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Nvidia se afasta de gamers e prioriza IA, gerando frustração entre fãs

Durante décadas, a Nvidia foi sinônimo de inovação para o público gamer. No entanto, com a ascensão da inteligência artificial (IA), parte dessa base fiel começa a sentir que a empresa deixou suas origens em segundo plano.

Por cerca de 30 anos, a Nvidia não era um nome popular fora do universo dos jogos eletrônicos. Isso mudou recentemente, à medida que a companhia se tornou a empresa mais valiosa do mundo, impulsionada pela demanda crescente por chips voltados à IA.

Segundo Stacy Rasgon, da Bernstein Research, o segmento de jogos já não ocupa o papel central na estratégia da empresa. “O segmento de jogos não é mais a força motriz da empresa. Houve um momento em que claramente era”, afirmou, à CNBC.

Nvidia sempre foi sinônimo de jogatina digital

  • A trajetória da Nvidia está diretamente ligada aos gamers;
  • Em 1999, a empresa lançou a GeForce 256, considerada a primeira GPU moderna, tecnologia essencial para gráficos avançados e altas taxas de quadros em jogos;
  • Na época, a companhia chegou a demitir a maior parte de seus funcionários e quase foi à falência para viabilizar o projeto. O sucesso entre os jogadores, no entanto, ajudou a empresa a se recuperar;
  • Hoje, a realidade é outra. Com a explosão da IA, a maior parte da receita da Nvidia vem de produtos voltados a data centers e computação avançada. A empresa passou a priorizar GPUs mais lucrativas, como as das arquiteturas Hopper e Blackwell;
  • Os números refletem essa mudança: a margem operacional do segmento de computação e redes foi, em média, de 69% nos últimos três anos, enquanto o segmento de gráficos para consumidores registrou cerca de 40%.

Para Greg Miller, cofundador do podcast “Kinda Funny Games Daily”, essa mudança é compreensível, mas dolorosa. “Eu entendo que eles vão perseguir isso. E isso parte meu coração”, disse. “Dance com quem te trouxe. Os gamers te trouxeram até aqui”, completou.

Há ainda a possibilidade de 2026 marcar um ponto simbólico: pode ser o primeiro ano em três décadas sem o lançamento de uma nova geração da linha GeForce voltada ao consumidor, segundo previsões de analistas.

Apesar disso, a Nvidia afirma que os gamers continuam sendo “extremamente importantes” e que a empresa segue inovando em tecnologias voltadas a esse público. A atual série RTX 50 foi apresentada em janeiro de 2025, durante a CES.

Alguns jogadores, no entanto, veem um lado positivo na possível pausa. Tim Gettys, também do “Kinda Funny Games”, afirmou que a ausência de lançamentos frequentes pode aliviar os custos para consumidores. “É difícil acompanhar. Você não consegue atualizar todo ano”, disse.

Domínio da IA transforma estratégia

A base da atual liderança da Nvidia em IA remonta a 2006, com o lançamento do CUDA, ferramenta que permitiu o uso de GPUs para computação geral. Em 2012, a tecnologia ganhou destaque com o AlexNet, sistema de aprendizado profundo que superou concorrentes em um importante concurso de reconhecimento de imagens.

A mudança estratégica ficou ainda mais evidente em 2020, com a aquisição da Mellanox Technologies por US$ 7 bilhões (R$ 34,8 bilhões), reforçando a atuação em computação de alto desempenho.

Desde então, a empresa tem investido em GPUs de alto nível e sistemas completos para IA, como a plataforma Vera Rubin. Segundo analistas, uma única GPU Blackwell pode custar até US$ 40 mil (R$ 199,2 mil), enquanto sistemas completos podem chegar a US$ 4 milhões (R$ 19,9 milhões). Em contraste, as GPUs gamer da série RTX 50 são vendidas entre US$ 299 e US$ 1.999 (R$ 1,4 mil e R$ 9,9 mil).

Mesmo no mercado gamer, os preços seguem elevados. Durante os picos das criptomoedas em 2018 e 2021, GPUs chegaram a custar até três vezes o preço original. Atualmente, modelos, como a RTX 5090, ainda podem ser encontrados por até o dobro do valor sugerido.

Escassez de memória afeta mercado gamer — incluindo a Nvidia

Além da estratégia voltada à IA, outro fator influencia a menor atenção ao público gamer: a escassez de memória. Relatórios indicam que a Nvidia pode reduzir a produção de GPUs gamer em até 40% devido à falta de DRAM, memória essencial para o funcionamento desses componentes.

A escassez impacta diretamente o custo de produção e, consequentemente, o preço final para o consumidor. A consultoria Gartner projeta aumento de 17% nos preços de PCs em 2026, com queda de 10,4% nas vendas. “Com tudo ficando tão caro, é preocupante ver os preços subindo no lado gamer sem sinais de queda”, disse Gettys.

A tendência pode afetar ainda mais o mercado de entrada. Caso esse segmento desapareça até 2028, como prevê a Gartner, a demanda por GPUs mais baratas deve cair. Segundo Rasgon, a prioridade da indústria está clara: “Cada pedaço de memória disponível está sendo direcionado para computação de IA”.

GPUs avançadas utilizam memória HBM, que exige mais recursos para produção, agravando a escassez para produtos de consumo.

Empresa de Jensen Huang tentou tranquilizar fãs, mas não deve fazer atualização na linha de GPUs – Imagem: Ruslan Lytvyn/Shutterstock

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IA nos jogos gera controvérsia

A tensão entre Nvidia e gamers também se manifesta nas novas tecnologias. Durante a conferência da empresa GTC, o CEO Jensen Huang anunciou o DLSS 5, nova versão da tecnologia que utiliza IA para melhorar desempenho gráfico. A novidade gerou críticas. Parte da comunidade teme que o uso de IA generativa altere a estética original dos jogos. “Eu jogo videogame porque é uma forma de arte”, disse Miller. “Quero ver a marca do criador.”

Gettys, que elogiava versões anteriores da tecnologia, foi mais direto: “Mas ao adicionar IA generativa, parece um tapa na cara.” Ele também demonstrou preocupação com o futuro da indústria, temendo que jogos totalmente gerados por IA se tornem realidade.

A Nvidia defende que suas tecnologias são ferramentas para desenvolvedores e não substitutos. Em nota, a empresa afirmou que os jogos são uma forma de arte e que suas soluções visam ajudar criadores a alcançar sua visão.

Huang também rebateu críticas de que a tecnologia tornaria os jogos homogêneos. “Eles estão completamente errados”, disse.

Streaming e concorrência

Apesar das críticas, a Nvidia mantém forte presença no mercado gamer por meio do serviço GeForce NOW, que permite jogar via streaming utilizando GPUs em data centers. Segundo Miller, a empresa conseguiu acertar no modelo. Gettys afirmou que a plataforma é a melhor do mercado “com folga”.

A principal concorrente da Nvidia nesse segmento é a AMD, com sua linha Radeon. Ainda assim, especialistas apontam que ambas enfrentam o mesmo desafio de acesso à memória. “Se a Nvidia não consegue memória, a AMD também não vai conseguir”, afirmou Rasgon.

Mesmo com a concorrência, a preferência entre jogadores de PC parece definida. “Existe um favorito claro”, disse Gettys. “Se você joga no PC, vai querer uma placa da Nvidia.”

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App Store: IA impulsiona novo boom de crescimento na plataforma

A App Store da Apple e o Google Play registraram um aumento de 60% no lançamento de novos aplicativos no primeiro trimestre de 2026, em comparação ao mesmo período do ano anterior, segundo dados da empresa de inteligência de mercado Appfigures. Quando analisada isoladamente, a App Store do iOS apresentou crescimento ainda maior, de 80%.

Em abril de 2026, o número total de lançamentos de aplicativos aumentou 104% em ambas as lojas, comparado ao mesmo período de 2025, com alta de 89% especificamente no iOS. Os dados contrariam previsões de que a ascensão dos chatbots e agentes de IA reduziria o uso de aplicativos móveis.

A hipótese principal é que ferramentas de programação assistida por IA, como Claude Code e Replit, estejam facilitando a criação de aplicativos para pessoas sem conhecimento técnico avançado. Essa democratização pode estar gerando uma nova corrida do ouro na App Store, liderada por criadores com ideias mas sem habilidades técnicas para desenvolver software móvel.

Os dados da Appfigures mostram que certas categorias registram um número ainda maior do que outras. Jogos móveis continuam representando a maior parte dos novos lançamentos mundiais no primeiro trimestre de 2026, como em anos anteriores. Uma nova categoria atingiu o top cinco este ano , a de “produtividade”.

A categoria “utilitários” subiu para a segunda posição, enquanto aplicativos de “estilo de vida” avançaram da quinta colocação em 2025 para a terceira posição atual. Aplicativos de “saúde e bem-estar” completam o top cinco das categorias com mais lançamentos.

Desafios de segurança 

Esta semana, a Apple removeu o aplicativo de recompensas Freecash da App Store por violações de regras, após permitir que o app subisse no ranking e permanecesse entre os cinco primeiros por meses.

A empresa também foi surpreendida por um aplicativo malicioso de criptomoedas, um clone do Ledger Live, que drenou US$ 9,5 milhões em criptomoedas das contas das vítimas. Embora a empresa faça um trabalho significativo bloqueando e rejeitando aplicativos perigosos ou spam, especialistas argumentam que a App Store precisa de uma “equipe anti-fraude” que monitore aplicativos fraudulentos que estão ganhando popularidade.

A análise mais recente da Apple, de 2024, mostra que a empresa removeu ou rejeitou mais de 17.000 aplicativos por propaganda enganoza, rejeitou mais de 320.000 submissões identificadas como spam, e impediu que mais de 37.000 aplicativos potencialmente fraudulentos chegassem aos usuários. O avanço da IA na criação de novos aplicativos intensifica ainda mais a fiscalização e monitoramento de segurança.

Fonte: techcrunch.com

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Na Sequoia Capital, um fundo de US$ 7 bilhões para turbinar as apostas em IA

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Após capturar quase 50% dos US$ 202,3 bilhões aplicados globalmente no mundo do venture capital em 2025, a inteligência artificial (IA) segue firme para avançar em novas fatias desse bolo bilionário. E quem está com apetite para engordar esses números é uma das gestoras mais icônicas dessa indústria. Famosa por investir em nomes como Apple […]

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Brasil firma acordo com China para desenvolver IA no setor público

O Governo Federal formalizou, na sexta-feira (10), um acordo de cooperação em inteligência artificial (IA) envolvendo o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) e a empresa chinesa iFlytek. A iniciativa tem como objetivo o desenvolvimento de capacidades nacionais voltadas ao funcionamento do Estado, com foco em tecnologias sob controle público.

A parceria dá continuidade à cooperação tecnológica entre Brasil e China e posiciona a IA como parte das infraestruturas consideradas críticas para a operação estatal.

Durante a assinatura, o ministro interino do MCTI, Luis Fernandes, destacou o contexto global de transformação tecnológica. “Este protocolo se insere na cooperação estratégica entre Brasil e China em ciência e tecnologia. Estamos diante de uma revolução baseada em inteligência artificial, e os países que não desenvolverem capacidade própria ficarão dependentes de tecnologias externas, em um contexto em que o acesso pode ser limitado”, afirmou.

Segundo o ministro, a iniciativa prevê o desenvolvimento conjunto de tecnologias e a transferência de conhecimento para o Brasil, com impactos relacionados à soberania digital.

O que diz o acordo de IA entre Brasil e China

  • O acordo estabelece diretrizes para cooperação em pesquisa, desenvolvimento e formação de capacidades em IA;
  • Entre os focos estão a criação de modelos de linguagem adaptados ao português brasileiro, sistemas de tradução e acessibilidade, aplicações em cibersegurança e o desenvolvimento de soluções voltadas à infraestrutura de IA no país;
  • A Casa Civil participou da articulação entre os órgãos envolvidos e da integração da iniciativa com outras agendas estratégicas do governo;
  • O secretário-adjunto de Desenvolvimento Produtivo e Inovação, Rodrigo Rodrigues da Fonseca, afirmou que a parceria resulta de esforços conjuntos entre os dois países;
  • “Essa parceria resulta de um esforço coordenado de construção de sinergias entre os processos de desenvolvimento do Brasil e da China. Aqui, estamos estruturando um projeto para o futuro do Brasil, voltado à capacitação de pesquisadores e empresas no desenvolvimento de modelos de linguagem e sistemas de inteligência artificial”, declarou.

A execução técnica ficará sob responsabilidade do Serpro, que atua na operação de sistemas estruturantes e na gestão da infraestrutura de dados utilizada em serviços públicos digitais.

O presidente da empresa, Wilton Mota, afirmou que a instituição exerce um papel de integração entre diferentes frentes do Estado. “O Serpro atua como quem executa a tecnologia no Estado brasileiro, fazendo a ligação entre a pesquisa, a política pública e a entrega para o cidadão”, disse.

De acordo com Mota, o Serpro já conta com mais de 300 soluções baseadas em IA em seu portfólio, o que deve servir de base para a ampliação do uso dessas tecnologias.

“Esse acordo cria condições para avançar de forma acelerada no desenvolvimento dessas soluções, ampliar o uso da IA nos serviços oferecidos à população e garantir que a empresa atenda à necessidade do Estado no que se refere à soberania digital no campo da IA”, afirmou.

Ratificação do acordo visa melhorar o Brasil no setor de IA em todos os seus campos – Imagem: Divulgação/Serpro

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O protocolo também prevê o desenvolvimento de infraestrutura nacional de IA, incluindo data centers, ambientes de nuvem segura e plataformas de dados interoperáveis. Essas estruturas poderão ser integradas e ampliadas a partir de sistemas já existentes.

Além disso, estão previstos programas de capacitação, como intercâmbio de pesquisadores, cursos, visitas técnicas e concessão de bolsas de estudo, com o objetivo de formar especialistas e ampliar a capacidade técnica nacional na área.

Nesse contexto, representantes do Serpro destacaram a importância do domínio completo do ciclo de desenvolvimento tecnológico.

O responsável pelo Centro de Excelência em Ciência de Dados e Inteligência Artificial da empresa, Carlos Rodrigo Lima, afirmou: “Não se trata apenas de utilizar modelos prontos, mas de dominar todo o ciclo de desenvolvimento, da curadoria de dados ao treinamento, avaliação e operação em ambiente de produção. É isso que garante que a inteligência artificial esteja, de fato, a serviço do Estado.”

As ações previstas no acordo dependerão da formalização de instrumentos específicos entre os participantes, permitindo a adaptação da cooperação conforme prioridades técnicas e estratégicas ao longo do tempo.

No âmbito internacional, a parceria com a iFlytek segue iniciativas anteriores de cooperação entre Brasil e China na área de ciência e tecnologia. O vice-presidente da empresa, Ji Lin, afirmou que a colaboração busca impulsionar o desenvolvimento tecnológico.

“A inteligência artificial está no centro da transformação tecnológica global, e é importante que os países desenvolvam capacidades ao longo de toda a cadeia. A parceria com o Brasil é uma cooperação importante para avançarmos em pesquisa e acelerar o desenvolvimento de soluções”, declarou.

O acordo conta ainda com o acompanhamento do Ministério das Relações Exteriores. O diretor do Departamento de Ciência, Tecnologia e Propriedade Intelectual, embaixador Eugênio Vargas Garcia, destacou a necessidade de ampliar capacidades nacionais.

“A inteligência artificial está no centro da revolução tecnológica, e o Brasil precisa desenvolver capacidades não apenas em IA generativa, mas em toda a cadeia associada a essa tecnologia. No caso dos modelos de linguagem, esse protocolo é importante para fortalecer a cooperação e ampliar a autonomia estratégica do país”, afirmou.

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Anthropic lança Claude Design para criação visual com IA

A Anthropic anunciou nesta sexta-feira (17) o lançamento do Claude Design, um novo produto experimental que permite criar visuais como protótipos, apresentações e one-pagers a partir de comandos em linguagem natural. A ferramenta foi apresentada pela empresa como uma forma de facilitar a criação de materiais visuais tanto para designers quanto para profissionais sem experiência na área.

Com o Claude Design, o usuário descreve o que deseja e recebe uma versão inicial do projeto. A partir daí, é possível refinar o resultado por meio de conversas, comentários em elementos específicos, edições diretas e ajustes finos em aspectos como layout, cores e tipografia.

Complemento ao Canva, não concorrente

Apesar de lembrar plataformas como o Canva, que também vêm incorporando recursos de inteligência artificial, a Anthropic afirmou anteriormente que o Claude Design foi pensado para complementar esse tipo de ferramenta, e não substituí-la.

Os projetos criados podem ser exportados em diferentes formatos, como PDF, PPTX, URLs internas ou HTML, além da possibilidade de envio direto ao Canva. Segundo a empresa, os arquivos permanecem editáveis e podem ser trabalhados de forma colaborativa após a exportação.

Sistema de design e colaboração

Um dos recursos centrais do Claude Design é a aplicação automática do sistema de design de uma empresa. Durante a configuração inicial, a ferramenta pode analisar código e arquivos de design para definir padrões de cores, tipografia e componentes, que passam a ser utilizados em todos os projetos.

As equipes também podem manter mais de um sistema de design e ajustá-los ao longo do tempo. Além disso, o produto inclui recursos de colaboração, permitindo compartilhar projetos dentro da organização, com diferentes níveis de acesso, e editar conteúdos em conjunto.

Entre os usos citados pela Anthropic estão a criação de protótipos interativos, wireframes, apresentações, materiais de marketing e páginas visuais, além da possibilidade de desenvolver projetos com recursos como vídeo, áudio e elementos em 3D.

Anthropic anunciou o lançamento do Claude Design – Imagem: Divulgação / Anthropic

Expansão no mercado corporativo

O Claude Design é alimentado pelo modelo Claude Opus 4.7 e está disponível em versão de pré-visualização para assinantes dos planos Claude Pro, Max, Team e Enterprise, com liberação gradual.

O lançamento reforça a estratégia da Anthropic de ampliar sua atuação em ferramentas voltadas ao ambiente corporativo e a usuários avançados, em um cenário de maior competição no setor.

Em janeiro, a empresa apresentou o Claude Cowork, um assistente voltado a tarefas mais complexas. Semanas depois, adicionou plug-ins com foco em automatizar atividades específicas em diferentes áreas dentro das organizações.

O anúncio também ocorre poucos dias após a Bloomberg informar que investidores ofereceram uma rodada de financiamento que avaliaria a Anthropic em US$ 800 bilhões ou mais. Segundo o relatório, a empresa não demonstrou interesse nas propostas até o momento.

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Startups usam deepfakes para ensinar IAs a não serem enganadas por deepfakes

Uma nova frente de segurança digital adota a estratégia de “combater fogo com fogo” para frear o avanço de fraudes com uso de inteligência artificial (IA) envolvido. Startups especializadas, como Reality Defender, Pindrop e GetReal, desenvolvem seus próprios deepfakes e os usam em treinamentos de algoritmos para torná-los capazes de identificar fraudes em áudio e vídeo. 

O foco principal é blindar grandes corporações contra golpes que usam IA para clonar vozes e rostos e, no fim, autorizar transações financeiras ilícitas, segundo o site The Verge.

O surgimento desse setor é uma resposta direta à popularização de ferramentas de IA generativa, que tornaram a criação de conteúdos falsos um processo praticamente sem barreiras técnicas. 

Atualmente, o maior impacto dessas tecnologias de detecção ocorre no ambiente corporativo, no qual golpes aplicados contra empresas podem resultar em prejuízos superiores a US$ 1 milhão (aproximadamente R$ 5 milhões) numa única transferência fraudulenta.

(Para quem não sabe: Deepfake é quando se usa IA para criar áudios e imagens falsas extremamente realistas para fingir ser outra pessoa.)

Treinamento usa IA para deixar IA mais capaz de distinguir real do manipulado

A Reality Defender usa o que chama de “modelo baseado em inferência” para fazer as detecções. 

O sistema funciona sob uma lógica de “aluno e professor”: os desenvolvedores apresentam uma vasta quantidade de arquivos reais e manipulados para que a IA aprenda a categorizar as diferenças. 

Segundo o CTO da empresa, Alex Lisle, esse método permite que o software identifique falhas e padrões inconsistentes que seriam invisíveis para o olho ou ouvido humano.

Um dos maiores desafios técnicos da “corrida armamentista” de deepfakes é o equilíbrio entre velocidade e qualidade – Imagem: FAMILY STOCK/Shutterstock

Testes práticos indicam que, embora a tecnologia de voz ainda enfrente dificuldades para enganar familiares próximos, que possuem referências auditivas muito íntimas, ela já é eficaz o suficiente para ludibriar colegas de trabalho ou sistemas bancários. 

Para você ter ideia: em experimentos de laboratório, foram necessários apenas nove segundos de áudio e dados coletados em redes sociais para criar um agente de IA convincente o suficiente para manter diálogos em tempo real.

Um dos maiores desafios técnicos dessa “corrida armamentista” digital é o equilíbrio entre velocidade e qualidade. Para que um deepfake de áudio responda instantaneamente numa ligação, ele costuma sacrificar a nitidez sonora. 

Por outro lado, modelos de alta fidelidade, que soam quase idênticos ao original, ainda exigem um tempo de processamento maior para serem gerados, o que dificulta sua aplicação em interações ao vivo.

Fraudes e ‘máscaras digitais’ ameaçam segurança de grandes empresas

O cenário de crimes cibernéticos atingiu um nível “industrial“, com fraudadores utilizando modelos de linguagem para mapear estruturas organizacionais inteiras. 

Criminosos extraem nomes e cargos de redes profissionais como o LinkedIn e coletam amostras de voz no TikTok ou Facebook para criar um banco de dados de cada funcionário. Com essas informações, executam ataques em massa, contatando colaboradores de diversos setores.

Deepfake
Uma das startups identificou o uso crescente de deepfakes “máscaras digitais” em processos seletivos e reuniões via Zoom – Imagem: MDV Edwards/Shutterstock

A Pindrop identificou o uso crescente de “máscaras digitais” em processos seletivos e reuniões via Zoom. Nesses casos, o golpista usa a IA para alterar suas feições em tempo real, assumindo outra identidade. E táticas simples de verificação, como pedir para a pessoa passar a mão na frente do rosto para causar uma falha visual na IA, já não funcionam.

Os modelos atuais são tão sofisticados que conseguem renderizar mãos e movimentos complexos sem distorções, o que torna a manipulação praticamente imperceptível aos olhos.

Como o cidadão comum ainda não tem acesso fácil a softwares de detecção, o futuro dessa tecnologia deve seguir o caminho dos antivírus

Especialistas consultados pelo The Verge preveem que a proteção contra deepfakes será integrada diretamente em navegadores e provedores de e-mail. 

Assim, arquivos e comunicações seriam escaneados automaticamente em busca de sinais de manipulação antes mesmo de chegarem ao usuário final. Seria uma camada de defesa nativa contra a desinformação.

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Geração Z usa IA com frequência, mas desconfiança e medo crescem entre os jovens

Segundo uma nova pesquisa realizada pela Gallup junto com a Walton Family Foundation e a GSV Ventures, mais da metade da Geração Z estadunidense utiliza a IA generativa com frequência. Apesar da assiduidade, a opinião dos internautas sobre esta tecnologia apenas piora com o tempo.

No ano passado, a mesma pesquisa relatou que 27% dos entrevistados entre 14 e 29 anos diziam sentir esperanças em relação à inteligência artificial. Já em 2026, esse número caiu 9 pontos percentuais e chegou à marca de 18%. O entusiasmo dos jovens sobre a IA caiu e um terço dos entrevistados relataram sentir raiva da tecnologia.

Resultados da pesquisa evidenciam preocupação dos jovens com a influência da IA no futuro.

Jovens se preocupam com o futuro de seus empregos com a IA – Imagem: Stokkete/Shutterstock

O estudo ocorreu entre fevereiro e março desse ano e ouviu mais de 1.500 usuários. Os resultados sugerem que a antipatia pela IA se estende até às gerações mais novas — que ainda tentam se firmar no mercado de trabalho.

Muitos entrevistados reconheceram que a tecnologia poderia aumentar a eficiência deles nas atividades cotidianas, como escola e trabalho. Mas se preocupam com o impacto disso na criatividade e no pensamento crítico.

Esse dado surpreendeu Zach Hrynowski, pesquisador sênior de educação da Gallup, que disse: “Na maioria desses casos, a Geração Z tornou-se cada vez mais cética, cada vez mais negativa — partindo de uma posição em que, mesmo no ano passado, eles não eram particularmente positivos em relação a isso.”

E os jovens já empregados se mostravam com esse pensamento ainda mais maturado. Quase metade desses entrevistados afirmou que os riscos da IA superavam suas possíveis vantagens no ofício, 11 pontos percentuais acima do resultado no ano anterior. Apenas 15% disseram enxergar a IA como um benefício completo.

Pesquisa alimenta debate sobre a IA na vida do jovem

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Jovens usam a IA para sanar dúvidas sensíveis (Imagem: Javier Bermudez Zayas/Shutterstock)

Essa pesquisa surge em um momento de discussão no ambiente escolar. Pais, alunos, docentes e políticos debatem qual o papel da inteligência artificial na vida do jovem.

Esses jovens têm recorrido a chatbots, como o ChatGPT, para questões da juventude, como conselhos sobre relações sociais e ajuda com tarefas escolares, podendo escalar para questões complexas, como a escolha de uma universidade.

Metade dos entrevistados pelo estudo relataram usar a IA diariamente ou semanalmente; esse número é ainda maior entre os entrevistados mais jovens, segundo Hrynowski. E pouco menos de 20% disseram não usar a tecnologia.

Ainda durante as entrevistas, jovens adultos citaram ameaça ao emprego inicial, a disseminação de desinformação e a substituição de interações com humanos como principais receios em relação a IA.

Sinto que tudo aquilo que me interessa tem potencial para ser substituído, mesmo nos próximos anos.“, disse Sydney Gill, de 19 anos e caloura da Universidade Rice, em Houston. Ela se dizia otimista sobre a tecnologia durante o ensino médio.

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Homem trabalhando no computador – (Imagem gerada por inteligência artificial-GPT)

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Abigail Hackett, de 27 anos, trabalha no setor de turismo e hotelaria e disse que algumas IAs economizam bastante tempo de trabalho. Porém, não as usam na sua vida pessoal por medo de que suas habilidades sociais sejam afetadas.

Acho que algumas dessas coisas são muito humanas, e gostaria que continuassem assim“, disse Hackett para a pesquisa da Gallup.

Já outros participantes se mostravam mais esperançosos. Como Ryan Guckian, de 30 anos, que trabalha com testes de software. Ele disse usar um chatbot de IA para questões cotidianas, como melhorar uma linha de código ou pensar em uma receita para a namorada.

Apesar dos sentimentos contraditórios, muitos desses entrevistados acreditam que o domínio da IA como uma ferramenta será crucial ao longo de suas vidas. Mesmo tão jovens, quase metade dos entrevistados no ensino médio tem uma consciência da necessidade de dominar essa tecnologia para suas futuras carreiras.

Apesar de tudo, ainda pode haver espaço para evolução na maneira como veem a inteligência artificial. Ao serem perguntados sobre emoções pela pesquisa, a resposta mais escutada foi curiosidade.

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Val Kilmer volta ao cinema com ajuda de IA em trailer

O ator Val Kilmer voltará a aparecer no cinema por meio do uso de inteligência artificial (IA). A recriação digital do artista, que morreu em 2025 aos 65 anos, integra o primeiro trailer do filme “As Deep as the Grave” (“Tão Profundo Quanto a Sepultura”, em tradução livre), drama histórico apresentado na quarta-feira (15) durante a CinemaCon, em Las Vegas (EUA).

Dirigido por Coerte Voorhees, o longa independente é estrelado por Abigail Lawrie, Tom Felton e Abigail Breslin. A trama acompanha os arqueólogos Ann e Earl Morris, personagens reais, durante a descoberta de restos mortais dos Ancestral Puebloans na década de 1920.

Kilmer “interpreta” Father Fintan, um padre católico e espiritualista nativo estadunidense. No trailer, o personagem surge em uma cena marcante e diz: “Não tema os mortos e nem a mim.

O ator havia sido escalado para o papel anos antes, mas não conseguiu participar das filmagens devido ao agravamento de seu estado de saúde. Com a autorização de seu espólio, incluindo sua filha Mercedes, os realizadores recorreram à IA generativa para completar a atuação com base em materiais de arquivo.

Ator estava escalado para o projeto, em 2020, mas a pandemia causou atrasos na produção – Imagem: Reprodução/YouTube/FirstLineFilms

As imagens mostram Kilmer em diferentes fases da vida, desde um padre mais jovem até uma figura com aparência fantasmagórica.

Assista, a seguir, ao trailer de “As Deep as The Grave” com Val Kilmer e IA:

IA apoiando Hollywood

  • O uso de IA para recriar atores falecidos tem gerado debate em Hollywood;
  • Durante a CinemaCon, Voorhees afirmou que a equipe trabalhou em estreita colaboração com a família de Kilmer e seguiu diretrizes da indústria, segundo a Associated Press (AP);
  • “Val Kilmer influenciou essa atuação”, afirmou o diretor;
  • O produtor John Voorhees classificou o processo como um território arriscado, mas destacou que a produção seguiu os padrões do sindicato SAG-AFTRA, centrados em “consentimento, compensação e colaboração”.

De acordo com os realizadores, o espólio de Kilmer aprovou o projeto, recebeu compensação e contribuiu com materiais para viabilizar a recriação.

Os cineastas também destacaram que o próprio Kilmer já havia utilizado tecnologia de IA em vida. Após perder a voz natural em decorrência de um câncer na garganta, o ator recorreu a softwares para recriá-la, recurso posteriormente utilizado no filme “Top Gun: Maverick“.

A produção de “As Deep as the Grave” começou em 2020, no Novo México (EUA), mas enfrentou atrasos durante a pandemia de Covid-19. Em vez de substituir o ator após sua saída, a equipe optou por seguir com o projeto e, posteriormente, encontrou uma forma de incorporar o personagem à narrativa.

“Ficamos muito felizes por eles estarem tão entusiasmados e apoiarem tanto a ideia”, disse Voorhees, referindo-se aos filhos de Kilmer, em declaração citada pela AP. “Não queríamos fazer isso a menos que todos achassem que ia funcionar corretamente.”

Segundo os realizadores, Kilmer aparece em tela por mais de uma hora. A data de estreia do filme ainda não foi anunciada.

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Gemini agora cria imagens personalizadas baseadas nas suas fotos e estilo de vida

O Google anunciou nesta quinta-feira (16) uma atualização significativa para o Gemini que promete tornar a geração de imagens muito mais pessoal e menos trabalhosa. Por meio do recurso “Personal Intelligence” (Inteligência Pessoal), a IA agora pode acessar dados de aplicativos conectados, como o Google Fotos, para criar imagens que refletem automaticamente os gostos, o estilo de vida e até o rosto do usuário e de seus familiares.

A novidade utiliza o modelo de imagem de última geração Nano Banana 2. Segundo o comunicado oficial, o objetivo é eliminar a necessidade de prompts longos e complexos. Em vez de descrever cada detalhe, o usuário pode dar ordens simples, e o Gemini usará o contexto que já possui para “preencher as lacunas”.

IA que conhece você

Com a nova integração, o Gemini passa a ter uma compreensão inerente das preferências do usuário desde o início. Se você pedir para a IA “projetar a casa dos meus sonhos”, o resultado refletirá escolhas estéticas baseadas no seu histórico e contexto colhidos nos apps do Google.

O maior destaque, porém, é a integração com a biblioteca de fotos. O Gemini pode usar fotos reais de você, de seus amigos, familiares e até animais de estimação para guiar a criação.

  • Uso de etiquetas: a IA aproveita as etiquetas que você já criou no Google Fotos para identificar pessoas e pets.
  • Comandos criativos: é possível pedir, por exemplo, para “criar uma imagem em estilo massinha de mim e minha família curtindo nossa atividade favorita”, e a IA gerará a cena automaticamente com base nas referências visuais da sua galeria.
  • Estilos artísticos: o recurso suporta diversos estilos, como aquarela, esboços a carvão ou pinturas a óleo.

Privacidade e controle

Um ponto crítico abordado pelo Google é a privacidade. A empresa enfatizou que não treina seus modelos de IA diretamente na sua biblioteca privada do Google Fotos. O treinamento ocorre apenas em “informações limitadas”, como os prompts específicos enviados ao Gemini e as respostas geradas pelo modelo.

Para garantir que o usuário mantenha o controle criativo, foram adicionadas ferramentas de ajuste:

  • Refinamento: se a imagem não ficar correta, você pode dizer ao Gemini o que está errado ou clicar no ícone “+” para selecionar manualmente uma foto de referência diferente no Google fotos.
  • Botão de fontes: um novo botão “Sources” mostrará exatamente qual foto da sua biblioteca foi selecionada automaticamente para guiar a criação.
  • Transparência: segundo o portal The Verge, o porta-voz do Google, Elijah Lawal, confirmou que o sistema usa as etiquetas do Google Fotos para identificar as pessoas, mas o usuário pode questionar a IA sobre as atribuições usadas em cada imagem.

Disponibilidade

Por enquanto, a experiência está sendo lançada gradualmente para assinantes dos planos Google AI Plus, Pro e Ultra localizados nos Estados Unidos. O Google planeja expandir o recurso para o Gemini no Chrome (desktop) e para mais usuários em breve.

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GPT-Rosalind: OpenAI lança modelo de IA voltado às ciências da vida

A OpenAI anunciou, nesta quinta-feira (16), o lançamento do GPT-Rosalind, um novo modelo de inteligência artificial (IA) com foco ampliado em biologia e capacidades avançadas de pesquisa científica. A iniciativa marca um avanço da empresa na área de ciências da vida.

O GPT-Rosalind, batizado em homenagem à cientista britânica do século XX Rosalind Franklin, foi desenvolvido para apoiar pesquisas em áreas, como bioquímica, descoberta de medicamentos e medicina translacional.

OpenAi atende à demanda crescente

  • A demanda por ferramentas baseadas em IA para acelerar a descoberta de medicamentos e pesquisas científicas tem crescido entre empresas farmacêuticas, instituições acadêmicas e companhias de biotecnologia;
  • “Ao apoiar a síntese de evidências, geração de hipóteses, planejamento experimental e outras tarefas de pesquisa em múltiplas etapas, este modelo foi projetado para ajudar pesquisadores a acelerar as fases iniciais da descoberta”, afirmou a OpenAI em um blog;
  • De acordo com a empresa, pesquisadores que utilizarem o modelo poderão consultar bancos de dados, ler os mais recentes artigos científicos, utilizar outras ferramentas científicas e sugerir novos experimentos;
  • O GPT-Rosalind foi construído com base nos modelos internos mais recentes da OpenAI.
Dona do ChatGPT atende a uma demanda crescente com o GPT-Rosalind – Imagem: Primakov/Shutterstock

Leia mais:

O modelo está disponível como uma prévia de pesquisa no ChatGPT, no Codex e na API para clientes qualificados por meio da estrutura de acesso confiável da OpenAI. A empresa também lançou um plugin gratuito de pesquisa em ciências da vida para o Codex, conectando cientistas a mais de 50 ferramentas científicas e fontes de dados.

A OpenAI informou ainda que está trabalhando com clientes, como Amgen, Moderna e Thermo Fisher Scientific, entre outros, para aplicar o GPT-Rosalind em diferentes fluxos de trabalho.

A empresa, criadora do popular chatbot ChatGPT, também apresentou, na terça-feira (14), o GPT-5.4-Cyber, uma variante de seu modelo mais recente ajustada especificamente para aplicações defensivas em cibersegurança. O anúncio ocorre após a rival Anthropic divulgar seu modelo de IA de fronteira chamado Claude Mythos.

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