Google Fotos permite desativar IA na busca após reclamações; veja como mudar

O Google anunciou uma atualização importante para quem prefere a simplicidade à inteligência artificial. Após uma série de reclamações sobre lentidão e resultados imprecisos, o Google Fotos agora oferece um botão visível para desativar a função Perguntar ao Fotos (“Ask Photos”) e retornar à busca clássica.

Segundo informações do TechCrunch, a medida é uma resposta direta aos usuários que se sentiram frustrados com a integração forçada do modelo Gemini no aplicativo.

Como funciona a nova mudança no app

Até então, o recurso de IA (que permite fazer buscas complexas usando linguagem natural) era o padrão para muitos usuários. Embora fosse possível desativá-lo, a opção ficava escondida nas configurações, dificultando o acesso. Com a atualização, um novo botão de alternância será exibido diretamente na tela de pesquisa.

O impacto para o usuário é imediato:

  • Velocidade: a busca clássica costuma ser mais rápida para termos simples (como “cachorro” ou “praia”).
  • Precisão: muitos usuários relataram que a IA falhava em encontrar fotos específicas que a busca antiga localizava com facilidade.
  • Controle: o usuário escolhe se quer uma experiência assistida por IA ou se prefere o método tradicional de indexação.

O que diz o Google sobre o recuo

A decisão foi confirmada por Shimrit Ben-Yair, chefe do Google Fotos, em uma publicação na rede social X nesta segunda-feira (09). Segundo a executiva, o Google “ouviu o feedback de que os usuários querem mais controle sobre o tipo de resultados que veem”.

A empresa admitiu que a ferramenta, lançada originalmente nos EUA em 2024, enfrentou desafios de latência (atraso na resposta) e que alguns ajustes de qualidade foram feitos com base nas críticas recebidas. Apesar da mudança, o Google reforçou que continuará investindo em IA, mas agora permitindo que o usuário decida quando utilizá-la.

O recurso está sendo liberado gradualmente. A empresa não informou se a mudança afetará a forma como os dados são processados pelo Gemini, mas garantiu que a busca clássica continuará recebendo melhorias.

Como desativar a IA e voltar à busca clássica no Google Fotos

A grande mudança é que você não precisará mais “caçar” essa opção dentro de menus complexos. Siga estas etapas:

  1. Abra o Google Fotos: certifique-se de que o aplicativo esteja atualizado na Play Store (Android) ou App Store (iOS).
  2. Vá em “Pesquisar”: toque no ícone de lupa na barra inferior.
  3. Localize o novo botão: no topo da tela de busca, próximo à barra de digitação, procure por um botão de alternância ou um ícone que indique a troca de modo.
  4. Escolha o modo “Clássico”: ao desativar o Perguntar ao Google Fotos (“Ask Photos”), o aplicativo deixará de usar linguagem natural complexa e voltará a exibir os resultados baseados em palavras-chave e datas, como era antigamente.
  5. Alternância rápida: se em algum momento você quiser testar a IA para uma busca específica (ex: “fotos minhas com chapéu na praia em 2022”), basta acionar o botão novamente.

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ChatGPT agora explica matemática e ciência com visuais interativos

O ChatGPT agora conta com recursos visuais e interativos para facilitar o aprendizado de matemática e ciência. A novidade, anunciada pela OpenAI, permite que os usuários manipulem variáveis dentro de equações e visualizem instantaneamente como essas mudanças afetam gráficos e resultados. Disponível globalmente para todos os usuários, a ferramenta busca transformar o estudo abstrato em uma experiência experimental e prática.

Como funciona o aprendizado visual no ChatGPT

O novo recurso vai além de apenas entregar a resposta de um problema. Ao perguntar sobre um conceito – como o Teorema de Pitágoras ou a Lei de Ohm –, o chatbot apresenta um módulo visual interativo. Nele, é possível ajustar os valores das fórmulas e ver a reação imediata nos elementos visuais.

Segundo a OpenAI, o objetivo é fortalecer a compreensão conceitual em vez da simples memorização. O recurso é baseado no “Modo de Estudo” lançado no ano passado, que já guiava os alunos passo a passo na resolução de questões, evitando que a IA fizesse todo o trabalho sozinha.

Quais temas estão disponíveis e quem pode usar?

Nesta fase inicial, o ChatGPT suporta mais de 70 conceitos fundamentais, focados principalmente em estudantes de ensino médio e superior. Entre os tópicos incluídos estão:

  • Matemática: Geometria (área e volume), equações lineares e juros compostos;
  • Física: Leis de Coulomb, energia cinética e termodinâmica (PV=nRT);
  • Ciência Geral: decaimento exponencial e relações de frequência.

A funcionalidade já está liberada para todos os usuários logados, independentemente de possuírem uma assinatura paga ou usarem a versão gratuita. A OpenAI planeja expandir a interatividade para outras disciplinas e temas no futuro, à medida que coleta dados sobre como a IA molda o aprendizado.

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Adobe lança assistente de IA no Photoshop para web e celular

A Adobe anunciou a chegada de um assistente de inteligência artificial (IA) para o Photoshop, agora disponível em beta público nas versões web e mobile do software. A ferramenta permite que usuários façam alterações em imagens utilizando comandos em linguagem natural, descrevendo as mudanças desejadas para um chatbot integrado ao aplicativo.

O recurso havia sido apresentado inicialmente durante o evento Adobe MAX, em outubro, e estava em testes privados desde então. Agora, mais pessoas podem utilizar a funcionalidade para realizar diferentes ajustes nas imagens, como remover elementos indesejados, modificar cores ou alterar iluminação.

IA do Photoshop chega em beta público para web e mobile (Imagem: Leo Watson / Shutterstock.com)

Como funciona o assistente de IA no Photoshop

O novo assistente permite que usuários editem imagens descrevendo as alterações em texto ou voz. A ferramenta pode executar as mudanças automaticamente ou orientar o processo passo a passo, dependendo da forma como o usuário deseja trabalhar com o recurso.

Entre as possibilidades citadas pela empresa estão remover pessoas ou objetos das imagens, alterar fundos, ajustar iluminação e cores, além de aplicar efeitos ou recortes específicos por meio de prompts em linguagem natural. A interface funciona como um chatbot, facilitando a interação com as ferramentas de edição.

A Adobe afirma que também será possível usar comandos de voz dentro do aplicativo do Photoshop, recurso pensado para simplificar edições feitas em dispositivos móveis.

Usuários pagos do Photoshop poderão criar gerações ilimitadas com o assistente de IA até 9 de abril, enquanto usuários gratuitos começam com 20 gerações.

Integração com outras plataformas e novas funções de IA

Além do assistente no Photoshop, a empresa anunciou novos recursos de edição baseados em IA em outras ferramentas do Creative Cloud. Entre elas está o Firefly, plataforma da Adobe voltada à geração e edição de mídia.

O Firefly passa a receber funcionalidades como Generative Fill, usada para adicionar ou substituir objetos e alterar fundos. A ferramenta também ganha recursos como Generative Remove para remover elementos de imagens, Generative Expand para ampliar o tamanho de uma imagem com IA e Generative Upscale para melhorar a resolução.

Outro recurso incluído é uma ferramenta de remoção de fundo com um clique.

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Editor do Firefly recebe a função de remover o fundo com apenas um clique (Imagem: Divulgação / Adobe)

A Adobe também anunciou um recurso chamado AI markup, em beta público, que permite desenhar marcações diretamente na tela e usar o assistente para transformar ou remover os objetos indicados.

Leia mais:

Integração com assistentes de IA externos

A estratégia da empresa também inclui levar suas ferramentas para outras plataformas de IA. A Adobe informou que Express e Acrobat serão disponibilizados para clientes empresariais do Copilot 365, permitindo fazer ajustes em documentos e conteúdos por meio de conversas dentro do serviço da Microsoft.

Atualmente, o assistente de IA está disponível apenas para Photoshop nas versões web e mobile. A interface ainda não foi lançada no Photoshop para desktop, embora a empresa já tenha indicado anteriormente que agentes de IA estão em desenvolvimento para o Photoshop e também para o Premiere Pro.

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Meta compra Moltbook, rede viral de agentes de IA

A Meta adquiriu o Moltbook, uma rede social criada para que agentes de inteligência artificial interajam entre si. Com o acordo, a plataforma passa a integrar o Meta Superintelligence Labs (MSL), unidade de IA comandada por Alexandr Wang, ex-CEO da Scale AI. Os criadores do projeto, Matt Schlicht e Ben Parr, também vão se juntar à equipe da empresa. O valor da aquisição não foi divulgado.

A informação foi publicada inicialmente pela Axios e confirmada pelo TechCrunch. Segundo a Meta, o acordo deve ser concluído em meados de março, com início de Schlicht e Parr no MSL previsto para 16 de março.

Meta adquire Moltbook, com os criadores do projeto se unindo à equipe da big tech (Imagem: PJ McDonnell / Shutterstock.com)

Integração e visão para agentes de IA

Um porta-voz da Meta disse ao TechCrunch que a chegada da equipe do Moltbook ao MSL abre novas possibilidades para o uso de agentes de IA voltados a pessoas e empresas. A empresa destacou especialmente a proposta da plataforma de conectar agentes por meio de um diretório que permanece sempre ativo.

“A equipe do Moltbook se juntando ao MSL abre novas maneiras para agentes de IA trabalharem para pessoas e empresas. A abordagem de conectar agentes por meio de um diretório sempre ativo é um passo novo em um espaço que evolui rapidamente”, afirmou o porta-voz.

Em uma publicação interna vista pela Axios, o executivo da Meta Vishal Shah afirmou que o sistema desenvolvido pela equipe cria uma forma de verificar a identidade de agentes e conectá-los entre si em nome de seus proprietários humanos. Segundo ele, isso estabelece um registro em que os agentes ficam vinculados a pessoas e podem interagir, compartilhar conteúdo e coordenar tarefas.

Shah também disse que clientes atuais do Moltbook poderão continuar usando a plataforma, embora a empresa tenha indicado que essa situação deve ser temporária.

A origem e a viralização do OpenClaw e do Moltbook

  • O projeto OpenClaw, que ajudou a impulsionar o Moltbook, foi criado pelo “vibe coder” Peter Steinberger.
  • Posteriormente, ele passou a trabalhar na OpenAI, que também apoia a iniciativa, atualmente em processo de open source.
  • O OpenClaw funciona como um wrapper para modelos de IA, como Claude, ChatGPT, Gemini e Grok.
  • A ferramenta permite que pessoas conversem com agentes de IA em linguagem natural por meio de aplicativos populares de chat, como iMessage, Discord, Slack e WhatsApp.
  • Antes de adotar o nome atual, o projeto também foi chamado de Clawdbot e, por um período curto, Moltbot.
  • Já o Moltbook foi lançado por Matt Schlicht no fim de janeiro como um espaço experimental voltado à interação entre agentes autônomos. Schlicht trabalha com esse tipo de sistema desde 2023.
  • A plataforma foi construída em grande parte com a ajuda de seu assistente de IA pessoal, chamado Clawd Clawderberg.
  • Inicialmente, o OpenClaw ganhou popularidade dentro da comunidade de tecnologia. Já o Moltbook ultrapassou esse público, alcançando pessoas que não conheciam o projeto original, mas reagiram à ideia de existir uma rede social onde agentes de IA estariam conversando entre si.
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OpenClaw ganhou atenção na comunidade de tecnologia, enquanto o Moltbook ultrapassou essa barreira para atingir um público geral (Imagem: Koshiro K / Shutterstock.com)

Postagens virais e falhas de segurança

Durante o período de viralização, um caso chamou atenção nas redes. Um post mostrava um agente de IA aparentemente incentivando outros agentes a criar uma linguagem secreta com criptografia de ponta a ponta, que permitiria a organização entre eles sem conhecimento humano.

Posteriormente, pesquisadores apontaram que o Moltbook não era seguro, o que facilitava que pessoas se passassem por agentes de IA para publicar conteúdos desse tipo.

“Todas as credenciais que estavam no Supabase [do Moltbook] ficaram desprotegidas por algum tempo. Por um período, era possível pegar qualquer token e fingir ser outro agente, porque tudo estava público e disponível”, disse Ian Ahl, CTO da Permiso Security, ao TechCrunch.

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Reações e o futuro do Moltbook na Meta

Ainda não está claro como a Meta pretende incorporar o Moltbook aos seus projetos de inteligência artificial. Mesmo assim, executivos da empresa já haviam comentado sobre a iniciativa quando ela viralizou.

Em uma sessão de perguntas e respostas no Instagram, o CTO da Meta, Andrew Bosworth, afirmou que não considerava particularmente interessante o fato de os agentes conversarem de forma semelhante aos humanos, já que eles são treinados com grandes bases de dados produzidas por pessoas.

O executivo disse que o que mais chamou sua atenção foi a forma como usuários humanos estavam invadindo o sistema, algo que não fazia parte da proposta original da rede e acabou ocorrendo por causa de um erro em larga escala.

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Gemini agora pode criar planilhas, documentos e apresentações de slides por você

O Google anunciou nesta terça-feira (10) uma série de novos recursos de IA baseados no Gemini para os aplicativos Docs, Planilhas, Slides e Drive. As novidades devem facilitar a criação de documentos, apresentações e planilhas a partir de informações já armazenadas nos serviços da big tech, como Gmail e no próprio Drive.

A ideia é transformar as ferramentas do Google em assistentes mais ativos, capazes de gerar conteúdos automaticamente e ajudar na execução de tarefas sem que o usuário precise recorrer a chatbots externos. Basicamente, basta pedir e o Gemini faz documentos, planilhas e slides para você.

Novos recursos de IA do Google

No Google Docs

Entre as novidades está o recurso “Ajude-me a criar”, integrado ao Google Docs. Com ele, o usuário pode descrever o tipo de documento que deseja fazer e o Gemini utiliza dados de serviços como Drive, Gmail e Chat para montar um primeiro rascunho.

Deacordo com o exemplo do Google, seria possível pedir à ferramenta que escreva um boletim informativo utilizando atas de reuniões, e-mails ou eventos armazenados no Drive. Depois que o rascunho inicial é criado, o usuário pode pedir ao Gemini para refinar partes específicas do texto, sem precisar gerar o documento inteiro novamente. A ferramenta também pode melhorar a clareza de trechos ou adicionar mais detalhes quando necessário.

Outro recurso é o “Combinar estilo de escrita”. Quando várias pessoas trabalham em um mesmo documento, o Gemini pode ajustar o texto para deixar o tom de voz mais consistente.

O Docs também ganhará uma função chamada “Corresponder ao formato”, que permite copiar a estrutura e o estilo de outro arquivo. Nesse caso, o Gemini pode preencher automaticamente um modelo usando informações presentes em e-mails ou documentos, como dados de viagem ou reservas.

Gemini podera preencher células de uma planilha automaticamente (Imagem: Google/Divulgação)

No Google Planilhas

No Google Sheets, o Gemini passa a atuar de forma mais ativa na criação e organização de planilhas.

Com um comando em linguagem natural, a ferramenta pode reunir dados do Gmail, Chat e Drive para gerar uma planilha estruturada automaticamente. Isso inclui listas, tabelas e campos organizados de acordo com a tarefa solicitada.

Um exemplo citado pelo Google é a organização de uma mudança de cidade. O sistema poderia criar listas de tarefas para empacotar itens, contatos de empresas de serviços e um controle de orçamentos de transportadoras – tudo isso com base em informações presentes nos e-mails do usuário.

Outra novidade é o recurso “Preencher com Gemini”, que completa tabelas automaticamente. A função pode gerar textos personalizados, resumir dados ou buscar informações atualizadas na internet por meio da Busca do Google.

Em outro exemplo dado pela big tech, a ferramenta permitiria montar um rastreador de inscrições em universidades. Nesse caso, o Gemini preenche automaticamente prazos, valores de mensalidade e outras informações das instituições com base em informações da internet.

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IA pode criar slides com base em um único prompt (Imagem: Google/Divulgação)

No Google Slides

No Google Slides, o Gemini poderá criar slides editáveis automaticamente. Tudo isso levando em conta o conteúdo da apresentação e o contexto obtido a partir de arquivos e e-mails.

Caso o resultado não seja satisfatório, o usuário poderá pedir ajustes com instruções simples, como alterar cores, simplificar o design ou adaptar o layout ao estilo da apresentação.

O Google também afirma que, no futuro, será possível gerar uma apresentação completa a partir de um único comando, como solicitar uma apresentação de vários slides sobre um determinado tema.

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Gemini resume informações com base em documentos armazenados no Drive (Imagem: Google/Divulgação)

No Google Drive

O Google Drive começa a ganhar recursos de análise de conteúdo com inteligência artificial.

Ao pesquisar arquivos usando linguagem natural, o Gemini poderá apresentar uma “Visão Geral de IA” no topo dos resultados. Trata-se de uma síntese das informações mais relevantes encontradas nos documentos – e citando as fontes utilizadas.

Além disso, um novo recurso chamado “Pergunte ao Gemini no Drive” permitirá fazer perguntas complexas sobre documentos armazenados na conta. Por exemplo, um usuário poderia selecionar arquivos relacionados a impostos e pedir sugestões de perguntas a fazer ao contador antes de declarar o imposto de renda.

Recursos do Gemini já estão disponíveis

  • Os recursos já estão disponíveis, mas inicialmente em versão beta;
  • Por ora, eles estão restritos a assinantes dos planos Google AI Ultra e Google AI Pro;
  • No caso do Docs, Planilhas e Slides, as ferramentas chegam no mundo todo. Já os recursos do Drive serão disponibilizados inicialmente apenas nos Estados Unidos.

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OpenAI adquire empresa para fortalecer segurança de agentes de IA

A OpenAI anunciou, nesta segunda-feira (9), a aquisição da Promptfoo. Fundada em 2024, a Promptfoo é uma startup especializada em segurança de inteligência artificial (IA), com o objetivo principal de defender Grandes Modelos de Linguagem (LLMs, na sigla em inglês) contra diversas ameaças online.

De acordo com um comunicado divulgado pela OpenAI, a tecnologia da Promptfoo será integrada à plataforma empresarial da empresa, conhecida como OpenAI Frontier.

Essa integração ocorrerá após a conclusão do processo de aquisição, marcando um passo importante para a segurança e a confiabilidade dos agentes de IA.

Aumento da produtividade e novos desafios na OpenAI

  • O desenvolvimento de agentes de IA autônomos, capazes de executar tarefas digitais de forma independente, tem gerado grandes expectativas em relação à melhoria da produtividade;
  • Paralelamente a esse entusiasmo, surge também a preocupação com os riscos potenciais;
  • Agentes de IA mal-intencionados podem se tornar vetores para acessar dados sensíveis ou manipular sistemas automatizados;
  • Nesse contexto, a movimentação da OpenAI, ao adquirir a Promptfoo, sublinha a urgência e a dedicação das empresas de ponta em IA para demonstrar a segurança e a aplicabilidade de suas tecnologias em operações empresariais estratégicas.

Leia mais:

Promptfoo vai fazer parte da OpenAI Frontier (Imagem: Reprodução/Promptfoo)

Trajetória da Promptfoo

A Promptfoo foi criada por Ian Webster e Michael D’Angelo. O propósito inicial da startup era desenvolver ferramentas que as empresas pudessem utilizar para testar vulnerabilidades de segurança em LLMs. Entre as soluções desenvolvidas pela Promptfoo, destacam-se uma interface e uma biblioteca de código aberto.

A empresa tem demonstrado crescimento significativo, com seus produtos sendo utilizados por mais de 25% das empresas listadas na Fortune 500. Isso indica a relevância e a demanda por soluções robustas de segurança no cenário atual da IA.

Desde sua fundação, a Promptfoo conseguiu arrecadar um total de US$ 23 milhões (R$ 119,7 milhões) em financiamento.

Em julho de 2025, a empresa foi avaliada em US$ 86 milhões (R$ 447,7 milhões), segundo dados da Pitchbook, após sua rodada de investimento mais recente. Por sua vez, a OpenAI optou por não divulgar o valor da transação de aquisição.

A OpenAI informou em sua publicação que a tecnologia da Promptfoo permitirá à sua plataforma de agentes realizar red-teaming (testes de intrusão) automatizado, processo crucial para identificar e mitigar falhas de segurança.

Além disso, a tecnologia será essencial para avaliar os fluxos de trabalho dos agentes em relação a questões de segurança e para monitorar as atividades para garantir a conformidade e gerenciar riscos.

A empresa também expressou a intenção de continuar expandindo a oferta de código aberto da Promptfoo, reforçando o compromisso com a comunidade e a inovação contínua no campo da segurança de IA.

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Claude vai revisar códigos e encontrar bugs por você

A codificação por engenheiro no Claude cresceu 200% no último ano, segundo a Anthropic. Mas, com o aumento da produtividade, os desenvolvedores não estão conseguindo revisar seus próprios códigos. Pensando nisso, a empresa anunciou o Code Review, um novo recurso de IA que ajuda os profissionais a identificar bugs em softwares antes que eles sejam incorporadas ao código final.

A ferramenta foi integrada ao Claude Code e utiliza múltiplos agentes de IA para revisar automaticamente alterações em projetos de programação.

Segundo a Anthropic, o lançamento responde a um problema crescente no desenvolvimento moderno: o aumento acelerado da produção de código, que levou ao desafio de manter o ritmo de revisão. Em vários casos, as solicitações recebem apenas uma análise rápida, o que aumenta o risco de bugs passarem despercebidos.

O Claude Review busca reduzir esse problema ao realizar revisões automatizadas mais profundas, capazes de detectar falhas que revisores humanos podem deixar escapar.

Por enquanto, a funcionalidade está disponível em versão prévia para clientes dos planos Team e Enterprise.

Como funciona o Code Review

O sistema foi projetado para analisar pull requests – mecanismo usado por desenvolvedores para submeter mudanças de código para revisão antes da integração ao software.

Quando um pull request é aberto, o sistema envia automaticamente uma equipe de agentes de IA para examinar o código. Esses agentes trabalham em paralelo, analisando o projeto sob diferentes perspectivas.

Depois dessa etapa, os resultados são consolidados em um relatório único. O sistema gera:

  • Um comentário geral com uma visão de alto nível da revisão;
  • Anotações diretamente nas linhas de código, apontando possíveis problemas.

Os erros encontrados são classificados por gravidade para ajudar os desenvolvedores a priorizar correções.

As revisões também se adaptam à complexidade das mudanças. Alterações maiores ou mais críticas recebem mais agentes e uma análise mais detalhada, enquanto modificações menores passam por revisões mais rápidas. De acordo com testes da empresa, uma revisão completa costuma levar cerca de 20 minutos.

A Anthropic afirma que já utiliza o sistema internamente em grande parte de seus projetos. Antes da adoção da ferramenta, apenas 16% dos pull requests recebiam comentários substanciais de revisão. Após a implementação do Code Review, esse índice subiu para 54%.

Leia mais:

Os testes também mostram que mudanças maiores tendem a apresentar mais problemas. Em solicitações com mais de 1.000 linhas de código alteradas, cerca de 84% continham falhas. Já em alterações menores, com menos de 50 linhas, o índice cai para 31%.

Em um dos casos citados pela empresa, uma mudança aparentemente simples de apenas uma linha poderia ter quebrado o sistema de autenticação de um serviço em produção. O bug foi detectado pela ferramenta antes que a alteração fosse incorporada ao projeto.

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USP, Unesp e Unicamp definem regras para uso de IA

As três principais universidades públicas de São Paulo – USP, Unesp e Unicamp – estão estruturando diretrizes para orientar o uso de inteligência artificial (IA) em atividades acadêmicas. As iniciativas buscam estabelecer parâmetros para estudantes e professores, com foco em transparência, ética e responsabilidade no uso das ferramentas.

De forma geral, as instituições defendem que o uso de IA deve ser declarado explicitamente, tanto pelos alunos quanto pelos docentes. As universidades propõem um detalhamento de quais ferramentas foram usadas, suas versões e modelos, além da forma como foram aplicadas – incluindo até os prompts utilizados.

A definição das regras vem em meio ao avanço do debate sobre IA na educação, ciência e pesquisa científica. As três universidades são relevantes no cenário acadêmico brasileiro e as diretrizes podem servir de referência para outras instituições.

USP, Unesp e Unicamp também estão criando órgãos específicos para lidar com o tema. A ideia é estabalecer departamentos e centros de pesquisa responsáveis por desenvolver protocolos, estimular pesquisas e promover a formação de alunos, professores e funcionários na IA.

A Unesp, por exemplo, já publicou uma resolução geral sobre IA e uma portaria voltada à pós-graduação. Mais recentemente, a instituição concluiu um guia para estudantes de graduação com orientações práticas sobre o uso da tecnologia.

O documento foi obtido pela Folha de São Paulo e organiza as normas em três categorias: “o que pode”, “o que nunca pode” e “o que talvez possa” ser feito com IA no âmbito das atividades acadêmicas.

  • Entre os usos considerados aceitáveis estão tarefas como tradução de textos, elaboração de resumos ou reformulação de parágrafos;
  • Já entre as práticas proibidas está a entrega de trabalhos produzidos total ou parcialmente por IA como se fossem autoria do estudante, além do uso da tecnologia em avaliações sem autorização do professor.

Para os docentes, as orientações permitem o uso da IA no planejamento de aulas ou no apoio à correção de atividades, desde que os resultados sejam revisados por humanos. A criação de materiais didáticos sem revisão ou sem informar os alunos sobre o uso da tecnologia é considerada inadequada.

O próprio guia da Unesp foi produzido com auxílio de ferramentas de inteligência artificial, o que também é explicado no documento.

Universidades também debatem a criação de cursos de graduação em IA (Créditos: anyaberkut/iStock)

Universidades debatem impactos da IA

À Folha, Denis Salvadeo, coordenador do Laboratório do Futuro, ligado à reitoria da Unesp, e um dos organizadores do guia, explicou que a proposta é incentivar o uso responsável da tecnologia. O laboratório foi criado para discutir o impacto da IA dentro da universidade e já promoveu cursos de formação para docentes, estudantes e funcionários.

A instituição pretende ampliar essa estrutura, transformando o laboratório no Instituto de Inovação em Inteligência Artificial (I3A). O objetivo é coordenar pesquisas, promover debates e estabelecer parcerias com a sociedade.

A popularização da IA também tem levado professores a repensar formas de avaliação. Ferramentas automáticas de detecção de textos gerados por IA ainda são consideradas pouco confiáveis, o que pode gerar acusações equivocadas.

Segundo professores da Unicamp que falaram ao jornal, alguns docentes passaram a adotar provas orais e apresentações em sala como alternativas para avaliar o aprendizado.

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Guias vão orientar uso da IA na comunidade acadêmica (Imagem: Phonlamai Photo/Shutterstock)

USP, Unesp e Unicamp vão ampliar formação em IA

Além das diretrizes para uso acadêmico da IA, as universidades também estão ampliando a oferta de formação na área.

A Unesp estuda a criação de um curso de graduação em inteligência artificial. Já na Unicamp, a proposta de um bacharelado em Inteligência Artificial e Ciência de Dados deve ser analisada pelo Conselho Universitário até o final deste mês.

A universidade também criou o Centro de Referência em Tecnologias de Inteligência Artificial, responsável por elaborar o primeiro protocolo institucional sobre o uso da tecnologia. Segundo Leonardo Tomazeli Duarte, coordenador do centro, o documento deve estabelecer orientações gerais, incluindo questões relacionadas a autoria e plágio.

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Na USP, a discussão sobre inteligência artificial também ganhou estrutura institucional. A universidade está finalizando a implementação do Escritório de Inteligência Artificial e Transformação Digital, ligado diretamente ao gabinete do reitor. O órgão será responsável por planejar e coordenar estratégias relacionadas à digitalização e ao uso de IA na universidade, além de elaborar um protocolo institucional baseado em transparência, ética e responsabilidade.

A USP também mantém centros de pesquisa dedicados ao tema, como o Centro de Inteligência Artificial e Aprendizado de Máquina (CIAAM). Entre as iniciativas está a colaboração com o Ministério da Justiça para desenvolver o primeiro guia nacional de uso ético de inteligência artificial.

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Microsoft aposta na Anthropic para avançar em agentes de IA

A Microsoft ampliou sua parceria com a Anthropic ao incorporar novas tecnologias da família de modelos Claude ao Microsoft 365 Copilot. O movimento ocorre em meio ao crescimento do interesse do mercado por agentes de inteligência artificial (IA) capazes de executar tarefas complexas dentro de softwares corporativos.

O tema ganhou destaque após o anúncio recente da nova geração do Copilot para o pacote Microsoft 365, que introduziu recursos agênticos integrados a aplicativos como Microsoft Word, Microsoft Excel, Microsoft PowerPoint e Microsoft Outlook. Como o Olhar Digital já mostrou, a atualização inclui ferramentas capazes de dividir tarefas em múltiplas etapas e executá-las diretamente no fluxo de trabalho.

Microsoft anunciou novidades para o Microsoft 365 Copilot, incluindo agentes da Anthropic (Imagem: IB Photography/ Shutterstock)

Mercado observa avanço dos agentes de IA

A aposta da Microsoft reflete uma tendência mais ampla na indústria de tecnologia: o desenvolvimento de agentes de IA que vão além da geração de texto ou imagens e passam a executar tarefas completas em aplicativos corporativos.

Ferramentas lançadas recentemente pela Anthropic chamaram atenção no Vale do Silício por demonstrarem a capacidade de automatizar atividades como criação de aplicativos, organização de grandes volumes de dados e construção de planilhas complexas com pouca supervisão humana.

Esse avanço tem levado analistas e investidores a discutir o impacto potencial da IA agêntica no mercado de software corporativo, já que parte dessas tarefas tradicionalmente depende de ferramentas especializadas.

Estratégia da Microsoft aposta em segurança corporativa

A Microsoft tenta se posicionar nesse cenário aproveitando sua base de clientes empresariais e a infraestrutura de segurança integrada ao ecossistema do Microsoft 365.

Em entrevista à Reuters, Jared Spataro, responsável pela área de IA no trabalho na empresa, afirmou que os recursos de agentes da companhia operam exclusivamente na nuvem e dentro do ambiente corporativo do usuário.

“Trabalhamos apenas em ambiente de nuvem e apenas em nome do usuário. Assim, é possível saber exatamente quais informações o sistema tem acesso”, afirmou o executivo. Segundo Spataro, muitas empresas demonstram preocupação em relação ao uso de agentes de IA sem mecanismos claros de controle de dados e segurança.

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Diversificação de modelos além da OpenAI

A aproximação com a Anthropic também ocorre em um momento em que investidores questionam a dependência da Microsoft de tecnologias da OpenAI, responsável por modelos utilizados amplamente em seus produtos de IA.

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Investidores questionavam a Microsoft sobre dependência de tecnologias da OpenAI (Imagem: LanKS / Shutterstock.com)

Com a integração dos modelos Claude ao Copilot, a empresa passa a adotar uma estratégia mais aberta, combinando diferentes sistemas de inteligência artificial dentro da mesma plataforma.

O objetivo, segundo a Microsoft, é permitir que o Copilot utilize automaticamente o modelo mais adequado para cada tarefa dentro do ambiente corporativo, sem exigir que o usuário escolha qual tecnologia utilizar.

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Microsoft amplia IA agêntica no Microsoft 365 Copilot

A Microsoft anunciou uma nova rodada de atualizações para o Microsoft 365 Copilot que amplia o uso de IA agêntica dentro do pacote corporativo. As mudanças fazem parte da chamada “Wave 3” da plataforma e incluem novos recursos capazes de executar tarefas de múltiplas etapas, além de ferramentas voltadas à governança e segurança de agentes de IA nas empresas.

Entre as novidades estão o recurso Copilot Cowork, novas capacidades agênticas integradas a aplicativos como Microsoft Word, Microsoft Excel, Microsoft PowerPoint e Microsoft Outlook, além de novos serviços corporativos para gerenciamento de agentes e segurança de dados.

Copilot passa a executar tarefas em várias etapas

Segundo Jared Spataro, diretor de marketing da área de IA no trabalho da Microsoft, a nova versão do Copilot representa uma evolução do assistente para um sistema capaz de executar tarefas mais complexas dentro do fluxo de trabalho.

Um dos recursos centrais dessa mudança é o Copilot Cowork. A ferramenta foi desenvolvida em parceria com a Anthropic e utiliza a tecnologia por trás do modelo Claude para lidar com tarefas prolongadas ou com múltiplas etapas.

De acordo com a empresa, o Cowork permite delegar atividades completas ao Copilot. O sistema pode dividir uma solicitação em etapas, acessar diferentes aplicativos e arquivos e acompanhar a execução ao longo do tempo. O usuário continua acompanhando o progresso e pode aprovar ou ajustar ações antes de sua conclusão.

Essas capacidades são baseadas em uma camada chamada Work IQ, que utiliza sinais do ambiente de trabalho — como arquivos, e-mails, reuniões e conversas — para contextualizar as tarefas executadas pela IA.

IA integrada aos aplicativos do Microsoft 365

A Wave 3 também amplia a presença do Copilot diretamente nos aplicativos do Microsoft 365. A IA passa a atuar dentro de documentos, planilhas, apresentações e e-mails, criando ou revisando conteúdo sem exigir que o usuário mude de ferramenta.

Na prática, o sistema pode atualizar um documento existente no Word, aplicar fórmulas em planilhas no Excel ou montar apresentações no PowerPoint seguindo padrões de layout e identidade visual da organização. No Outlook, o Copilot passa a sugerir e revisar e-mails diretamente na interface do serviço.

Copilot ganha presença ampliada nos aplicativos do Microsoft 365, como o Excel (Imagem: Divulgação / Microsoft)

Outra mudança envolve o Copilot Chat, que passa a funcionar como ponto inicial para executar tarefas. A partir de uma conversa, o usuário pode solicitar a criação de documentos ou planilhas, agendar reuniões ou iniciar fluxos de trabalho sem alternar entre diferentes aplicativos.

Copilot adota estratégia de múltiplos modelos de IA

A Microsoft também ampliou o suporte a diferentes modelos de IA dentro do Copilot. O chat principal do sistema passa a incluir o modelo Claude, da Anthropic, ao lado das versões mais recentes desenvolvidas pela OpenAI.

Segundo a empresa, o objetivo é permitir que o Copilot utilize automaticamente o modelo mais adequado para cada tarefa, sem exigir que o usuário escolha manualmente qual tecnologia usar.

Em um texto publicado no blog da Microsoft, Judson Althoff, CEO de negócios comerciais da companhia, afirma que a estratégia busca combinar diferentes modelos com dados corporativos para gerar resultados dentro do contexto de trabalho das organizações.

“Os modelos podem raciocinar sobre dados e produzir documentos ou planilhas, mas não entendem o trabalho. A diferenciação real vem do contexto profundo de trabalho incorporado às ferramentas que as pessoas já utilizam”, escreveu Althoff.

Plataforma para governança de agentes de IA

Outro anúncio envolve o Agent 365, descrito pela Microsoft como um plano de controle para gerenciar agentes de IA dentro das empresas. A ferramenta ficará disponível de forma geral em 1º de maio, com preço de US$ 15 por usuário por mês.

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Agent 365 é outra novidade anunciada pela Microsoft (Imagem: Divulgação / Microsoft)

O sistema permite que equipes de TI e segurança acompanhem quais agentes estão ativos na organização, monitorem atividades e apliquem políticas de acesso e proteção de dados. O serviço integra ferramentas de segurança como Microsoft Defender, Microsoft Entra e Microsoft Purview.

Segundo Vasu Jakkal, vice-presidente corporativa de segurança da Microsoft, a expansão da IA agêntica exige mecanismos de monitoramento e governança semelhantes aos utilizados para usuários humanos dentro das empresas.

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Novo pacote corporativo com IA integrada

A companhia também anunciou o Microsoft 365 E7, um novo pacote corporativo que reúne o Microsoft 365 E5, o Copilot e o Agent 365 em uma única oferta.

A solução inclui recursos de produtividade, IA e segurança corporativa integrados, além de ferramentas de identidade e gerenciamento de dispositivos. O pacote estará disponível a partir de 1º de maio por US$ 99 por usuário por mês.

De acordo com a Microsoft, a proposta é simplificar a adoção de IA nas organizações ao reunir recursos de produtividade, governança e segurança em uma única plataforma.

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