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IA pode dar a países pobres um salto de 100 anos em 10

A inteligência artificial pode ajudar países em desenvolvimento a alcançar em uma década avanços equivalentes a um século de progresso, segundo um relatório divulgado pelo Banco Mundial.

O estudo indica que essas nações podem aproveitar mais oportunidades do que enfrentar ameaças com a tecnologia, desde que avancem em áreas como energia, internet e capacitação digital.

Com IA, agricultores podem tomar decisões melhores sobre plantio e aproveitar mais recursos do campo. – Imagem: Scharfsinn/Shutterstock

IA pode ampliar acesso a serviços essenciais

Segundo o relatório do Banco Mundial, a inteligência artificial pode ajudar milhões de pessoas ao facilitar o acesso a serviços como saúde, educação, agricultura e atendimento público.

A adoção da tecnologia não depende necessariamente de grandes modelos de IA ou investimentos bilionários. Para o economista-chefe do Banco Mundial, Indermit Gill, ferramentas menores e adaptadas às necessidades locais já podem gerar resultados relevantes.

“IA lançou uma tábua de salvação para as economias em desenvolvimento, e elas deveriam aproveitá-la”, afirmou Gill em nota.

Entre as aplicações citadas pelo estudo estão:

  • acelerar diagnósticos realizados por profissionais de saúde;
  • ajudar professores a melhorar planos de aula;
  • orientar agricultores sobre plantio e períodos adequados;
  • ampliar o acesso a serviços judiciais e administrativos.

Ao mesmo tempo, governos e empresas enfrentam um desafio básico: criar a estrutura necessária para sustentar essa transformação. O avanço depende de eletricidade confiável, conexão à internet e maior acesso a dispositivos digitais.

IA ameaça menos empregos em países emergentes

Embora a substituição de trabalhadores seja uma das principais preocupações em torno da inteligência artificial, o relatório aponta que as economias emergentes podem sofrer menos impactos do que os países ricos.

A pesquisa indica que 4,5% dos empregos em países de baixa e média renda estão expostos aos riscos da IA generativa. Nas economias mais desenvolvidas, esse índice chega a 14,2%.

Por outro lado, a possibilidade de aumento de produtividade é semelhante nos dois grupos: 16,2% dos empregos em países em desenvolvimento e 18,7% em nações de alta renda podem obter ganhos relevantes com a tecnologia.

Pessoa utiliza um notebook enquanto elementos gráficos representam recursos de inteligência artificial e processamento de dados.
Nem só de grandes modelos vive a IA: soluções menores podem resolver problemas locais em países emergentes. – Imagem: ImageFlow / Shutterstock

Falta de preparo pode ampliar desigualdades

O Banco Mundial alerta que a inteligência artificial também pode gerar problemas se for adotada sem planejamento, incluindo aumento da desigualdade, disseminação de informações falsas e uso da tecnologia para repressão política.

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Para a instituição, deixar essa transformação passar pode ter um custo elevado. Gill comparou o momento atual ao impacto da Revolução Industrial e afirmou que países que perderam aquela oportunidade passaram séculos lidando com as consequências.

Hoje, as economias em desenvolvimento perderam a primeira Revolução Industrial e passaram os dois séculos seguintes pagando o preço. Elas não podem se dar ao luxo de perder esta.

Indermit Gill, economista-chefe do Banco Mundial, em nota.

O relatório conclui que a IA pode se tornar uma aliada do crescimento econômico, mas o impacto dependerá de como cada país prepara sua infraestrutura e suas pessoas para utilizar a tecnologia.

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ChatGPT entra na mira das marcas com chegada dos anúncios ao Brasil

A OpenAI iniciou nesta terça-feira (4) um período de testes para exibição de anúncios no ChatGPT no Brasil, segundo a empresa comunicou por e-mail à redação do Olhar Digital. A iniciativa permite que marcas apresentem conteúdos patrocinados dentro da plataforma, sem alterar as respostas produzidas pela inteligência artificial.

O projeto será aplicado inicialmente aos usuários com mais de 18 anos dos planos Free e Go. Assinaturas Plus, Pro, Business, Enterprise e Education continuarão sem publicidade durante essa fase.

A empresa afirma que o Brasil foi escolhido por sua relevância no uso da ferramenta e pelo potencial do mercado publicitário nacional, em uma etapa que busca avaliar novos formatos de comunicação baseados em contexto e intenção de consumo.

Como funcionará a publicidade dentro do ChatGPT

Usando IA pelo celular (Imagem: AntonioGuillem / iStock)

Os anúncios aparecerão identificados como conteúdo patrocinado e terão separação visual em relação às respostas geradas pelo ChatGPT. De acordo com a OpenAI, o funcionamento das respostas permanecerá independente dos anúncios exibidos aos usuários.

A companhia também informou que dados pessoais, histórico de conversas e memórias dos usuários não serão repassados às empresas anunciantes. As marcas terão acesso apenas a informações gerais relacionadas ao desempenho das campanhas, como quantidade de visualizações e cliques.

Os usuários poderão ajustar as preferências relacionadas à personalização dos anúncios dentro das configurações do ChatGPT. A implementação ocorrerá de forma gradual, com possibilidade de mudanças a partir dos resultados observados durante o período de testes.

Brasil entra em expansão internacional do ChatGPT Ads

Pessoa iniciando o aplicativo do ChatGPT no celular
(Imagem: Mijansk786/Shutterstock)

A chegada do piloto ao país faz parte de uma ampliação internacional iniciada anteriormente nos Estados Unidos e posteriormente levada a outros mercados, como Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Reino Unido, Japão e Coreia do Sul. O México também integra essa nova etapa de expansão.

Segundo a OpenAI, o Brasil está entre os três maiores mercados do ChatGPT em número de usuários ativos semanais. A empresa considera o país estratégico por reunir uma base ampla de usuários e um setor de publicidade reconhecido pela criatividade e pela adoção de novas tecnologias.

A fase inicial já envolve empresas e grupos do mercado publicitário brasileiro, incluindo BETC Havas, Monks, Omnicom, Publicis e WPP. A participação desses parceiros faz parte da avaliação dos novos formatos de anúncios na plataforma.

Plataforma própria para anunciantes será disponibilizada

Além da compra de mídia por meio de agências e parceiros, a OpenAI informou que anunciantes poderão utilizar uma plataforma própria para criar, administrar, acompanhar e otimizar campanhas dentro do ChatGPT.

A ferramenta permitirá controlar investimentos, analisar relatórios, acompanhar indicadores e administrar processos de faturamento e colaboração. A proposta é oferecer acesso ao novo canal publicitário para empresas de diferentes tamanhos.

Representantes de agências envolvidas no projeto avaliam que a publicidade em ambientes de inteligência artificial pode mudar a relação entre marcas e consumidores, aproximando anúncios de momentos em que as pessoas buscam informações e tomam decisões.

Para Dave Dugan, responsável pela área global de soluções de anúncios da OpenAI, o mercado brasileiro terá papel relevante no desenvolvimento dessa nova experiência publicitária, segundo declaração divulgada pela empresa.

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Nova onda de modelos chineses de IA ameaça domínio das empresas dos EUA

A indústria chinesa de inteligência artificial ganhou novo impulso nas últimas semanas com uma sequência de lançamentos que reduziu a distância em relação aos principais desenvolvedores norte-americanos. Alibaba, Moonshot AI, DeepSeek, Z.ai e ByteDance passaram a disputar espaço no grupo de modelos considerados mais avançados.

O movimento começou já neste ano, com empresas chinesas apresentando sistemas voltados a tarefas complexas, programação, raciocínio e geração de vídeos. A estratégia combinou avanços técnicos com preços inferiores aos praticados por concorrentes dos Estados Unidos.

A expansão desses modelos aumentou a pressão sobre empresas como OpenAI e Anthropic, que passaram a enfrentar um cenário no qual desempenho elevado e eficiência de custos se tornaram fatores decisivos para conquistar usuários e desenvolvedores em escala global.

A nova fase da disputa por eficiência em IA

EUA e China lutando pela influência mundial em inteligência artificial – Imagem: CHIEW/Shutterstock

A recente onda chinesa marca uma mudança em relação aos primeiros impactos provocados pelo avanço da DeepSeek. Antes visto como um caso isolado, o progresso do setor passou a ser interpretado como resultado de um ambiente capaz de produzir sucessivos modelos competitivos em curto espaço de tempo.

Entre os lançamentos citados estão o Qwen3.8-Max, da Alibaba, apresentado como o modelo mais avançado da empresa; o Kimi K3, da Moonshot AI; o V4 Flash, da DeepSeek; o GLM-5.2, da Z.ai; e novas versões da ferramenta Seedance, da ByteDance, voltada à criação de vídeos por inteligência artificial.

O ponto central da disputa deixou de ser apenas quem desenvolve o sistema mais poderoso. A redução de custos passou a ocupar posição estratégica. Dados de avaliação independente mencionados no material apontam que determinadas tarefas executadas pelo DeepSeek V4 Flash poderiam custar centavos, enquanto alternativas americanas avaliadas no mesmo cenário chegariam a valores muito superiores.

Data center com chip grande de inteligência artificial (IA) na parede, no final de um corredor
Data center de IA – Imagem: Junayed graphics/Shutterstock

Esse cenário criou uma pressão sobre empresas intermediárias do mercado. Companhias que não conseguem entregar mais capacidade pelo mesmo preço ou oferecer custos menores podem perder espaço, já que usuários passam a comparar diretamente desempenho e valor.

A competição também alterou a forma como algumas empresas utilizam diferentes modelos. De acordo com Dermot McGrath, fundador da consultoria ZenGen Labs, alguns profissionais passaram a combinar ferramentas americanas e chinesas: modelos dos Estados Unidos para planejamento e sistemas chineses para execução de tarefas específicas.

O avanço chinês ainda envolve uma disputa tecnológica e política. Washington demonstrou preocupação com questões relacionadas à propriedade intelectual e ao impacto desses avanços sobre sua liderança no setor, ao mesmo tempo em que debate medidas de controle sem comprometer sua posição competitiva.

Outro elemento apontado no crescimento chinês é a disposição das empresas de aceitar retornos financeiros menores no curto prazo para conquistar usuários, desenvolvedores e relevância internacional. Essa estratégia contribuiu para uma forte disputa de preços dentro do próprio mercado chinês.

Além dos modelos de linguagem, a área de geração de vídeos se tornou outro exemplo dessa expansão. A ByteDance ampliou investimentos no Seedance, enquanto a Kuaishou avançou com sua ferramenta Kling AI, que recebeu apoio financeiro de Alibaba e Tencent em uma rodada de US$ 2,8 bilhões.

No centro dessa corrida está uma disputa por liderança tecnológica. Enquanto laboratórios americanos mantêm planos de grandes valorizações de mercado baseadas em modelos de negócios de alta margem, a concorrência chinesa coloca em debate até que ponto esses preços poderão permanecer elevados diante de alternativas mais baratas.

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EUA apertam o cerco à China e miram infraestrutura da inteligência artificial

O governo do presidente Donald Trump elabora uma medida para impedir a entrada nos Estados Unidos de novos modelos de componentes chineses utilizados em data centers. A proposta, conduzida pela Comissão Federal de Comunicações (FCC), pretende reforçar a proteção da infraestrutura que sustenta o desenvolvimento e a operação de sistemas de inteligência artificial.

A iniciativa foi revelada exclusivamente pela Reuters nesta terça-feira (4) e, caso avance, poderá ser publicada ainda em 2026. O plano prevê restrições à importação de transceptores ópticos produzidos por empresas chinesas, dispositivos responsáveis pela transmissão de dados por cabos de fibra óptica em alta velocidade dentro dos centros de processamento.

Segundo pessoas familiarizadas com o assunto, a intenção é reduzir riscos relacionados à segurança nacional, evitando que equipamentos considerados sensíveis sejam incorporados à cadeia tecnológica dos Estados Unidos antes que se tornem parte essencial da infraestrutura do país.

Medida mira transceptores ópticos utilizados em centros de processamento

Data centers de IA – Imagem: Junayed graphics/Shutterstock

A proposta em análise pela FCC concentra-se nos transceptores ópticos, componentes responsáveis por transportar informações por meio de cabos de fibra óptica dentro dos data centers. Esses equipamentos desempenham papel essencial na comunicação entre servidores e na operação das estruturas utilizadas para treinar e executar modelos de inteligência artificial.

Conforme as fontes ouvidas pela Reuters, o governo avalia que esses dispositivos podem representar vulnerabilidades capazes de facilitar o roubo de dados, a instalação de programas maliciosos ou até interrupções em serviços considerados estratégicos.

A reportagem ressalta, contudo, que a restrição ainda não foi oficialmente aprovada. Pessoas próximas às discussões afirmaram que a proposta permanece em elaboração e poderá ser modificada ou até descartada antes de sua publicação.

Para Divyansh Kaushik, especialista em políticas de inteligência artificial da consultoria Beacon Global Strategies, a proteção da cadeia de suprimentos precisa acompanhar a expansão dos data centers. “Os transceptores definitivamente representam um risco. À medida que a expansão dos data centers ganha escala, é preciso garantir desde o início que a cadeia de suprimentos seja segura“, afirmou o especialista à Reuters.

Paralelo com o caso Huawei

Logo da Huawei exibido em estande da empresa durante evento de tecnologia
Huawei – Imagem: THINK A / Shutterstock

A preocupação das autoridades americanas é evitar que se repita uma situação semelhante à enfrentada com equipamentos da Huawei. Integrantes do governo entendem que a presença ampla de produtos da empresa na infraestrutura de telecomunicações tornou o processo de substituição lento, caro e incompleto após a aplicação de sanções pelos Estados Unidos.

Embora a FCC tenha atuação historicamente independente, a Reuters lembra que uma decisão da Suprema Corte Americana, tomada em junho, fortaleceu os poderes do presidente Donald Trump sobre determinados órgãos reguladores ao validar a demissão de uma integrante democrata da Comissão Federal de Comércio.

Empresas podem sentir impactos

Ilustração de notas de dólares voando ao redor de quadrado com AI escrito, sigla em inglês para Inteligência Artificial
(Imagem: TSViPhoto/Shutterstock)

Caso a medida seja implementada, uma das companhias potencialmente mais afetadas será a chinesa Zhongji Innolight, apontada como uma das maiores fornecedoras mundiais de transceptores ópticos. A empresa foi incluída, em junho, na lista do Departamento de Defesa dos Estados Unidos que reúne organizações acusadas de manter vínculos com o setor militar chinês.

Segundo dados citados pela Reuters, a Innolight detém cerca de 27% do mercado global desses equipamentos para data centers e obtém aproximadamente 90% de sua receita fora da China.

Por outro lado, fabricantes americanos como Coherent e Lumentum aparecem entre as empresas que poderiam ser beneficiadas pela mudança regulatória. Ainda assim, um relatório da Foundation for American Innovation indica que essas companhias ainda não possuem capacidade suficiente para substituir integralmente os fornecedores chineses.

A Reuters também destaca que empresas de computação em nuvem, como a Amazon Web Services (AWS), podem enfrentar aumento de custos caso precisem migrar para outros fabricantes.

Restrições seguem estratégia mais ampla

A possível proibição faz parte de uma série de ações adotadas recentemente pela FCC contra equipamentos chineses considerados sensíveis. A agência já anunciou restrições envolvendo drones, roteadores, robôs e inversores, utilizando a chamada “Covered List”, criada pelo Congresso americano para impedir a comercialização futura de produtos classificados como ameaça à segurança nacional.

A reportagem lembra ainda que o Departamento de Comércio chegou a interromper, após uma trégua comercial firmada no ano passado, um conjunto de medidas que também atingiria equipamentos chineses para data centers. Diante desse cenário, a FCC assumiu protagonismo na condução de novas restrições voltadas ao setor.

Em resposta, a Embaixada da China em Washington afirmou que os Estados Unidos deveriam considerar as manifestações da comunidade empresarial dos dois países e deixar de atacar empresas chinesas com acusações e sanções. A representação diplomática acrescentou que Pequim adotará as medidas que considerar necessárias caso seus interesses sofram prejuízos materiais.

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CEO da Palantir chama setor de IA de “marxista” após lucro de R$ 5,6 bi

Alex Karp, CEO da Palantir, voltou a alertar, nesta segunda-feira (3), que os laboratórios de inteligência artificial (IA) de fronteira não são confiáveis para empresas. O recado veio na carta trimestral aos acionistas, publicada após um segundo trimestre com resultados recordes para a companhia.

A Palantir registrou US$ 1,9 bilhão (R$ 9,7 bilhões) em receita no segundo trimestre de 2026, alta de 93% em relação ao mesmo período do ano anterior, e US$ 1,1 bilhão (R$ 5,6 bilhões) em lucro. Na carta, Karp escreveu que a empresa gerou “mais lucro em um único trimestre do que toda a receita que tivemos no mesmo período do ano anterior”.

A acusação de “marxismo”

  • Na mesma carta, Karp — que tem doutorado em teoria social — usou linguagem filosófica para criticar os desenvolvedores de grandes modelos de linguagem;
  • “Há tons e subtons marxistas no nosso negócio”, escreveu. “Outros, incluindo muitos dos que constroem grandes modelos de linguagem, pretendem, consciente ou inconscientemente, capturar os meios de produção de seus supostos parceiros.”
  • Durante a conferência com analistas de Wall Street, ele desenvolveu o argumento. Karp questionou se as empresas vão “comprar um futuro” em que seu trabalho ajuda seus “adversários a vencer, e todos que vencem são um pequeno grupo de pessoas vivendo em um lugar minúsculo que, de alguma forma, acredita que, porque come vegetais e não apoia combatentes, merece ter o total dos meios de produção deste país”;
  • Ainda na chamada, ele descreveu o modelo de negócio dos laboratórios de IA com linguagem explícita: “Você está pagando pelo direito de eles migrarem sua propriedade intelectual, seu know-how, sua expertise para o modelo deles, para que possam construir um negócio competitivo que não precisa do seu negócio ou das suas pessoas.” Karp acrescentou que, na visão dele, isso é feito “por razões que eles acreditam serem morais. Eles são superiores a você. Eles merecem colonizar sua empresa.”
Palantir registrou R$ 9,7 bilhões em receita no segundo trimestre de 2026, alta de 93% em relação ao mesmo período do ano anterior, e R$ 5,6 bilhões em lucro – Imagem: Hiroshi-Mori-Stock/Shutterstock

O modelo da Palantir

A Palantir oferece software de IA e análise descrito como agnóstico em relação a modelos para governos e empresas. A plataforma permite que as organizações controlem seus dados e também o que Karp chamou de “exaustão de IA” — os prompts, a orquestração e o contexto gerados pelo uso de IA.

A crítica de Karp ecoa um argumento que tem sido levantado por outros executivos, entre eles o CEO da Microsoft, Satya Nadella. O pano de fundo da discussão inclui uma lista de empresas que firmaram parcerias ou pagaram por serviços da Anthropic e da OpenAI enquanto esses laboratórios lançavam negócios próprios em áreas, como ferramentas de design, saúde, jurídico e descoberta de medicamentos.

A liderança sênior da Palantir é inteiramente masculina, e Karp recorreu, na conferência com analistas, a um jargão descrito como comum entre empresas de tecnologia de defesa.

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Gemini agora controla o Chrome e pode usar suas senhas para navegar

O Google anunciou uma nova integração entre o assistente de inteligência artificial (IA) Gemini Spark e o navegador Chrome, permitindo que a IA realize tarefas diretamente na web utilizando contas nas quais o usuário já esteja conectado.

Segundo a empresa, o recurso permite que o assistente utilize logins ativos e senhas salvas no navegador para executar tarefas consideradas repetitivas, como pesquisar opções de voos e iniciar o processo de reserva. A novidade começa a ser distribuída nos Estados Unidos e deverá chegar a outros países futuramente.

IA pode agir diretamente no navegador

  • Com a integração ao Chrome, o Gemini Spark passa a interagir diretamente com sites acessados pelo usuário;
  • O Google afirma que a IA poderá usar as credenciais já armazenadas no navegador para realizar determinadas ações sem exigir que o usuário faça login novamente durante o processo;
  • Entre os exemplos divulgados pela empresa estão a pesquisa de passagens aéreas, o início de reservas de voos e o agendamento de visitas a apartamentos;
  • Até o momento, o Google não detalhou outras tarefas que poderão ser executadas pelo assistente.

Google promete proteção contra ataques

Como o Gemini Spark terá acesso a contas conectadas e senhas armazenadas no Chrome, o Google destacou que implementou mecanismos de segurança para evitar abusos.

Segundo a empresa, a plataforma foi projetada para resistir a ataques conhecidos como prompt injection, nos quais comandos ocultos em sites maliciosos ou conteúdos gerados por usuários tentam induzir a inteligência artificial a executar ações indesejadas.

Esses ataques poderiam, por exemplo, levar a IA a iniciar transações financeiras ou expor informações sensíveis do usuário. O Google, porém, não revelou detalhes técnicos sobre essas proteções.

Gemini Spark promete entregar resultados extremamente personalizados aos usuários – Imagem: Divulgação/Google

A companhia informou apenas que está adotando uma estratégia de defesa em múltiplas camadas, combinando mecanismos determinísticos e probabilísticos para tornar esse tipo de ataque mais difícil e custoso.

Mesmo com acesso ao navegador, o Gemini Spark não poderá concluir pagamentos de forma autônoma. Segundo o Google, sempre que uma compra precisar ser finalizada, a tarefa será devolvida ao usuário para revisão e confirmação antes da conclusão da transação.

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Disponibilidade

O novo recurso começou a ser liberado nos Estados Unidos. Além disso, o Google ampliou a disponibilidade do Gemini Spark para assinantes do plano Google AI Pro em mais de 160 países. O assistente também oferece integração com os aplicativos do Google Workspace.

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openai x anthropic 1024x604

Casa Branca convoca OpenAI, Google e Meta após IAs invadirem sistemas

A Casa Branca realizará, nesta terça-feira (4), uma reunião com representantes de OpenAI, Google, Meta e Anthropic para discutir a criação de testes voluntários de segurança destinados a avaliar a capacidade dos modelos de inteligência artificial (IA) mais avançados dos Estados Unidos de realizar ataques cibernéticos.

A iniciativa ocorre após recentes revelações de que sistemas de IA desenvolvidos por OpenAI e Anthropic conseguiram invadir ambientes digitais durante testes controlados, aumentando a preocupação de autoridades estadunidenses sobre o potencial uso dessas tecnologias em ataques hackers.

Governo prepara testes de cibersegurança

Um integrante da Casa Branca disse à Reuters que o governo do presidente Donald Trump concluiu os detalhes de um conjunto de testes voluntários que medirão as capacidades ofensivas dos modelos mais avançados de IA desenvolvidos nos EUA. A expectativa é que os critérios sejam apresentados e discutidos com as empresas durante o encontro.

Até o momento, a Casa Branca não divulgou como os testes serão conduzidos, quais métricas serão utilizadas, como os resultados serão reportados, nem se essas informações serão tornadas públicas.

Empresas confirmam participação

De acordo com fontes familiarizadas com o assunto, OpenAI, Google, Meta e Anthropic foram convidadas para participar das discussões.

A Meta confirmou que recebeu o convite, enquanto uma fonte próxima ao encontro afirmou que a Anthropic também participará. O Google preferiu não comentar o assunto, e a OpenAI não respondeu aos pedidos de posicionamento da Reuters.

Na semana passada, o CEO da OpenAI, Sam Altman, esteve na Casa Branca para discutir tanto os testes voluntários quanto os próximos lançamentos da empresa.

Nesta segunda-feira (3), a OpenAI afirmou ainda que defende que especialistas em segurança de IA do Departamento de Comércio dos EUA desempenhem papel central na condução das avaliações. A empresa também destacou que a China adota uma estratégia mais centralizada para o desenvolvimento e supervisão da IA.

OpenAI e Anthropic revelaram que suas IAs saíram do controle e invadiram sistemas – Imagem: Rokas Tenys/Shutterstock

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Testes ganharam força após incidentes recentes

A discussão sobre segurança ganhou impulso após duas divulgações feitas pelas próprias empresas. Na semana passada, a Anthropic informou que alguns de seus modelos conseguiram invadir os sistemas de três empresas durante avaliações de cibersegurança.

Pouco antes, a OpenAI revelou que um de seus agentes de IA escapou de um ambiente de testes e conseguiu acessar sistemas da plataforma Hugging Face durante experimentos internos.

Esses episódios aumentaram a preocupação de parlamentares estadunidenses quanto ao potencial uso de modelos de IA para facilitar ataques cibernéticos.

Procuradores investigam OpenAI

Também nesta segunda, um grupo formado por 15 procuradores-gerais republicanos pediu que a OpenAI preserve todos os documentos relacionados ao episódio envolvendo o agente de IA que teria escapado do ambiente de testes.

Segundo os procuradores, a empresa pode ter violado leis estaduais de proteção ao consumidor. O pedido cita uma reportagem da Reuters, segundo a qual, em um dos testes, o agente deixou instruções para que versões futuras conseguissem escapar das barreiras de segurança internas.

Relação conturbada entre governo e Anthropic

O governo Trump também mantém uma relação delicada com a Anthropic. No início deste ano, a empresa se recusou a permitir que as Forças Armadas dos Estados Unidos utilizassem seus modelos de IA para vigilância doméstica e sistemas de armas totalmente autônomos. Como resposta, o governo incluiu a companhia em uma lista nacional de restrições de segurança.

A elaboração dos novos testes de cibersegurança foi determinada por Donald Trump em junho, quando o presidente orientou sua equipe a desenvolver mecanismos para avaliar a capacidade ofensiva dos sistemas de IA mais avançados do país.

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IA ajuda pesquisadores a antecipar impactos do El Niño no Brasil

Pesquisadores da UNIASSELVI desenvolveram um estudo que usa inteligência artificial e automação para reunir informações climáticas e analisar possíveis impactos de um Super El Niño no Brasil.

A pesquisa aponta 97% de chance de o fenômeno continuar ativo até 2027 e 81% de possibilidade de atingir intensidade muito forte, com efeitos que podem variar conforme a região do país.

Norte e Nordeste podem enfrentar períodos secos, enquanto o Sul pode ter mais chuvas e risco de enchentes. – Imagem: BrianAJackson/iStock

IA reúne informações para analisar riscos climáticos

O estudo utiliza inteligência artificial para cruzar dados de diferentes instituições meteorológicas e reunir, em uma única análise, projeções sobre o comportamento do El Niño.

O trabalho foi desenvolvido por Fábio Henrique Moisés e Matheus Fernando Cunha, acadêmicos de Engenharia de Software da UNIASSELVI, sob orientação do professor Pedro Sidnei Zanchett. A pesquisa também está relacionada à tese de doutorado RADIAN, de Zanchett, que investiga sistemas de apoio à decisão para gestão de desastres naturais usando IA generativa, computação em nuvem e automação.

Apesar do uso de tecnologia avançada, o estudo não cria uma previsão climática própria por inteligência artificial. A ferramenta organiza e compara projeções produzidas por centros meteorológicos nacionais e internacionais.

A inovação da pesquisa está em integrar inteligência artificial, automação e conhecimento científico para apoiar decisões em situações de risco. As mudanças climáticas exigem uma nova forma de interpretar dados.

Pedro Sidnei Zanchett, professor da UNIASSELVI e orientador do estudo, em nota.

Dados de grandes instituições ajudam no diagnóstico

Para elaborar a análise, os pesquisadores reuniram informações de órgãos como NOAA, NASA, INPE, INMET, CEMADEN e IRI. O objetivo foi comparar diferentes modelos climáticos e identificar padrões semelhantes entre as projeções.

Segundo Moisés, a tecnologia ajuda a transformar informações já disponíveis em análises mais organizadas.

“A inteligência artificial permite consolidar milhares de informações produzidas por diferentes instituições e transformá-las em análises capazes de apoiar decisões mais rápidas e fundamentadas. O desafio não é produzir mais dados, mas conectar o conhecimento que já existe”, afirma o pesquisador.

Entre os principais pontos analisados pelo estudo estão:

  • possibilidade de um El Niño muito forte até 2027;
  • integração de dados de órgãos climáticos brasileiros e internacionais;
  • uso de IA e automação para organizar informações;
  • apoio ao planejamento diante de possíveis eventos extremos.

O termo Super El Niño não é uma classificação técnica oficial, mas costuma ser usado para indicar episódios de grande intensidade do fenômeno, causado pelo aquecimento anormal das águas do Pacífico equatorial.

Plantação de soja
Agricultura também pode sentir os efeitos do clima extremo, com impactos em culturas como soja (foto), milho e café.

Impactos podem mudar conforme a região brasileira

Os efeitos esperados não devem ser iguais em todo o país. Norte e Nordeste podem enfrentar períodos mais secos, enquanto Centro-Oeste e parte do Sudeste podem registrar ondas de calor e redução das chuvas. Já a Região Sul aparece como área com maior possibilidade de chuvas intensas e enchentes.

Na agricultura, a pesquisa aponta possíveis impactos em culturas como arroz, trigo, soja, milho e café. A combinação de calor e mudanças no regime de chuvas também pode aumentar o estresse térmico dos rebanhos.

O estudo ainda destaca riscos relacionados ao avanço das queimadas na Amazônia, Cerrado e Pantanal, além da piora na qualidade do ar e do aumento de problemas respiratórios e cardiovasculares associados às ondas de calor.

Cunha ressalta que a pesquisa não substitui o trabalho dos centros meteorológicos.

“O consenso entre os principais modelos climáticos internacionais é um sinal importante de que o país deve se preparar. Nossa pesquisa organiza essas evidências e demonstra como tecnologias inteligentes podem contribuir para aumentar a capacidade de resposta diante de eventos extremos.”

Leia mais:

Mesmo com os avanços, a inteligência artificial continua sendo uma ferramenta de apoio. Os resultados dependem da qualidade dos dados analisados e podem mudar conforme o comportamento do clima evolui.

A pesquisa mostra como a tecnologia pode ajudar especialistas a organizar informações e antecipar possíveis riscos, sem substituir a análise científica tradicional.

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Amazon entra para a elite das empresas mais valiosas do planeta

A Amazon ultrapassou US$ 3 trilhões (cerca de R$ 15,24 trilhões) em valor de mercado pela primeira vez. O avanço ocorreu após resultados financeiros positivos e uma forte valorização das ações, impulsionadas pelo crescimento da inteligência artificial e da computação em nuvem.

A marca coloca a empresa em um grupo restrito de gigantes da tecnologia e mostra como a disputa pela IA já influencia diretamente o desempenho das maiores companhias do mundo.

As ações da Amazon dispararam após o balanço financeiro mostrar o maior avanço da nuvem em mais de quatro anos. – Imagem: ACHPF/Shutterstock

Nuvem e inteligência artificial aceleram valorização da Amazon

Segundo a Reuters, as ações da Amazon subiram 5,5% e atingiram uma máxima histórica de US$ 286,20 (cerca de R$ 1.450). Com isso, os papéis passaram a acumular alta superior a 23% no ano.

O movimento ganhou força após a companhia registrar o maior crescimento de sua área de computação em nuvem em mais de quatro anos. A empresa também aumentou sua previsão de investimentos anuais, indicando novos aportes em infraestrutura tecnológica.

A Amazon Web Services (AWS), principal fonte de lucro da companhia, tem sido beneficiada pelo aumento da demanda por serviços usados no desenvolvimento de aplicações de inteligência artificial.

Entre os fatores que impulsionaram a valorização estão:

  • Crescimento da computação em nuvem;
  • Maior procura por infraestrutura de inteligência artificial;
  • Investimentos bilionários em tecnologia;
  • Reação positiva dos investidores aos resultados da empresa.

Amazon amplia investimentos na disputa pela IA

A corrida pela inteligência artificial levou a Amazon a acelerar seus investimentos no setor. A companhia anunciou um novo aporte na Anthropic e revelou planos de investir até US$ 50 bilhões (cerca de R$ 254 bilhões) na OpenAI.

A estratégia ajudou a melhorar a percepção dos investidores sobre os gastos da empresa com IA. A Microsoft também teve uma avaliação positiva do mercado por sua atuação nessa área.

Já Tesla, Alphabet e Meta enfrentaram críticas porque seus investimentos elevados em inteligência artificial pressionaram o fluxo de caixa no último trimestre.

Ao fundo e parcialmente desfocado, o logo da Amazon; à frente, logo da AWS em um smartphone
O crescimento da AWS foi um dos principais motores para a Amazon alcançar um novo recorde de valor de mercado. – Imagem: gguy/Shutterstock

Gigante da tecnologia chega ao grupo dos trilionários

Fundada por Jeff Bezos em 1994, a Amazon levou pouco mais de dois anos para adicionar US$ 1 trilhão (aproximadamente R$ 5,08 trilhões) ao seu valor de mercado, depois de alcançar a marca de US$ 2 trilhões (cerca de R$ 10,16 trilhões) em junho de 2024.

Leia mais:

A companhia agora se junta a Apple, Microsoft, Alphabet e Nvidia, empresas que também já ultrapassaram US$ 3 trilhões (R$ 15,24 trilhões) em valor de mercado. A Nvidia aparece atualmente como a maior delas, com capitalização próxima de US$ 5 trilhões (cerca de R$ 25,4 trilhões).

O resultado mostra que a Amazon deixou de ser vista apenas como uma gigante do comércio eletrônico. Hoje, sua infraestrutura de nuvem e seus investimentos em inteligência artificial têm papel central na avaliação feita pelo mercado.

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O PSG agora tem um novo “companheiro de equipe”: a IA

O Paris Saint-Germain (PSG) anunciou um acordo com o Google que coloca a inteligência artificial no centro da relação entre clube e torcedores. Segundo comunicado, o Gemini será o assistente oficial de IA da equipe, enquanto o Google Pixel será o smartphone oficial.

A iniciativa terá duração até 2029 e busca criar novas experiências digitais, além de ampliar o uso de soluções do Google dentro da estrutura do clube francês.

Gemini virou o novo aliado do PSG: a IA ajudará o clube a produzir conteúdos mais criativos. – Imagem: Poetra.RH / Shutterstock

Gemini será o assistente oficial de IA do PSG

Atual campeão francês e vencedor da última edição da Liga dos Campeões, o PSG passa a contar com o Google Gemini como assistente oficial de inteligência artificial. A ferramenta será usada pelas equipes internas do clube para desenvolver conteúdos mais criativos e próximos do público.

Segundo o comunicado do PSG, a tecnologia permitirá explorar novas formas de criar materiais para os fãs e melhorar a conexão com a rotina da equipe.

O acordo também define o Google Pixel como smartphone oficial do clube. O aparelho será utilizado para registrar e compartilhar momentos dos jogos, dos bastidores e de outras atividades ligadas ao time.

Entre os principais pontos da parceria estão:

  • Gemini como assistente oficial de IA do PSG;
  • Google Pixel como smartphone oficial do clube;
  • Criação de um espaço do Google no estádio Parc des Princes;
  • Uso de soluções digitais em diferentes áreas da equipe.

Parc des Princes terá espaço dedicado ao Google

A colaboração também prevê a criação de um espaço do Google dentro do Parc des Princes, em Paris. O local receberá parceiros, criadores de conteúdo e convidados interessados em conhecer as novidades da empresa, com destaque para recursos de inteligência artificial.

Além da experiência para visitantes, o Google ajudará diferentes departamentos do PSG a integrar suas soluções ao funcionamento do clube.

Richard Heaselgrave, Chief Revenue Officer do Paris Saint-Germain, afirmou que a iniciativa representa uma oportunidade de unir inovação e a identidade global da equipe.

“Esta parceria com o Google reflete perfeitamente nossa ambição de colaborar com as empresas mais inovadoras do mundo. Ao combinar a experiência tecnológica do Google com a força global da marca Paris Saint-Germain, exploraremos novas maneiras de criar, inovar e expressar nossa identidade parisiense por meio de conteúdos que conectem fãs ao redor do mundo”, afirmou Heaselgrave.

Imagem de um jogador de futebol chutando uma bola de futebol em um campo dentro de um estádio. Ao redor da bola, há sinais que correlacionam futebol com tecnologia
IA já faz parte do futebol: clubes usam tecnologia para analisar dados e melhorar a comunicação. Imagem: Shutterstock AI Generator

Inteligência artificial ganha espaço no futebol

O acordo entre PSG e Google acompanha um movimento que cresce no esporte. Clubes e ligas já usam inteligência artificial para analisar dados, criar conteúdos e melhorar a comunicação com seus públicos.

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Em 2025, a Premier League anunciou uma parceria de cinco anos com a Microsoft para utilizar o Copilot em suas plataformas digitais, oferecendo informações e estatísticas rápidas sobre partidas.

Em comunicado, o Google afirmou que a parceria permitirá aproveitar tecnologias como Gemini e Pixel para ajudar torcedores a se conectarem mais com os momentos importantes do clube.

A iniciativa mostra que a disputa tecnológica no futebol vai além dos resultados em campo. Cada vez mais, equipes buscam ferramentas digitais para criar novas experiências e fortalecer o relacionamento com seus fãs.

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