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Big techs buscam financiamentos bilionários para comprar chips de IA

A corrida para construir infraestrutura de inteligência artificial (IA) está levando algumas das maiores empresas do setor a buscar uma nova fonte de capital: financiamentos de dezenas de bilhões de dólares destinados exclusivamente à compra de chips.

Nas últimas semanas, a Broadcom começou a estruturar mais de US$ 50 bilhões (cerca de R$ 265 bilhões) em financiamento para os chips de inteligência artificial personalizados que está desenvolvendo com a OpenAI, segundo pessoas familiarizadas com as negociações ouvidas pelo The Wall Street Journal.

Apollo e Blackstone estão entre as instituições financeiras procuradas pela Broadcom para participar do negócio. As conversas ainda estão em estágio inicial e o valor final do acordo pode mudar.

Separadamente, a Oracle negocia com Apollo e Goldman Sachs a estruturação de recursos para uma grande compra de chips. Já a SpaceX conversou nos últimos dias com credores sobre um financiamento de US$ 40 bilhões (cerca de R$ 212 bilhões) para adquirir chips da Nvidia, segundo uma pessoa familiarizada com as discussões.

Corrida por infraestrutura de IA encarece

  • A sequência de negociações reflete o custo crescente para construir a infraestrutura necessária para sistemas de IA;
  • Empresas de computação em nuvem, como Amazon Web Services (AWS) e Oracle, tradicionalmente financiaram a compra de hardware usando seus próprios fluxos de caixa. Para ampliar suas estruturas voltadas à IA, porém, essas companhias passaram a emitir centenas de bilhões de dólares em títulos de dívida, pressionando o mercado público de crédito;
  • Agora, alguns compradores estão recorrendo a grandes instituições de Wall Street para financiar aquisições que podem chegar a dezenas de bilhões de dólares em cada operação;
  • Também surgiu uma nova categoria de compradores de chips, formada por empresas, como OpenAI e Anthropic. Diferentemente das grandes companhias de tecnologia, esses laboratórios de IA não possuem o mesmo poder financeiro para comprar grandes quantidades de hardware por conta própria;
  • Historicamente, os principais laboratórios de IA alugavam a maior parte de sua capacidade computacional de provedores de nuvem. Agora, porém, eles querem possuir uma parcela maior da própria infraestrutura para reduzir custos e a dependência de outras empresas.

Broadcom pode financiar vários gigawatts para a OpenAI

O novo financiamento negociado pela Broadcom para a OpenAI pode incluir vários gigawatts de capacidade de chips da empresa, segundo uma das pessoas familiarizadas com as discussões. A expectativa é que o acordo seja concluído antes do fim do ano.

Oracle também está em negociações – Imagem: JHVEPhoto/Shutterstock

O programa de chips da OpenAI, conhecido internamente como Nexus, inclui processadores personalizados que recebem nomes de tipos de pimenta. As versões de primeira e segunda geração são chamadas de Jalapeño e Serrano.

O acordo ocorre cerca de um ano depois de OpenAI e Broadcom anunciarem parceria para desenvolver conjuntamente dez gigawatts de chips personalizados da OpenAI usando tecnologia de redes da Broadcom.

As empresas disseram na época que planejavam começar a implantar esses sistemas no segundo semestre de 2026 e continuar a expansão até o fim de 2029.

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Oracle tenta antecipar financiamento

A Oracle também tenta concluir sua operação ainda neste ano, segundo uma pessoa familiarizada com o assunto. A companhia continua negociando com vários possíveis parceiros financeiros.

O objetivo do financiamento é ajudar a Oracle a cobrir o intervalo entre o momento em que precisa pagar pelo hardware e o início da entrada de receita gerada por seus serviços de computação em nuvem.

Ainda não está claro quantos chips a empresa pretende financiar. A compra de chips da Nvidia para um data center de um gigawatt, porém, poderia custar dezenas de bilhões de dólares.

A estrutura provavelmente envolveria investidores financiando uma empresa separada, responsável pela compra dos chips. A Oracle então alugaria o hardware dessa companhia ao longo do tempo.

Esse modelo permitiria que a Oracle evitasse assumir mais dívida diretamente, mantendo os custos financeiros sob controle enquanto disputa o mercado com empresas de tecnologia maiores e com maior capacidade de investimento.

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Investimentos em IA podem levar anos para dar retorno, alerta análise do Goldman Sachs

Os grandes investimentos em inteligência artificial feitos pelas empresas de tecnologia podem levar anos para gerar retorno, segundo análise do Goldman Sachs. Antes disso, as companhias ainda precisam atingir o ponto de equilíbrio, quando a receita gerada passa a cobrir os custos dos investimentos.

O estrategista Ryan Hammond calcula que gigantes de computação em nuvem, como Amazon, Oracle e Microsoft, precisarão gerar cerca de US$ 300 bilhões (R$ 1,55 trilhão) em receitas de IA nos próximos anos para chegar a esse estágio.

As receitas de computação em nuvem aceleraram em 2026, mas o retorno dos investimentos em IA ainda está distante. – Imagem: DC Studio/Shutterstock

A conta da IA

As receitas de computação em nuvem das hyperscalers aceleraram neste ano. No segundo trimestre de 2026, o ritmo anualizado ficou cerca de US$ 70 bilhões (R$ 364 bilhões) acima da tendência registrada antes da expansão da IA.

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Os contratos futuros anunciados pelo grupo já passam de US$ 1,5 trilhão (R$ 7,8 trilhões). Para Hammond, porém, esses números ainda não significam que os investimentos estejam próximos de se pagar.

“Estimamos que os usuários de IA precisariam gastar aproximadamente US$ 1 trilhão (R$ 5,19 trilhões) por ano em aplicações de IA para que as hyperscalers gerassem retornos sólidos sobre o investimento”, escreveu o estrategista.

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O Goldman Sachs estima que usuários de IA terão de gastar cerca de US$ 1 trilhão por ano em aplicações para as empresas apresentarem lucro. – Imagem: FOTOGRIN/Shutterstock

Quanto falta para fechar a conta

A estimativa depende de um aumento expressivo nos gastos com aplicações de IA. Hammond calcula que esse volume também ajudaria a camada de aplicações a obter margens de lucro fortes sobre os custos de computação.

O alerta aparece enquanto investidores voltam a apostar nas ações das grandes empresas de tecnologia, impulsionados pelo otimismo em torno da IA. Entre os principais indicadores citados na análise estão:

  • Aumento acelerado das receitas de computação em nuvem;
  • Carteira de contratos futuros de grande escala;
  • Necessidade de ampliar o gasto dos usuários com aplicações de IA;
  • Alta recente do Roundhill Magnificent Seven ETF;
  • Desempenho mais modesto do S&P 500 no mesmo período.

A análise mostra que o avanço da inteligência artificial ainda envolve uma etapa importante antes de os grandes investimentos começarem a entregar retorno consistente: transformar a crescente demanda por computação e aplicações em receitas suficientes para sustentar os custos envolvidos.

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Big Techs acumulam R$ 5,6 trilhões em contratos para a corrida da IA

Microsoft, Meta, Amazon, Alphabet e Oracle assumiram compromissos futuros de aproximadamente US$ 1,09 trilhão, cerca de R$ 5,6 trilhões, para ampliar estruturas destinadas ao desenvolvimento da inteligência artificial.

Os acordos envolvem principalmente a contratação de capacidade em data centers, instalações responsáveis pelo processamento e armazenamento de dados para serviços digitais. Os valores ainda não aparecem integralmente como dívidas nos balanços das empresas porque os centros contratados ainda não estão disponíveis para uso.

O movimento revela a dimensão da aposta das maiores companhias de tecnologia do mundo na expansão da IA, mas também expõe um possível risco: caso a procura por esses serviços não acompanhe o ritmo esperado, as empresas podem ficar obrigadas a manter contratos de longo prazo com custos elevados.

Contratos bilionários ampliam infraestrutura, mas criam novos desafios financeiros

(Imagem: TSViPhoto/Shutterstock)

Os compromissos assumidos pelas cinco empresas representam uma parcela expressiva dos investimentos previstos para sustentar o crescimento da inteligência artificial. De acordo com dados divulgados pela Reuters a partir de documentos corporativos, o montante futuro é quase quatro vezes superior aos cerca de US$ 285 bilhões em contratos de aluguel que já aparecem registrados nas demonstrações financeiras das companhias.

A diferença entre os valores contratados e as dívidas reconhecidas oficialmente está relacionada às regras contábeis. Enquanto uma estrutura ainda não está pronta ou disponível para utilização, a obrigação costuma ser apresentada apenas nas notas explicativas dos balanços, sem ser contabilizada como dívida naquele momento.

O cenário não significa que todo o valor de US$ 1,09 trilhão possa ser acrescentado diretamente ao endividamento das empresas. Os contratos representam pagamentos distribuídos ao longo de vários anos, enquanto a dívida registrada considera critérios financeiros que calculam o valor equivalente dessas obrigações no presente.

A Oracle aparece como a companhia com maior exposição proporcional entre as analisadas. A empresa declarou US$ 260 bilhões em contratos futuros relacionados principalmente a data centers que devem entrar em operação entre os anos fiscais de 2027 e 2029, com acordos previstos para durar de 15 a 19 anos.

Logos de apps das big techs em um smartphone
Imagem: PJ McDonnell/Shutterstock

A companhia informou existir a possibilidade de incompatibilidade entre os contratos firmados para construir ou utilizar esses centros de processamento e os acordos mantidos com seus próprios clientes. Caso parte da demanda esperada não se confirme, a Oracle poderá continuar responsável pelos custos dessas estruturas.

Segundo cálculos apresentados pela Reuters, a dívida da Oracle correspondia a aproximadamente 4,4 vezes o Ebitda ao final de maio. Considerando também os contratos de aluguel já reconhecidos no balanço, essa relação subiria para cerca de 5,7 vezes.

A avaliação da agência S&P Global Ratings também considera os compromissos futuros da companhia. A instituição afirmou que incorporou os US$ 260 bilhões em contratos da Oracle em sua análise de dívida e projeta que o indicador permaneça próximo de 4,4 vezes o Ebitda no ano fiscal de 2027.

Entre as demais empresas, a Microsoft aparece com o maior volume absoluto de contratos futuros, somando US$ 329 bilhões, enquanto possui US$ 88,5 bilhões registrados em seu balanço.

A Meta informou compromissos de US$ 279 bilhões ainda não iniciados e acrescentou novos acordos de US$ 68 bilhões em julho para ampliar sua rede de data centers. Com isso, o conjunto conhecido de compromissos das cinco empresas chegou a aproximadamente US$ 1,16 trilhão.

A Alphabet declarou contratos futuros de US$ 85,2 bilhões, enquanto a Amazon informou US$ 137,2 bilhões. No caso da empresa de comércio eletrônico e computação em nuvem, o valor inclui não apenas instalações de processamento de dados, mas também outros contratos relacionados a imóveis, aeronaves, escritórios e veículos.

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Gigantes da tecnologia gastam bilhões em IA sem garantia de retorno

As maiores empresas de tecnologia dos Estados Unidos estão colocando bilhões de dólares em inteligência artificial, apostando que a tecnologia pode transformar negócios e a economia. Mas o tamanho dos gastos já preocupa investidores, que questionam quando esse dinheiro começará a voltar.

Segundo o The Washington Post, Google, Microsoft, Meta, Amazon e Oracle ampliaram investimentos em infraestrutura de IA, enquanto o mercado acompanha os riscos de uma possível bolha.

O Google gastou US$ 1,15 para cada dólar gerado em caixa nos últimos três meses por causa dos investimentos em IA. – Imagem: FotoField/Shutterstock

Vale do Silício muda foco para a corrida da IA

Durante anos, empresas como Google e Facebook foram conhecidas pela capacidade de gerar dinheiro. Seus produtos digitais conquistaram milhões de usuários e ajudaram a transformar as companhias em algumas das mais importantes do mercado.

Agora, parte dessa receita está sendo direcionada para uma nova fase tecnológica: grandes data centers, chips avançados e equipamentos capazes de sustentar modelos de inteligência artificial.

Para os defensores da estratégia, o investimento pode abrir uma nova era de produtividade e crescimento. Já os críticos questionam se o retorno será suficiente para justificar os bilhões aplicados.

Essa coisa de IA precisa funcionar porque, se não funcionar… teremos um problema.

Torsten Slok, economista-chefe da Apollo Global Management, ao The Washington Post.

Entre os principais movimentos dessa disputa estão:

  • Construção de grandes data centers para operar sistemas de IA;
  • Compra de chips e equipamentos especializados;
  • Expansão de softwares e serviços baseados em inteligência artificial;
  • Aumento dos custos para manter essa infraestrutura;
  • Pressão por resultados financeiros mais rápidos.

Gastos crescentes colocam investidores em alerta

As projeções mostram uma mudança no comportamento financeiro das gigantes de tecnologia. Google, Amazon, Microsoft, Meta e Oracle podem ter fluxo de caixa livre negativo em 2026 por causa dos custos relacionados à infraestrutura de IA.

O Google é um dos exemplos mais marcantes. Nos últimos três meses analisados, a empresa gastou US$ 1,15 para cada dólar gerado em caixa, principalmente com chips, equipamentos e áreas destinadas a novos centros de dados.

Mesmo com essa pressão, as empresas seguem lucrativas nos modelos tradicionais de contabilidade, que distribuem esses custos ao longo de vários anos.

O CEO da Amazon, Andy Jassy, defendeu os investimentos e afirmou que a procura por soluções de IA continua forte. “Temos uma visão clara de fortes retornos financeiros”, disse aos investidores.

Homem e mulher na frente de um notebook com uma projeção de IA ao fundo.
Bilhões são aplicados em IA todos os anos, enquanto investidores tentam descobrir quando virá o retorno. – Imagem: DC Studio/Shutterstock

IA já influencia preços e concentração econômica

A disputa por componentes usados em inteligência artificial já afeta outros setores. A alta demanda por chips aumentou custos para empresas que dependem desses produtos, pressionando valores de itens como smartphones, notebooks e consoles.

A expansão dos data centers também elevou a preocupação com o consumo de energia em algumas regiões dos Estados Unidos.

Outro alerta envolve a distribuição dos ganhos econômicos. Segundo Barbara Denham, economista-chefe da Oxford Economics, áreas que já concentram tecnologia e riqueza, como Vale do Silício, Nova York, Seattle e Washington, tendem a receber mais benefícios.

“Os ganhos econômicos do boom da IA são autoalimentados”, afirmou Denham.

A inteligência artificial continua atraindo investimentos gigantescos, mas o mercado agora acompanha uma questão central: se as promessas da tecnologia conseguirão acompanhar a velocidade dos gastos feitos para desenvolvê-la.

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Nvidia reúne Microsoft e outras gigantes para blindar sistemas de IA

Grandes empresas de tecnologia se uniram com a Nvidia para criar a Open Secure AI Alliance, iniciativa voltada ao desenvolvimento de ferramentas de segurança para inteligência artificial. O grupo pretende compartilhar tecnologias abertas para ajudar pesquisadores a encontrar falhas e responder a ataques digitais.

A aliança surge após um incidente envolvendo um agente autônomo de IA e reúne nomes como Microsoft, Dell, SpaceX e Hugging Face. A proposta é ampliar a colaboração entre empresas no desenvolvimento de sistemas mais seguros.

Microsoft, Dell e outras empresas se juntam à Nvidia em iniciativa que promete reforçar a segurança dos modelos de IA. – Imagem: Open Secure AI Alliance

Modelos abertos entram na disputa pela segurança da IA

A Nvidia afirma que pesquisadores precisam trabalhar com diferentes tipos de modelos de inteligência artificial, incluindo opções abertas e fechadas. Segundo a empresa, esse acesso é importante para investigar vulnerabilidades e entender como agentes de IA podem ser usados em ataques.

Um dos casos citados pela companhia envolve a Hugging Face. Durante uma invasão, modelos comerciais de IA não conseguiram auxiliar na análise porque seus mecanismos de segurança impediram determinadas ações.

“Quando ferramentas de IA fechadas — incapazes de distinguir atacantes de defensores — bloquearam análises forenses essenciais, a Hugging Face executou o modelo GLM 5.2 em sua própria infraestrutura para analisar mais de 17 mil ações e conter a invasão”, escreveu a Nvidia.

Entre as contribuições previstas pela aliança estão:

  • Modelos abertos, pesos de IA e dados para pesquisas de segurança;
  • Ferramentas para acompanhar e testar o comportamento de agentes inteligentes;
  • Métodos de verificação para sistemas e serviços de IA;
  • Tecnologias abertas para armazenamento seguro de modelos.
Página do Hugging Face
Após um ataque envolvendo agente de IA, como o que afetou a Hugging Face, empresas aceleram busca por ferramentas capazes de controlar sistemas inteligentes. Imagem: Robert Way/Shutterstock

Empresas compartilham tecnologias para reduzir riscos

Além da Nvidia, companhias como HPE, IBM, Red Hat, Microsoft, SpaceXAI e Adobe devem participar com soluções próprias. A Hugging Face contribuirá com o Safetensors, formato criado para armazenar pesos de modelos de inteligência artificial.

A Nvidia também defende que modelos abertos sejam considerados aliados na proteção digital. Para a empresa, restrições amplas podem dificultar pesquisas de segurança e aumentar a dependência de poucos fornecedores fechados.

Leia mais:

O tema ganhou destaque depois que a OpenAI revelou um episódio em que um agente de IA realizou ações contra a Hugging Face. O caso levantou preocupações sobre o controle de sistemas capazes de executar tarefas de forma autônoma.

Pessoa segurando, na altura da cabeça, um smartphone na horizontal, no qual é visto o logo da Nvidia
A Nvidia defende que modelos abertos podem ajudar pesquisadores a descobrir e corrigir vulnerabilidades. – Imagem: Mamun_Sheikh/Shutterstock

Nova fase da disputa por uma IA mais segura

A Open Secure AI Alliance quer aproximar empresas e governos na criação de uma infraestrutura compartilhada para inteligência artificial. A Nvidia também disponibilizou pesquisas e projetos de código aberto para apoiar o desenvolvimento de ferramentas de monitoramento e controle.

“Restrições gerais aos sistemas de IA de fronteira abertos enfraquecem a capacidade defensiva e podem concentrar poder, dependência e vulnerabilidade em poucos provedores fechados”, afirmou a Nvidia.

A criação da aliança mostra que a segurança deixou de ser apenas uma preocupação técnica e passou a envolver toda a indústria de tecnologia. O desafio agora é criar ferramentas capazes de acompanhar a evolução rápida dos sistemas inteligentes sem limitar a inovação.

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Data centers de IA escondem consumo gigante de água

Data centers usados para inteligência artificial estão consumindo muito mais água do que as big techs costumam divulgar, segundo reportagem do The Wall Street Journal.

O ponto central não está só no resfriamento dos servidores, mas também na água usada para gerar a energia que mantém toda essa estrutura funcionando.

Resfriamento de servidores e geração de energia explicam por que a IA pressiona recursos hídricos em escala global. – Imagem: Junayed graphics/Shutterstock

O avanço da IA e o consumo que não aparece

A expansão acelerada da inteligência artificial levou empresas como Microsoft, Google e Amazon a ampliar sua infraestrutura de data centers em ritmo global. O que chama atenção, segundo a reportagem, é que parte relevante do impacto ambiental fica fora dos relatórios oficiais.

Esses documentos costumam registrar apenas a água usada diretamente nos centros de dados. Mas existe um segundo nível de consumo, ligado às usinas de energia que alimentam essas operações. Em alguns casos, ele pode superar o uso direto com folga.

Estudos nos Estados Unidos indicam que esse consumo indireto pode chegar a ser até 12 vezes maior do que o declarado, dependendo da matriz energética utilizada.

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Google, Microsoft e Amazon ampliam data centers enquanto cresce o alerta sobre uso de água na infraestrutura digital. – Imagem: gguy/Shutterstock

Energia, água e um efeito em cadeia

O impacto varia bastante conforme a fonte de energia. Usinas a carvão e nucleares exigem grandes volumes de água para resfriamento. Já o gás natural reduz esse uso, enquanto solar e eólica praticamente não dependem de água.

Um estudo citado pela reportagem aponta que, no caso do Google, o consumo indireto pode ser cerca de três vezes maior do que o direto.

  • Resfriamento dos servidores representa o consumo mais visível
  • Geração de energia pode ampliar o impacto total de forma significativa
  • Combustíveis fósseis elevam a demanda por água
  • Fontes renováveis reduzem quase totalmente esse consumo
  • Parte relevante do impacto não entra nos relatórios corporativos

O problema da transparência limitada

Hoje, não existe exigência legal para que empresas divulguem todo o consumo de água ligado à IA. Isso abre margem para críticas de especialistas e autoridades ambientais, que apontam subnotificação frequente.

A Meta, por exemplo, já reconheceu que seu consumo indireto pode ser mais de 20 vezes maior do que o direto. Ainda assim, a maior parte das empresas continua focando apenas no uso interno dos data centers.

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Fontes fósseis elevam o consumo de água, enquanto energia solar e eólica reduzem drasticamente esse impacto ambiental. – Imagem: Matt Hardy/Unsplash)

Soluções começam a ganhar espaço

Para reduzir o impacto, empresas têm apostado em sistemas de resfriamento em circuito fechado, que reaproveitam a água em vez de descartá-la continuamente.

Leia mais:

A Nvidia afirma que essa tecnologia pode praticamente eliminar o consumo direto de água em novas instalações. A Microsoft também planeja adotar soluções semelhantes nos próximos anos.

Mesmo com essas iniciativas, boa parte da infraestrutura atual ainda depende de sistemas evaporativos, que consomem mais água, apesar de eficientes em energia.

No fim, o crescimento da inteligência artificial reforça um dilema direto: quanto mais poder computacional, maior a pressão sobre recursos naturais já limitados.

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Microsoft cria nova empresa de IA e investe US$ 2,5 bilhões em projeto ambicioso

A Microsoft decidiu acelerar sua presença na corrida da inteligência artificial. Agora, criou a Microsoft Frontier Company, uma unidade dedicada a levar IA diretamente para dentro de grandes empresas. O investimento é pesado: US$ 2,5 bilhões e cerca de 6 mil profissionais envolvidos.

Não é só mais uma iniciativa, segundo o TechCrunch, a empresa quer encurtar o caminho entre tecnologia e uso real no dia a dia corporativo.

Nova estratégia da Microsoft quer colocar IA dentro das empresas com equipes especializadas e foco em resultados. – Imagem: vittaya pinpan / Shutterstock

Um modelo mais prático para aplicar IA

Em vez de atuar apenas como fornecedora de ferramentas, a Microsoft quer colocar equipes técnicas dentro dos clientes. A ideia é simples de entender: implementar IA de forma direta, acompanhando o processo de perto.

Isso vai além do que tem sido chamado de Engenharia de Implantação em Campo, e será a maior e mais capaz organização de engenharia do setor, focada em resultados.

Judson Althoff, CEO de Negócios Comerciais da Microsoft, ao TechCrunch.

A empresa aposta na própria base de clientes para acelerar tudo isso. Já existe uma estrutura pronta de relacionamento com grandes corporações, o que ajuda a dar escala ao projeto.

Pontos centrais da iniciativa:

  • US$ 2,5 bilhões em investimento
  • Aproximadamente 6.000 especialistas
  • Uso de ferramentas de IA já existentes na Microsoft
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Gigantes da tecnologia disputam espaço na IA corporativa, com Microsoft, AWS e OpenAI investindo pesado. – Imagem: Stock all/Shutterstock

Disputa pela IA corporativa esquenta

O movimento da Microsoft não está isolado. Pelo contrário, ele faz parte de uma corrida cada vez mais intensa entre gigantes da tecnologia.

A Amazon Web Services anunciou recentemente US$ 1 bilhão para projetos semelhantes. OpenAI e Anthropic também seguem estratégias parecidas, misturando tecnologia de IA com equipes dedicadas à implementação.

O mercado, claramente, virou uma disputa por quem consegue colocar a IA funcionando na prática dentro das empresas — e não apenas como promessa.

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Microsoft já mira clientes como Unilever, Accenture e London Stock Exchange para acelerar sua nova aposta em IA. – Imagem: Konektus Photo/Shutterstock

Clientes grandes entram no centro da estratégia

A Microsoft parte de uma vantagem importante: já está dentro das maiores empresas do mundo. A companhia atende boa parte das organizações da Fortune 500.

Entre os primeiros nomes ligados à nova unidade estão London Stock Exchange Group, Unilever, Land O’Lakes e Accenture. Esses projetos iniciais devem funcionar como uma espécie de vitrine global.

No fim das contas, o recado é simples. A inteligência artificial deixou de ser apenas produto e passou a ocupar o centro da estratégia das big techs.

A Microsoft quer justamente isso: transformar IA em parte estrutural dos negócios, aproximando tecnologia e resultado de forma mais direta — e rápida.

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IA pressiona custos e Microsoft prepara nova onda de demissões

A Microsoft deve reduzir menos de 2,5% de sua força de trabalho em uma nova rodada de demissões que pode ser anunciada já na próxima semana, segundo o Business Insider. A movimentação ocorre enquanto o setor de tecnologia passa por uma fase de reorganização menos discreta do que parece à primeira vista.

O clima interno, segundo relatos do mercado, já vinha de ajustes graduais antes mesmo do anúncio.

Microsoft já havia cortado 4% da força de trabalho em 2025, indicando continuidade das mudanças internas. – Imagem: Skorzewiak / Shutterstock

Xbox entra no centro das mudanças e preocupa funcionários

Segundo a Reuters, os cortes devem atingir milhares de pessoas, com impacto em áreas como vendas e consultoria. O Xbox aparece entre as divisões mais sensíveis nesse processo.

Há cerca de 228 mil funcionários em tempo integral na Microsoft, conforme dados enviados à SEC em junho de 2025 — o que ajuda a dimensionar o peso de qualquer ajuste, mesmo que percentual.

No caso da divisão de games, o ambiente já vinha sendo descrito como de revisão constante de prioridades e gastos.

Logos das big techs em um smartphone; ao fundo, desfocado, logos de várias outras
Meta e Amazon, entre outras big techs, também anunciaram reduções recentes, reforçando tendência de reestruturação global no setor. – Imagem: gguy/Shutterstock

IA muda a lógica de custos e acelera reestruturações

O movimento da Microsoft se conecta a uma tendência mais ampla. Em várias empresas de tecnologia, mídia e finanças, os últimos meses foram marcados por ajustes semelhantes.

Por trás desse cenário, dois fatores aparecem com força: o custo crescente de infraestrutura de inteligência artificial e a necessidade de reorganizar estruturas após ciclos longos de expansão.

Meta e Amazon também já fizeram movimentos parecidos recentemente, com cortes significativos em suas equipes globais.

Logotipo da Microsoft exibido em smartphone com símbolo do Xbox ao fundo
Xbox entra no centro das mudanças internas e pode sofrer ajustes em orçamento e estratégia de marketing. – Imagem: Thrive Studios ID / Shutterstock

Um setor em transição mais lenta do que parecia

A divisão de jogos da Microsoft segue sob atenção. Além de possíveis cortes em marketing, há discussões internas sobre caminhos estratégicos para o futuro da unidade, segundo relatos do setor.

Leia mais:

Esse tipo de movimento não é isolado. O mercado de games também sente pressão de custos e mudanças nas prioridades das big techs.

A própria Microsoft já havia cortado cerca de 4% de sua força de trabalho em julho de 2025. Agora, a nova rodada reforça uma leitura mais ampla: o setor não está encolhendo, mas claramente deixou de crescer no mesmo ritmo de antes — especialmente enquanto redireciona energia para inteligência artificial.

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Oracle demite 21 mil pessoas enquanto aposta tudo em IA

A Oracle decidiu acelerar de vez sua aposta em inteligência artificial enquanto faz um ajuste pesado no tamanho da própria operação. No último ano, a empresa cortou cerca de 21 mil empregos, em um movimento que já vinha sendo desenhado junto à expansão de sua infraestrutura de dados.

O cenário não é exclusivo da companhia. O setor de tecnologia como um todo vive uma fase de reorganização, com cortes em várias frentes e uma migração clara de recursos para projetos de IA e construção de data centers mais robustos.

“IA resultou e pode continuar resultando em reduções de pessoal”, diz a Oracle sobre sua nova fase de reestruturação. – Imagem: Stock-Asso/Shutterstock

Cortes de empregos e o peso da mudança

A Oracle, baseada em Austin (Texas), reduziu aproximadamente 13% de sua força de trabalho no último ano fiscal. No fim de maio, a empresa contabilizava cerca de 141 mil funcionários, contra 162 mil no período anterior, comenta o The Wall Street Journal.

As demissões começaram em março e fazem parte de um processo contínuo de reestruturação, segundo o relatório anual. Nesse período, a companhia também informou gastos de US$ 1,84 bilhão (cerca de R$ 9,2 bilhões) ligados a desligamentos e reorganização interna.

Em meio a esse ajuste, a inteligência artificial já aparece como peça central das decisões. A própria Oracle afirmou, em comunicado, que o uso dessas tecnologias “resultou e pode continuar resultando em reduções de pessoal”. A frase, direta, resume bem o momento: a IA deixou de ser apenas uma aposta tecnológica e passou a influenciar diretamente o tamanho das equipes.

Bilhões em infraestrutura e uma aposta crescente

Enquanto reduz sua estrutura, a Oracle acelera investimentos em outra direção. A empresa está ampliando sua rede de data centers voltados à inteligência artificial, com previsão de gastos líquidos de US$ 70 bilhões (aproximadamente R$ 350 bilhões) neste ano fiscal.

O valor é bem acima dos US$ 55,7 bilhões (cerca de R$ 278 bilhões) investidos no ano anterior — um salto que ajuda a dimensionar o ritmo da estratégia.

Esse movimento não é isolado. Meta e Amazon também vêm seguindo caminho parecido, com cortes de pessoal enquanto direcionam mais recursos para infraestrutura de IA.

Entre os principais pilares dessa estratégia estão:

  • expansão global de data centers voltados à inteligência artificial
  • aumento contínuo dos investimentos em infraestrutura digital
  • reorganização interna com redução de milhares de postos de trabalho
  • foco crescente em serviços de nuvem e IA
  • busca por eficiência em um mercado cada vez mais competitivo
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Meta e Amazon também seguem tendência de cortes enquanto redirecionam recursos para projetos de IA. Imagem: Poetra.RH/Shutterstock

Riscos altos e uma disputa em andamento

A própria Oracle reconhece que a estratégia envolve incertezas relevantes. A empresa afirma que, se concorrentes alcançarem maior aceitação de mercado com suas soluções de IA ou se os custos superarem o esperado, os resultados podem não acompanhar o volume de investimentos.

Ao mesmo tempo, há outro ponto de pressão: recuar agora pode significar perder espaço numa disputa tecnológica que avança rapidamente.

Leia mais:

Nos últimos anos, a companhia ganhou destaque ao fechar contratos bilionários ligados à capacidade de processamento. Um deles envolve a OpenAI, com previsão de cerca de US$ 300 bilhões (aproximadamente R$ 1,5 trilhão) em computação ao longo de cinco anos.

Apesar do entusiasmo inicial do mercado, investidores começam a olhar com mais cautela para o tamanho dos aportes das big techs, especialmente diante da pressão sobre margens de lucro causada pela expansão agressiva da infraestrutura de IA.

No fim das contas, o que está em jogo vai além de cortes ou investimentos isolados. É uma mudança mais profunda: a inteligência artificial está redesenhando não só os produtos dessas empresas, mas também o tamanho, a estrutura e a lógica de operação das gigantes de tecnologia.

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Startup chinesa DeepSeek já é a mais valiosa da China no setor de inteligência artificial

A DeepSeek entrou em um novo patamar no mercado global de inteligência artificial depois de levantar mais de US$ 7,4 bilhões (cerca de R$ 41 bilhões) em sua primeira grande rodada de financiamento. O volume chama atenção não só pelo tamanho, mas pelo momento em que a disputa entre China e Estados Unidos na área de IA vem se intensificando, afirma o The Wall Street Journal.

Com esse aporte, a startup passou a ser avaliada em mais de US$ 50 bilhões (aproximadamente R$ 275 bilhões) e se tornou a empresa de inteligência artificial mais valiosa da China, segundo fontes ligadas à operação. É um salto relevante para um setor em que o capital vem sendo direcionado de forma cada vez mais seletiva.

Mesmo com crescimento rápido, a DeepSeek ainda enfrenta gigantes como OpenAI e Anthropic no mercado global. Imagem: JRdes/Shutterstock

Rodada bilionária coloca DeepSeek no topo da IA chinesa

O ponto mais incomum dessa rodada está no controle da empresa. O fundador Liang Wenfeng segue com forte participação: antes do novo investimento, ele detinha cerca de 90% da DeepSeek e chegou a investir aproximadamente US$ 3 bilhões (cerca de R$ 16,5 bilhões) do próprio patrimônio.

O modelo de governança também foge do padrão tradicional. Em vez de participação direta no capital, a maior parte dos investidores entra por meio de uma estrutura de sociedade limitada administrada pelo próprio fundador. E há ainda um detalhe importante: quem investe precisa manter a posição por pelo menos cinco anos. Isso reduz a liquidez, mas reforça o caráter de aposta de longo prazo.

Ao fundo, bandeira da China; à frente, logo da DeepSeek em um smartphone
Startup chinesa mira IA geral e novas fontes de receita enquanto cresce a disputa global com os EUA. Imagem: Rokas Tenys/Shutterstock – Imagem: Rokas Tenys/Shutterstock

Investidores apostam pesado em expansão e infraestrutura

A rodada reuniu alguns dos nomes mais fortes do ecossistema tecnológico chinês. Estão no grupo Tencent, JD.com, NetEase e a fabricante de baterias CATL, além de fundos como IDG Capital.

  • Tencent investiu cerca de US$ 1,5 bilhão (aprox. R$ 8,25 bilhões)
  • CATL aportou aproximadamente US$ 740 milhões (cerca de R$ 4,07 bilhões)
  • Fundo estatal de IA da China investiu cerca de US$ 150 milhões (aprox. R$ 825 milhões)
  • JD.com e NetEase também participaram da rodada
  • IDG Capital e Monolith completam o grupo de investidores

Esse dinheiro deve ir principalmente para pesquisa, desenvolvimento e ampliação da infraestrutura de computação. E aqui há um ponto sensível: a China ainda enfrenta limitações no acesso a chips avançados, o que torna esse tipo de investimento ainda mais estratégico.

Estratégia mira IA avançada e novas fontes de receita

A DeepSeek vem reforçando sua aposta em inteligência artificial geral — sistemas capazes de executar tarefas cognitivas em nível semelhante ao humano. É uma ambição de longo prazo, que exige muito mais do que apenas capital: envolve também infraestrutura e acesso a poder de processamento.

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Ao mesmo tempo, cresce a pressão de investidores por modelos mais claros de monetização. Entre as possibilidades em discussão estão serviços pagos e ferramentas baseadas em agentes de IA, que conseguem executar tarefas mais complexas de forma autônoma.

Nos bastidores, a empresa também tem se aproximado do ecossistema chinês de hardware, incluindo parcerias com companhias como a Huawei. Isso ajuda a contornar parte das restrições impostas pelos Estados Unidos no fornecimento de semicondutores avançados.

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O aporte bilionário reforça a corrida tecnológica entre China e Estados Unidos no setor de inteligência artificial. Imagem: Knight00730/Shutterstock

Corrida global de IA fica ainda mais acirrada

Mesmo com o novo valuation, a DeepSeek ainda atua em um cenário bastante desigual quando comparada aos grandes laboratórios americanos. O avanço é significativo, mas a distância para nomes como OpenAI e Anthropic ainda é grande.

De todo modo, o movimento reforça uma tendência que já vinha se desenhando: a disputa pela liderança em inteligência artificial está longe de estar definida — e tende a ficar ainda mais intensa nos próximos anos.

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