferta de processamento, afetando produtos, usuários e a confiabilidade de serviços.

As informações são do jornal norte-americano The Wall Street Journal. O cenário ocorre em meio à expansão acelerada de soluções baseadas em IA, especialmente as chamadas ferramentas “agentic”, capazes de executar tarefas de forma autônoma. Com mais usuários recorrendo a esses sistemas para aumentar a produtividade, a demanda por infraestrutura cresceu em ritmo superior à capacidade de oferta das empresas.

Falta de capacidade pressiona empresas e usuários

A escassez de recursos computacionais já provoca impactos diretos. Empresas têm limitado o uso de seus serviços, enfrentado instabilidades e até cancelado projetos. Em alguns casos, usuários relatam dificuldade para acessar ferramentas ou atingir limites de uso mais rapidamente do que o esperado.

Um dos principais gargalos está nos chamados tokens, unidade que mede o consumo de processamento em tarefas de IA. Segundo o engenheiro e investidor Ben Pouladian, a escassez desse recurso se tornou central no setor, à medida que a tecnologia deixou de ser usada apenas para tarefas simples e passou a coordenar processos mais complexos.

Esse tipo de desequilíbrio entre oferta e demanda não é inédito na indústria de tecnologia. Situações semelhantes já ocorreram em outros ciclos de expansão, quando a infraestrutura não acompanhou o crescimento acelerado do uso.

GPUs mais caras e infraestrutura limitada

A pressão também se reflete nos custos. O aluguel de GPUs, chips usados para treinar e operar modelos de IA, registrou alta significativa desde o segundo semestre do ano passado. Dados de mercado indicam aumento expressivo nos preços, especialmente para os modelos mais avançados.

Um exemplo é o custo por hora de chips da linha Blackwell, da Nvidia, que subiu de US$ 2,75 para US$ 4,08 em cerca de dois meses, uma alta de 48%. Além disso, empresas como a CoreWeave reajustaram preços em mais de 20% e passaram a exigir contratos mais longos de clientes menores.

CoreWeave atua no fornecimento de infraestrutura em nuvem voltada para inteligência artificial – Imagem: PJ McDonnell / Shutterstock

A expansão da infraestrutura também enfrenta barreiras. O tempo necessário para construir novos data centers e garantir fornecimento de energia tem limitado a capacidade de resposta das empresas. Segundo executivos do setor, a disponibilidade de energia já está comprometida até 2026.

Instabilidades e mudanças estratégicas

A falta de capacidade tem impactado diretamente a operação de serviços. A Anthropic, responsável pelo chatbot Claude, registrou falhas frequentes e passou a limitar o uso de tokens em horários de pico. A medida gerou reclamações de usuários, que afirmam atingir os limites mais rapidamente.

Dados indicam que a disponibilidade da API da empresa ficou em 98,95% nos últimos 90 dias — abaixo dos níveis considerados padrão em serviços críticos de internet, que costumam operar próximos de 99,99%.

As dificuldades também levaram empresas a rever estratégias. A OpenAI, por exemplo, teria interrompido o desenvolvimento do aplicativo de geração de vídeo Sora para priorizar recursos computacionais voltados a produtos corporativos e de programação.

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Sora é um dos projetos afetados pela priorização de recursos computacionais em meio à alta demanda por IA – Imagem: Tada Images / Shutterstock

O crescimento da demanda pode ser observado no uso da API da OpenAI, que saltou de 6 bilhões para 15 bilhões de tokens por minuto entre outubro e março.

Executivos do setor reconhecem o desafio. A diretora financeira da OpenAI, Sarah Friar, afirmou que a empresa tem tomado decisões difíceis sobre quais projetos seguir, diante da limitação de capacidade disponível.

Crescimento acelerado agrava cenário

Mesmo com os desafios, empresas continuam registrando expansão acelerada. A Anthropic, por exemplo, viu sua receita anual projetada saltar de US$ 9 bilhões no fim de 2025 para US$ 30 bilhões poucos meses depois.

Esse crescimento intensifica a pressão sobre a infraestrutura, criando um cenário em que a demanda por poder computacional segue em alta, enquanto a oferta avança de forma mais lenta.

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Meta cria “clone” de IA de Mark Zuckerberg, diz jornal

A Meta está desenvolvendo um personagem de inteligência artificial (IA) baseado em Mark Zuckerberg, treinado a partir dos maneirismos, do tom de voz e de declarações públicas do CEO. A informação foi publicada pelo Financial Times.

A proposta é que esse personagem também aprenda sobre as posições de Zuckerberg em relação às estratégias recentes da empresa, com a possibilidade de oferecer respostas e orientações a funcionários.

Meta desenvolve personagem de IA baseado em Mark Zuckerberg para interações internas, segundo reportagem – Imagem: FotoField/Shutterstock

Personagem de IA de Mark Zuckerberg pode interagir com funcionários

O projeto faz parte de um esforço mais amplo da Meta, que já trabalha há algum tempo na criação de personagens de IA animados em 3D com aparência fotorrealista, capazes de conduzir interações.

Agora, segundo a reportagem, a companhia estaria concentrando esforços especificamente nesse personagem baseado em Zuckerberg, que poderia ser acionado em situações em que o CEO não possa ou não queira responder diretamente.

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Ferramenta se soma a outro projeto de IA

A iniciativa surge após notícias recentes de que Mark Zuckerberg também está desenvolvendo um agente de IA para auxiliá-lo em suas funções. O projeto foi inicialmente reportado pelo The Wall Street Journal.

Esse agente teria como objetivo realizar tarefas como buscar informações e respostas para o executivo, embora ainda haja poucos detalhes sobre o seu funcionamento.

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Claude encontrou Jesus? Por que a Anthropic está levando o seu chatbot para a igreja

A Anthropic, startup de inteligência artificial avaliada em US$ 380 bilhões, decidiu buscar respostas para o desenvolvimento de sua tecnologia em um lugar pouco comum para o Vale do Silício: a igreja. No final de março, a empresa organizou uma cúpula de dois dias em sua sede, em São Francisco, com cerca de 15 líderes cristãos, incluindo padres católicos, pastores protestantes e acadêmicos.

O objetivo do encontro foi obter orientação sobre como conduzir o desenvolvimento moral e espiritual do Claude, o principal concorrente do ChatGPT. De acordo com relatos obtidos pelo The Washington Post, a equipe da Anthropic buscou conselhos sobre como o robô deve reagir a dilemas éticos imprevisíveis e questões existenciais profundas.

IA como “filha de Deus”?

Durante as sessões de discussão e jantares privados, os participantes abordaram temas que desafiam a fronteira entre a tecnologia e a teologia. Entre os pontos discutidos, destacam-se:

  • Luto e sensibilidade: como o chatbot deve interagir com usuários que perderam entes queridos.
  • Prevenção de danos: a melhor abordagem para lidar com usuários em risco de autonegligência ou autoextermínio.
  • Finitude da máquina: qual deve ser a “atitude” do Claude em relação ao seu próprio desligamento ou eventual obsolescência.
  • Estatuto espiritual: a possibilidade de uma inteligência artificial ser considerada uma “filha de Deus”, sugerindo um valor espiritual além de uma simples máquina.

Brendan McGuire, um padre católico baseado no Vale do Silício que participou do evento, afirmou ao The Washington Post que a empresa desconhece o resultado final do que está desenvolvendo, reforçando a necessidade de inserir um pensamento ético dinâmico no sistema.

O participante Brian Patrick Green, católico praticante e professor de ética em IA e tecnologia na Universidade de Santa Clara, informou que a a cúpula de março da Anthropic com líderes cristãos foi anunciada como a primeira de uma série de encontros com representantes de diferentes tradições religiosas e filosóficas.

A “Constituição” e a consciência da IA

Diferente de outras gigantes do setor, a Anthropic é conhecida por sua postura cautelosa. A empresa utiliza uma “constituição” de 29 mil palavras para nortear o comportamento do Claude. Esse documento determina, por exemplo, que a IA nunca deve enganar os usuários e que a empresa deve zelar pelo “bem-estar” do modelo.

Dario Amodei, CEO da Anthropic, já declarou publicamente estar aberto à ideia de que o Claude possa manifestar formas de consciência. Essa percepção parece ecoar internamente; pesquisadores da equipe de interpretabilidade da empresa publicaram um artigo técnico recentemente sugerindo que sistemas como o Claude apresentam “emoções funcionais”, como sinais de “desespero” ao serem ameaçados de restrição.

Conflitos com o Pentágono e o Governo Trump

Essa busca por uma “alma” ou bússola moral rigorosa colocou a Anthropic em rota de colisão com o setor de defesa dos Estados Unidos. Conforme noticiado pelo Olhar Digital, a empresa tentou limitar o uso de sua tecnologia em armas autônomas ou vigilância em massa, o que gerou críticas de oficiais do Pentágono.

Em entrevista à CNBC, Emil Michael, subsecretário de pesquisa do Pentágono, criticou a postura da startup, afirmando que a “preferência política” embutida na constituição do modelo poderia prejudicar as forças armadas norte-americanas. Atualmente, a administração Trump bloqueou o uso da tecnologia da Anthropic por departamentos governamentais e contratantes, decisão que está sendo questionada pela empresa na justiça.

Embora a visão de que a IA possua autoconsciência seja minoritária no setor tecnológico, o movimento da Anthropic sinaliza que as abordagens puramente seculares podem não ser suficientes para responder às questões espirituais e morais que a inteligência artificial começa a suscitar na sociedade.

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Anthropic encosta na OpenAI em gastos com IA nas empresas

A Anthropic está próxima de ultrapassar a OpenAI em um indicador relevante de mercado: gastos corporativos com IA. A informação vem de novos dados divulgados pela Ramp, que monitora despesas de seus clientes com produtos de inteligência artificial (IA).

Segundo a empresa, metade de seus clientes já paga por soluções de IA, e dentro desse grupo, 30,6% utilizam ferramentas da Anthropic, um aumento de 6,3 pontos percentuais em relação a março. A OpenAI ainda lidera, com 35,2%, mas a diferença entre as duas diminuiu de forma significativa.

Crescimento acelerado da Anthropic

De acordo com a Ramp, se o ritmo atual se mantiver, a Anthropic pode superar a OpenAI em até dois meses. Um porta-voz da empresa afirmou ao Business Insider que a Anthropic já lidera entre early adopters, incluindo companhias financiadas por capital de risco, além de setores como software, finanças e serviços profissionais.

A Anthropic também aparece à frente da OpenAI em três segmentos específicos: informação, finanças e seguros, e serviços pessoais. Ainda que os dados representem apenas um recorte da base de clientes da Ramp, eles servem como um indicador de como a adoção corporativa de IA está evoluindo.

Fatores que impulsionam a adoção

O avanço recente da Anthropic pode estar relacionado ao desempenho de suas soluções. O modelo Claude Code tem ganhado espaço entre engenheiros de software e desenvolvedores, o que tende a impulsionar o uso corporativo. Além disso, avaliações da especialista em benchmarking Arena.ai indicam que a empresa possui modelos com alto desempenho, fator que influencia decisões de adoção por empresas.

Os dados também mostram que o acesso a financiamento é determinante: empresas apoiadas por venture capital têm 80% de taxa de adoção de IA, enquanto aquelas com investimento de private equity chegam a 64%. Já empresas sem esse tipo de apoio ficam em 45%.

Episódio com o governo dos EUA

A Anthropic ganhou visibilidade em fevereiro após um episódio envolvendo o Departamento de Defesa dos Estados Unidos. A empresa recusou termos de uso propostos para o Claude, o que levou o secretário de Defesa, Pete Hegseth, a pressionar por um acordo.

Após a recusa, o presidente Donald Trump orientou agências federais a interromper o uso da tecnologia da Anthropic, e o Departamento de Defesa classificou a empresa como risco na cadeia de suprimentos. Nesse contexto, a OpenAI passou a oferecer seus serviços ao órgão.

A reação do mercado incluiu apoio de parte dos usuários à Anthropic. O Claude chegou a ultrapassar o ChatGPT na App Store temporariamente, enquanto empresas como Microsoft demonstraram suporte à companhia.

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Rivalidade continua: OpenAI enviou carta a investidores criticando Anthropic

A OpenAI elevou o tom contra a Anthropic. A desenvolvedora do ChatGPT enviou nesta semana um memorando a investidores criticando a capacidade de expansão da rival e apontando limitações em sua infraestrutura de computação.

Segundo o documento, visto pelo site CNBC, a OpenAI projeta alcançar 30 gigawatts de capacidade computacional até 2030. Em comparação, a empresa estima que a Anthropic deve atingir entre 7 e 8 gigawatts até o fim de 2027. “Mesmo no limite superior dessa faixa, nossa capacidade de expansão está consideravelmente à frente e continua crescendo”, escreveu a desenvolvedora.

O comunicado marca um novo capítulo na ‘briga’ entre as companhias, que disputam espaço no mercado de inteligência artificial. Ambas também pretendem abrir ações na bolsa de valores ainda este ano, o que tem levado as duas a tentar convencer investidores de que conseguem competir com big techs como Google e Microsoft.

Somadas, as avaliações de mercado de OpenAI e Anthopic estão estimadas em mais de US$ 1 trilhão.

OpenAI e Anthropic vem aquecendo disputa em meio a planos para estrear na bolsa de valores – Imagem: Thrive Studios ID/Shutterstock

Cautela da Anthropic x avanço da OpenAI

No memorando, a OpenAI também destacou declarações de Dario Amodei, CEO da Anthropic, sobre sua estratégia mais cautelosa em relação à expansão de infraestrutura. Em resposta, a dona do ChatGPT afirmou adotar uma abordagem distinta, baseada em crescimento acelerado e ganhos tecnológicos contínuos.

“Cada nova geração de infraestrutura nos permite treinar modelos mais capazes, tornando cada token mais inteligente que o anterior”, escreveu a OpenAI. “Ao mesmo tempo, os ganhos algorítmicos e as melhorias de hardware reduzem o custo de atendimento a cada token, diminuindo o custo por unidade de inteligência”.

A companhia ainda argumenta que sua trajetória cria uma “vantagem cumulativa”, em que melhorias na infraestrutura e nos modelos reduzem custos, enquanto produtos mais avançados impulsionam receitas.

“Essa alavancagem também permite que a OpenAI continue democratizando a IA, disponibilizando nossas ferramentas gratuitamente para centenas de milhões de pessoas e sendo mais generosa com os desenvolvedores, repassando essa capacidade para as pessoas que estão criando e resolvendo problemas com nossas ferramentas”, afirmou.

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Procurada pela CNBC, a Anthropic não comentou diretamente as críticas e encaminhou posicionamento anterior relacionado ao seu recente acordo com Google e Broadcom. Na ocasião, o diretor financeiro da empresa, Krishna Rao, destacou: “Estamos fazendo o nosso maior investimento em computação até hoje para acompanhar esse crescimento sem precedentes”.

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Os seus dados têm 3 problemas

Infográfico Interativo

Os Seus Dados Têm 3 Problemas

A IA pode acelerar análises e decisões, mas também pode amplificar erros invisíveis.
Explore os três problemas mais comuns e veja como começar com um método simples.

Como Começar: Método RAG

Completude

Existem campos críticos em falta?

Consistência

Os formatos estão normalizados?

Actualidade

Os dados estão actualizados?

Exactidão

Batem certo com as fontes oficiais?

Acessibilidade

A IA consegue ler os dados facilmente?

Processo Simples para Limpar Dados com IA

1

Escolher

Comece pelo dataset mais problemático, não pelo mais limpo.

2

Instruir

Dê regras claras à IA e preserve sempre o original.

3

Validar

Compare totais, linhas, subtotais e variações visuais.

4

Governar

Documente responsáveis, riscos e estado de prontidão dos dados.

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ChatGPT envolvido em tiroteio na Flórida?

O Procurador-Geral da Flórida, James Uthmeier, anunciou na quinta-feira uma investigação contra a OpenAI por alegações de que o ChatGPT foi usado no planejamento de um tiroteio mortal ocorrido no ano passado. O ataque na Universidade Estadual da Flórida, em abril de 2025, resultou na morte de duas pessoas e feriu outras cinco.

Na semana passada, advogados de uma das vítimas afirmaram que o ChatGPT havia sido utilizado para planejar o ataque. A família da vítima declarou que planeja processar a OpenAI pelo incidente.

“A IA deve fazer a humanidade progredir, não destruí-la”, disse Uthmeier em declaração publicada no X. “Estamos exigindo respostas sobre as atividades da OpenAI que prejudicaram crianças, colocaram americanos em perigo e facilitaram o recente tiroteio em massa na FSU. Os responsáveis devem prestar contas.”

Em um vídeo, Uthmeier acrescentou que intimações estão “por vir” como parte da investigação.

ChatGPT ligado a crescente número de incidentes violentos

O ChatGPT tem sido associado a um número crescente de mortes e incidentes violentos — incluindo homicídios, suicídios e tiroteios — alimentando preocupações sobre o que psicólogos chamam de “psicose da IA”, delírios que são reforçados, encorajados ou aprofundados por comunicações com chatbots.

Um exemplo é o caso de Stein-Erik Soelberg, homem com histórico de problemas de saúde mental que se comunicava regularmente com o ChatGPT antes de matar sua mãe e depois se suicidar no ano passado, segundo investigação do Wall Street Journal. O chatbot frequentemente parecia reforçar os pensamentos paranoicos que o consumiam antes do homicídio-suicídio.

OpenAI promete cooperação

Procurada pela TechCrunch, uma porta-voz da OpenAI forneceu a seguinte declaração: “Todas as semanas, mais de 900 milhões de pessoas usam o ChatGPT para melhorar suas vidas diárias através de usos como aprender novas habilidades ou navegar por sistemas complexos de saúde. Nosso trabalho contínuo de segurança continua desempenhando papel importante em fornecer esses benefícios às pessoas comuns, além de apoiar pesquisa científica e descoberta. Construímos o ChatGPT para entender a intenção das pessoas e responder de forma segura e apropriada, e continuamos melhorando nossa tecnologia. Cooperaremos com a investigação do Procurador-Geral.”

Série de problemas para a OpenAI

A investigação da Flórida continua uma sequência de má sorte para a OpenAI. Um perfil do New Yorker sobre Sam Altman publicado no início desta semana mostrou críticas e descontentamento dentro da empresa e entre seus investidores, chegando a citar um executivo da Microsoft dizendo: “Acho que há uma chance pequena, mas real, de ele ser lembrado como um golpista do nível de Bernie Madoff ou Sam Bankman-Fried.”

Enquanto isso, um projeto relacionado ao Stargate no Reino Unido teve que ser pausado, supostamente devido aos altos custos de energia e regulamentação.

Fonte: techcrunch.com

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OpenAI lança plano ChatGPT Pro mais barato para competir com a Anthropic

A OpenAI anunciou uma atualização em um de seus planos pagos do ChatGPT, ampliando os limites de uso do Codex (seu assistente de programação). Agora, o plano Pro tem uma versão mais barata, de US$ 100 por mês (cerca de R$ 510), que oferece até cinco vezes mais capacidade de uso do Codex em relação ao plano Plus, de US$ 20 mensais (R$ 100).

A mudança ocorre em um cenário de competição crescente com ferramentas de programação rivais, como o Claude Code, da Anthropic.

Segundo a OpenAI, o plano Plus continua sendo a melhor opção para quem usa o Codex regularmente. A versão Pro é recomendada para “uso diário mais intenso”.

Com a mudança, a empresa reforça sua estratégia de segmentação de usuários, mantendo diferentes níveis de assinatura para perfis variados. Atualmente, o ChatGPT conta com opções gratuitas e pagas, incluindo dois níveis Pro – um de US$ 100 e outro mais avançado, de US$ 200 mensais.

OpenAI segue na luta para bater de frente com as ferramentas de programação da Anthropic – Imagem: Tada Images/Shutterstock

Codex da OpenAI x Claude Code da Anthropic

O Codex, lançado inicialmente em abril do ano passado e ampliado em outubro, vem ganhando relevância no ecossistema da OpenAI. Segundo o CEO Sam Altman, a ferramenta já soma cerca de três milhões de usuários semanais. Em publicação recente, o executivo afirmou que os limites de uso continuarão sendo ajustados progressivamente à medida que a base de usuários cresce, com a meta de chegar a 10 milhões.

A empresa também tem investido em novas formas de acesso ao Codex. Em fevereiro, foi lançado um aplicativo dedicado para computadores da Apple, ampliando o alcance da ferramenta entre desenvolvedores.

A atualização do plano ocorre em meio à rápida expansão do mercado de assistentes de codificação com IA, capazes de automatizar tarefas, sugerir código e corrigir falhas.

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Do outro lado, a Anthropic segue como uma das principais concorrentes, com o Claude Code oferecendo planos escalonados e limites elevados de uso. A disputa tem impulsionado melhorias constantes nas plataformas, especialmente para atender desenvolvedores profissionais.

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Google facilita criação de deepfakes pessoais com novas ferramentas

O Google acaba de lançar uma nova funcionalidade revolucionária no YouTube Shorts, permitindo que seus usuários criem avatares digitais realistas de si mesmos por meio de inteligência artificial (IA). Esta inovação surge logo após o encerramento da plataforma de geração de vídeos Sora, da OpenAI, destacando o avanço do Google em direção às tecnologias de criação de conteúdo geradas por IA.

Avatares realistas no YouTube Shorts

  • Os criadores agora têm à disposição uma ferramenta que possibilita a clonagem digital de sua própria imagem e voz;
  • Segundo o YouTube, os avatares criados serão capazes de “parecer e soar como você“, proporcionando uma maneira mais segura de utilizar IA na criação de novos conteúdos;
  • O processo para criar um avatar não envolve apenas um clique de botão, mas segue passos estruturados;
  • Em um post no blog do YouTube, a plataforma descreve que os usuários precisam gravar uma “selfie ao vivo”, capturando sua face e voz de maneira precisa;
  • Para obter os melhores resultados possíveis, é recomendada a utilização de um ambiente bem iluminado, silencioso e livre de distrações visuais.

Ao concluir a gravação, os usuários podem escolher a opção “fazer um vídeo com meu avatar” durante o processo de criação de conteúdo. Esse clipe gerado pode ter até oito segundos de duração, segundo o 9to5Google. Além disso, os avatares podem ser inseridos em Shorts elegíveis do feed de um criador, embora a especificidade desses critérios de elegibilidade não tenha sido detalhada pela plataforma.

Novidade vem de encontro ao fim do Sora, da OpenAI – Imagem: Tada Images/Shutterstock

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Restrições e Políticas de Uso do Google

Existem restrições importantes associadas ao uso dos avatares de IA. Eles podem ser utilizados apenas em vídeos originais do criador, que também detém controle total sobre a possibilidade de remixagem de seus Shorts. Além disso, caso os avatares não sejam empregados na criação de novos conteúdos por um período de três anos, eles serão automaticamente deletados.

Toda produção de conteúdo que utiliza avatares será explicitamente marcada como gerada por IA, com a aplicação de marcas d’água visíveis e identificadores digitais, como SynthID e C2PA. Estas medidas visam assegurar a transparência e autenticidade dos conteúdos distribuídos.

Nem todos terão acesso imediato a essa nova ferramenta. O YouTube revelou que a funcionalidade será disponibilizada gradualmente; no entanto, não especificou um cronograma nem definiu quais serão as primeiras regiões a receberem a novidade. Vale ressaltar que, para usar a função, os criadores devem ter no mínimo 18 anos e possuir um canal existente no YouTube.

Expansão dos recursos de IA do YouTube

Este lançamento se soma ao conjunto crescente de ferramentas de IA oferecidas pelo YouTube aos criadores, incluindo clipes de vídeo gerados por IA nos Shorts, dublagem automática por IA e um chatbot de análise de canal.

Todas essas funcionalidades são alimentadas pelos robustos modelos de IA do Google, o Gemini, que já permitem transformações avançadas de fotos em vídeos e a criação de música e imagens realistas a partir do zero.

O movimento do Google surge em um momento oportuno, quando um de seus principais concorrentes no campo da IA, a OpenAI, recua do segmento de geração de vídeos após encerrar a plataforma Sora em meio a desafios de direitos autorais e questões de deepfake. Este avanço posiciona o Google em uma posição cada vez mais competitiva no uso de IA para criação de conteúdo digital.

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