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SpaceX acelera corrida da IA, mas mercado freia entusiasmo

A SpaceX viu suas ações recuarem depois de revelar um forte aumento nos gastos com inteligência artificial. O mercado reagiu com cautela ao volume de recursos aplicado pela empresa de Elon Musk.

Segundo a CNBC, o primeiro balanço da companhia após a abertura de capital trouxe resultados acima das expectativas, mas também levantou dúvidas sobre os custos da estratégia.

A SpaceX quer ir além dos foguetes: a empresa aposta em infraestrutura de IA para disputar espaço no mercado de computação. – Imagem: Rawpixel.com/Shutterstock

Gastos com IA colocam mercado em alerta

No relatório financeiro, a SpaceX informou que seus investimentos em bens de capital chegaram a US$ 18,4 bilhões no segundo trimestre (cerca de R$ 94,4 bilhões).

O valor representa um aumento de seis vezes em relação ao trimestre anterior. A maior parte desse dinheiro foi destinada à construção da infraestrutura de inteligência artificial da empresa.

A reação dos investidores foi imediata. As ações chegaram a cair 12% nas negociações antes da abertura do mercado, refletindo a preocupação sobre quando esses gastos poderão gerar retorno.

Entre os principais pontos do balanço estão:

  • US$ 18,4 bilhões em investimentos de capital no segundo trimestre;
  • maior parte dos recursos direcionada para projetos de IA;
  • ações abaixo do preço inicial do IPO;
  • planos para ampliar negócios ligados à computação.

SpaceX aposta em computação para ampliar negócios

A empresa tenta transformar a infraestrutura criada para inteligência artificial em uma nova área de atuação. A estratégia envolve oferecer capacidade computacional para companhias do setor usando chips da Nvidia.

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Durante a apresentação dos resultados, o diretor financeiro Bret Johnsen afirmou que os recursos estão sendo aplicados de forma eficiente.

“Na parte de computação de IA, conseguimos distribuir capital de uma forma que estamos obtendo retorno em menos de um ano”, disse Johnsen.

A companhia também reduziu suas perdas no trimestre. Elon Musk afirmou que a SpaceX pretende alcançar US$ 1 trilhão em receita anual em 2030, antecipando em um ano a previsão anterior.

Ao fundo, gráficos financeiros; à frente, logo da SpaceX
Gastar bilhões para crescer em IA é a nova aposta da SpaceX. Agora, a empresa precisa provar que o plano funciona. – Imagem: Careto Photos/Shutterstock

Investidores aguardam próximos resultados da empresa

Mesmo com as metas ambiciosas, o mercado continua avaliando se o ritmo de gastos será sustentável até que a operação alcance maior rentabilidade.

A SpaceX quer contar a história de que é líder de mercado… Mas as pessoas ainda têm dúvidas: quão rápido ela pode crescer? Qual será o tamanho dos custos antes que isso chegue à lucratividade?

Steve Westly, fundador do The Westly Group e ex-membro do conselho da Tesla, em entrevista ao programa “Squawk Box Europe”, da CNBC.

Outro ponto de atenção é o fim do período de bloqueio para venda de ações por funcionários e investidores internos. Com isso, parte dos acionistas poderá negociar seus papéis, o que pode aumentar a movimentação no mercado.

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Nem foguetes nem satélites: IA virou prioridade máxima da SpaceX

A inteligência artificial ganhou espaço definitivo na estratégia da SpaceX. Segundo o The Wall Street Journal, a empresa dobrou os investimentos na área em apenas um trimestre e já afirma colher os primeiros resultados dessa aposta.

Mesmo encerrando o período com prejuízo, a companhia de Elon Musk mantém planos ambiciosos para ampliar sua infraestrutura e acelerar o crescimento das receitas.

Conhecida pelos foguetes, a SpaceX agora coloca a inteligência artificial no centro de seus planos de crescimento. – Imagem: Joshua Sukoff/Shutterstock

IA ocupa o centro da estratégia

O investimento total da SpaceX no trimestre chegou a US$ 18,4 bilhões (cerca de R$ 94,4 bilhões). Desse valor, US$ 15,8 bilhões (aproximadamente R$ 81,1 bilhões) foram destinados à inteligência artificial, o dobro do trimestre anterior.

Na prática, a empresa aposta em várias frentes ao mesmo tempo: desenvolve seu próprio modelo de IA, amplia a capacidade de computação, fecha novos acordos comerciais e prepara o lançamento dos primeiros data centers em órbita, previsto para 2027.

Estamos construindo capacidade de computação para IA em escala mais rapidamente do que qualquer outra empresa.

Elon Musk, CEO da SpaceX, durante conferência.

Os principais projetos incluem:

  • ampliar a capacidade de processamento para IA;
  • desenvolver data centers em solo e também no espaço;
  • utilizar chips da Nvidia de forma exclusiva;
  • expandir contratos de infraestrutura voltados ao setor.

Crescimento da receita ajuda a sustentar os planos

Os gastos aumentaram, mas a receita também avançou. No segundo trimestre, a companhia faturou US$ 7,8 bilhões (cerca de R$ 40 bilhões), alta de 92% em relação ao mesmo período do ano passado.

Mesmo assim, o balanço terminou com prejuízo líquido de US$ 541 milhões (aproximadamente R$ 2,8 bilhões), resultado que ainda superou as expectativas de Wall Street. Após a divulgação dos números, as ações recuaram cerca de 7% nas negociações após o fechamento do mercado.

Segundo Bret Johnsen, diretor financeiro da empresa, parte desses investimentos já começa a dar retorno. “Especificamente no lado da computação para IA, conseguimos investir capital de uma forma que gera retorno em menos de um ano”, disse.

Representação artística de satélites misturados com data centers
A empresa quer ampliar sua capacidade de data centers de 2 para até 10 gigawatts. É uma expansão em ritmo acelerado. – Imagem gerada por IA/Shutterstock

IA avança sem deixar o espaço de lado

Nos meses que antecederam a abertura de capital, Musk fundiu a SpaceX com a xAI e reforçou a estratégia voltada à inteligência artificial. Também foi anunciado um acordo para utilizar exclusivamente chips da Nvidia, além de contratos para alugar capacidade dos data centers da empresa a Google e Anthropic.

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Enquanto amplia os investimentos em IA, a SpaceX segue expandindo seus negócios espaciais. A Starlink registrou receita de US$ 4,3 bilhões (cerca de R$ 22,1 bilhões), acima dos US$ 2,6 bilhões (aproximadamente R$ 13,3 bilhões) registrados um ano antes. Ao fim de junho, o serviço somava 12 milhões de assinantes.

A companhia espera atingir US$ 100 bilhões (cerca de R$ 513 bilhões) em receita recorrente anualizada até dezembro. A projeção para alcançar US$ 1 trilhão (aproximadamente R$ 5,13 trilhões) em receita anual foi antecipada para 2030, um ano antes do previsto.

Musk afirmou que a inteligência artificial será essencial para viabilizar robôs, veículos autônomos e futuras fábricas e instalações de energia na Lua. Se os planos forem cumpridos, os primeiros data centers em órbita deverão começar a operar em 2027.

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Gigantes da tecnologia gastam bilhões em IA sem garantia de retorno

As maiores empresas de tecnologia dos Estados Unidos estão colocando bilhões de dólares em inteligência artificial, apostando que a tecnologia pode transformar negócios e a economia. Mas o tamanho dos gastos já preocupa investidores, que questionam quando esse dinheiro começará a voltar.

Segundo o The Washington Post, Google, Microsoft, Meta, Amazon e Oracle ampliaram investimentos em infraestrutura de IA, enquanto o mercado acompanha os riscos de uma possível bolha.

O Google gastou US$ 1,15 para cada dólar gerado em caixa nos últimos três meses por causa dos investimentos em IA. – Imagem: FotoField/Shutterstock

Vale do Silício muda foco para a corrida da IA

Durante anos, empresas como Google e Facebook foram conhecidas pela capacidade de gerar dinheiro. Seus produtos digitais conquistaram milhões de usuários e ajudaram a transformar as companhias em algumas das mais importantes do mercado.

Agora, parte dessa receita está sendo direcionada para uma nova fase tecnológica: grandes data centers, chips avançados e equipamentos capazes de sustentar modelos de inteligência artificial.

Para os defensores da estratégia, o investimento pode abrir uma nova era de produtividade e crescimento. Já os críticos questionam se o retorno será suficiente para justificar os bilhões aplicados.

Essa coisa de IA precisa funcionar porque, se não funcionar… teremos um problema.

Torsten Slok, economista-chefe da Apollo Global Management, ao The Washington Post.

Entre os principais movimentos dessa disputa estão:

  • Construção de grandes data centers para operar sistemas de IA;
  • Compra de chips e equipamentos especializados;
  • Expansão de softwares e serviços baseados em inteligência artificial;
  • Aumento dos custos para manter essa infraestrutura;
  • Pressão por resultados financeiros mais rápidos.

Gastos crescentes colocam investidores em alerta

As projeções mostram uma mudança no comportamento financeiro das gigantes de tecnologia. Google, Amazon, Microsoft, Meta e Oracle podem ter fluxo de caixa livre negativo em 2026 por causa dos custos relacionados à infraestrutura de IA.

O Google é um dos exemplos mais marcantes. Nos últimos três meses analisados, a empresa gastou US$ 1,15 para cada dólar gerado em caixa, principalmente com chips, equipamentos e áreas destinadas a novos centros de dados.

Mesmo com essa pressão, as empresas seguem lucrativas nos modelos tradicionais de contabilidade, que distribuem esses custos ao longo de vários anos.

O CEO da Amazon, Andy Jassy, defendeu os investimentos e afirmou que a procura por soluções de IA continua forte. “Temos uma visão clara de fortes retornos financeiros”, disse aos investidores.

Homem e mulher na frente de um notebook com uma projeção de IA ao fundo.
Bilhões são aplicados em IA todos os anos, enquanto investidores tentam descobrir quando virá o retorno. – Imagem: DC Studio/Shutterstock

IA já influencia preços e concentração econômica

A disputa por componentes usados em inteligência artificial já afeta outros setores. A alta demanda por chips aumentou custos para empresas que dependem desses produtos, pressionando valores de itens como smartphones, notebooks e consoles.

A expansão dos data centers também elevou a preocupação com o consumo de energia em algumas regiões dos Estados Unidos.

Outro alerta envolve a distribuição dos ganhos econômicos. Segundo Barbara Denham, economista-chefe da Oxford Economics, áreas que já concentram tecnologia e riqueza, como Vale do Silício, Nova York, Seattle e Washington, tendem a receber mais benefícios.

“Os ganhos econômicos do boom da IA são autoalimentados”, afirmou Denham.

A inteligência artificial continua atraindo investimentos gigantescos, mas o mercado agora acompanha uma questão central: se as promessas da tecnologia conseguirão acompanhar a velocidade dos gastos feitos para desenvolvê-la.

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Microsoft cria nova empresa de IA e investe US$ 2,5 bilhões em projeto ambicioso

A Microsoft decidiu acelerar sua presença na corrida da inteligência artificial. Agora, criou a Microsoft Frontier Company, uma unidade dedicada a levar IA diretamente para dentro de grandes empresas. O investimento é pesado: US$ 2,5 bilhões e cerca de 6 mil profissionais envolvidos.

Não é só mais uma iniciativa, segundo o TechCrunch, a empresa quer encurtar o caminho entre tecnologia e uso real no dia a dia corporativo.

Nova estratégia da Microsoft quer colocar IA dentro das empresas com equipes especializadas e foco em resultados. – Imagem: vittaya pinpan / Shutterstock

Um modelo mais prático para aplicar IA

Em vez de atuar apenas como fornecedora de ferramentas, a Microsoft quer colocar equipes técnicas dentro dos clientes. A ideia é simples de entender: implementar IA de forma direta, acompanhando o processo de perto.

Isso vai além do que tem sido chamado de Engenharia de Implantação em Campo, e será a maior e mais capaz organização de engenharia do setor, focada em resultados.

Judson Althoff, CEO de Negócios Comerciais da Microsoft, ao TechCrunch.

A empresa aposta na própria base de clientes para acelerar tudo isso. Já existe uma estrutura pronta de relacionamento com grandes corporações, o que ajuda a dar escala ao projeto.

Pontos centrais da iniciativa:

  • US$ 2,5 bilhões em investimento
  • Aproximadamente 6.000 especialistas
  • Uso de ferramentas de IA já existentes na Microsoft
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Gigantes da tecnologia disputam espaço na IA corporativa, com Microsoft, AWS e OpenAI investindo pesado. – Imagem: Stock all/Shutterstock

Disputa pela IA corporativa esquenta

O movimento da Microsoft não está isolado. Pelo contrário, ele faz parte de uma corrida cada vez mais intensa entre gigantes da tecnologia.

A Amazon Web Services anunciou recentemente US$ 1 bilhão para projetos semelhantes. OpenAI e Anthropic também seguem estratégias parecidas, misturando tecnologia de IA com equipes dedicadas à implementação.

O mercado, claramente, virou uma disputa por quem consegue colocar a IA funcionando na prática dentro das empresas — e não apenas como promessa.

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Microsoft já mira clientes como Unilever, Accenture e London Stock Exchange para acelerar sua nova aposta em IA. – Imagem: Konektus Photo/Shutterstock

Clientes grandes entram no centro da estratégia

A Microsoft parte de uma vantagem importante: já está dentro das maiores empresas do mundo. A companhia atende boa parte das organizações da Fortune 500.

Entre os primeiros nomes ligados à nova unidade estão London Stock Exchange Group, Unilever, Land O’Lakes e Accenture. Esses projetos iniciais devem funcionar como uma espécie de vitrine global.

No fim das contas, o recado é simples. A inteligência artificial deixou de ser apenas produto e passou a ocupar o centro da estratégia das big techs.

A Microsoft quer justamente isso: transformar IA em parte estrutural dos negócios, aproximando tecnologia e resultado de forma mais direta — e rápida.

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Startup chinesa DeepSeek já é a mais valiosa da China no setor de inteligência artificial

A DeepSeek entrou em um novo patamar no mercado global de inteligência artificial depois de levantar mais de US$ 7,4 bilhões (cerca de R$ 41 bilhões) em sua primeira grande rodada de financiamento. O volume chama atenção não só pelo tamanho, mas pelo momento em que a disputa entre China e Estados Unidos na área de IA vem se intensificando, afirma o The Wall Street Journal.

Com esse aporte, a startup passou a ser avaliada em mais de US$ 50 bilhões (aproximadamente R$ 275 bilhões) e se tornou a empresa de inteligência artificial mais valiosa da China, segundo fontes ligadas à operação. É um salto relevante para um setor em que o capital vem sendo direcionado de forma cada vez mais seletiva.

Mesmo com crescimento rápido, a DeepSeek ainda enfrenta gigantes como OpenAI e Anthropic no mercado global. Imagem: JRdes/Shutterstock

Rodada bilionária coloca DeepSeek no topo da IA chinesa

O ponto mais incomum dessa rodada está no controle da empresa. O fundador Liang Wenfeng segue com forte participação: antes do novo investimento, ele detinha cerca de 90% da DeepSeek e chegou a investir aproximadamente US$ 3 bilhões (cerca de R$ 16,5 bilhões) do próprio patrimônio.

O modelo de governança também foge do padrão tradicional. Em vez de participação direta no capital, a maior parte dos investidores entra por meio de uma estrutura de sociedade limitada administrada pelo próprio fundador. E há ainda um detalhe importante: quem investe precisa manter a posição por pelo menos cinco anos. Isso reduz a liquidez, mas reforça o caráter de aposta de longo prazo.

Ao fundo, bandeira da China; à frente, logo da DeepSeek em um smartphone
Startup chinesa mira IA geral e novas fontes de receita enquanto cresce a disputa global com os EUA. Imagem: Rokas Tenys/Shutterstock – Imagem: Rokas Tenys/Shutterstock

Investidores apostam pesado em expansão e infraestrutura

A rodada reuniu alguns dos nomes mais fortes do ecossistema tecnológico chinês. Estão no grupo Tencent, JD.com, NetEase e a fabricante de baterias CATL, além de fundos como IDG Capital.

  • Tencent investiu cerca de US$ 1,5 bilhão (aprox. R$ 8,25 bilhões)
  • CATL aportou aproximadamente US$ 740 milhões (cerca de R$ 4,07 bilhões)
  • Fundo estatal de IA da China investiu cerca de US$ 150 milhões (aprox. R$ 825 milhões)
  • JD.com e NetEase também participaram da rodada
  • IDG Capital e Monolith completam o grupo de investidores

Esse dinheiro deve ir principalmente para pesquisa, desenvolvimento e ampliação da infraestrutura de computação. E aqui há um ponto sensível: a China ainda enfrenta limitações no acesso a chips avançados, o que torna esse tipo de investimento ainda mais estratégico.

Estratégia mira IA avançada e novas fontes de receita

A DeepSeek vem reforçando sua aposta em inteligência artificial geral — sistemas capazes de executar tarefas cognitivas em nível semelhante ao humano. É uma ambição de longo prazo, que exige muito mais do que apenas capital: envolve também infraestrutura e acesso a poder de processamento.

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Ao mesmo tempo, cresce a pressão de investidores por modelos mais claros de monetização. Entre as possibilidades em discussão estão serviços pagos e ferramentas baseadas em agentes de IA, que conseguem executar tarefas mais complexas de forma autônoma.

Nos bastidores, a empresa também tem se aproximado do ecossistema chinês de hardware, incluindo parcerias com companhias como a Huawei. Isso ajuda a contornar parte das restrições impostas pelos Estados Unidos no fornecimento de semicondutores avançados.

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O aporte bilionário reforça a corrida tecnológica entre China e Estados Unidos no setor de inteligência artificial. Imagem: Knight00730/Shutterstock

Corrida global de IA fica ainda mais acirrada

Mesmo com o novo valuation, a DeepSeek ainda atua em um cenário bastante desigual quando comparada aos grandes laboratórios americanos. O avanço é significativo, mas a distância para nomes como OpenAI e Anthropic ainda é grande.

De todo modo, o movimento reforça uma tendência que já vinha se desenhando: a disputa pela liderança em inteligência artificial está longe de estar definida — e tende a ficar ainda mais intensa nos próximos anos.

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