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Microsoft Build 2026: novos modelos de IA, super app do Copilot e melhorias no Windows

A Microsoft deve aproveitar a conferência Build desta semana para mostrar até onde pretende levar sua aposta em inteligência artificial. Entre as novidades esperadas estão novos modelos de IA, mudanças importantes no Windows 11 e uma reformulação do Copilot.

O evento acontece em São Francisco em um momento sensível para a empresa, que tenta recuperar a confiança de desenvolvedores após problemas recentes envolvendo Windows e GitHub, afirma o The Verge.

Novo ambiente do Windows 11 promete menos distrações, ferramentas pré-instaladas e mais praticidade para programação. Imagem: aileenchik/Shutterstock

Windows com foco em desenvolvedores

A Microsoft deve apresentar uma experiência otimizada do Windows 11 para desenvolvedores, com ambiente sem distrações, aplicativos pré-instalados, ferramentas e scripts. A empresa também deve detalhar seus esforços para reescrever partes do Windows 11 com o objetivo de melhorar desempenho e experiência geral — um plano apresentado no início deste ano que já gerou melhorias iniciais.

Haverá ainda anúncios sobre como o Windows está se adaptando a novos chips, como o RTX Spark, da Nvidia. Fontes indicam que o evento terá foco maior em modelos de IA rodando localmente no Windows, permitindo que desenvolvedores usem capacidade de processamento local em vez de depender de modelos na nuvem. O chefe do Windows, Pavan Davuluri, havia antecipado na semana passada que “algo novo está chegando para desenvolvedores” no Build.

Durante a keynote, o CEO Satya Nadella deve discutir o anúncio do RTX Spark ao lado do CEO da Nvidia, Jensen Huang. A Qualcomm também deve marcar presença para falar sobre seu trabalho contínuo com a Microsoft no crescimento do Windows em processadores Arm. PCs compactos com RTX Spark da Microsoft e da HP estiveram notavelmente ausentes na lista de fabricantes exibida durante a keynote da Nvidia na Computex.

Microsoft alerta para falha em modelos de IA que ameaça privacidade dos usuários
Build 2026 deve revelar novos modelos de IA da Microsoft para Windows, chips Arm e processamento local. Imagem: TippaPatt / Shutterstock

Novo modelo de raciocínio e outros lançamentos de IA

Mustafa Suleyman, chefe da Microsoft AI, deve apresentar o MAI-Thinking-1, descrito como o primeiro modelo de raciocínio da empresa. De acordo com as fontes, a Microsoft não utilizou destilação para criar esse modelo — ou seja, ele não foi treinado a partir dos resultados de outro modelo de IA. O MAI-Thinking-1 deve ser direcionado principalmente para uso corporativo.

Além do modelo de raciocínio, outros lançamentos esperados incluem:

  • MAI-Image-2.5;
  • MAI-Image-2.5-Flash;
  • Novos modelos locais para Windows;
  • Recursos voltados para chips Arm;
  • RTX Spark;
  • Melhorias para IA executada localmente.

O próprio Suleyman havia antecipado o lançamento do MAI-Image-2.5 na semana passada, prometendo mais detalhes no Build.

Ao fundo, logo da Microsoft; à frente, logo do Copilot em um smartphone
Microsoft prepara aplicativo unificado para concentrar recursos de IA do Copilot em um só lugar. Imagem: Mijansk786/Shutterstock – Imagem: Mijansk786 / Shutterstock

Super app do Copilot ainda em desenvolvimento

A Microsoft também deve apresentar seu “super app” do Copilot no evento. A publicação Fortune foi a primeira a reportar o projeto, descrevendo-o como um aplicativo que reúne os diferentes assistentes de IA do Copilot em uma única interface. Fontes confirmam que o desenvolvimento está em andamento, mas indicam que o screenshot vazado na sexta-feira anterior ao evento é apenas um mockup preparado para as demonstrações do Build.

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A imagem vazada também mostra uma prévia do Microsoft Scout, descrito como um novo agente de IA baseado no trabalho interno da Microsoft chamado OpenClaw. O super app do Copilot não estará disponível durante o Build, já que a empresa ainda está no processo de criação. A previsão é que ele chegue em prévia somente no final do verão no hemisfério norte.

GitHub sob pressão

O GitHub também deve ser tema no Build. A plataforma enfrenta uma série de problemas: onda de saídas, instabilidades e incidentes de segurança, com desenvolvedores de alto perfil passando a levantar alertas sobre a situação. Parte da organização do Build está sendo conduzida pela equipe do GitHub, e a expectativa é de que a Microsoft aborde os problemas da plataforma durante o evento.

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Anthropic paga bilhões à SpaceX e negocia com Microsoft para expandir infraestrutura de IA

A Anthropic, empresa de inteligência artificial, conduz negociações com a Microsoft para acesso a chips de servidores de IA, conforme informações divulgadas nesta quarta-feira (21) pelo The Information. A iniciativa busca aumentar sua capacidade de processamento para sustentar a demanda crescente por seus modelos Claude.

Em paralelo, a companhia firmou um contrato de larga escala para utilização de centros de dados associados à SpaceX, localizados em Memphis, nos Estados Unidos. O acordo envolve pagamentos anuais estimados em 15 bilhões de dólares.

As duas movimentações indicam a intensificação da disputa por infraestrutura computacional no setor de IA, com contratos que combinam expansão de capacidade e mecanismos de flexibilidade operacional.

Para quem tem pressa:

  • A Anthropic busca ampliar sua capacidade de IA negociando acesso a chips da Microsoft e avançando em novas parcerias de infraestrutura;
  • A empresa também fechou um acordo de US$ 15 bilhões por ano com data centers ligados à SpaceX em Memphis até 2029;
  • Os contratos incluem cláusulas de ajuste e saída rápida, refletindo a disputa global por poder computacional em IA.

Expansão da base computacional e contratos de grande escala

Fachada da Microsoft – Imagem: Tang Yan Song/Shutterstock

As tratativas com a Microsoft envolvem o uso de chips desenvolvidos para infraestrutura de inteligência artificial, conhecidos internamente como Maia.

Esses componentes fazem parte da estratégia da empresa de tecnologia para reduzir dependência de fornecedores externos e ampliar sua atuação no mercado de hardware para IA. No caso da Anthropic, o objetivo é utilizar esse tipo de recurso para executar seus modelos Claude com maior escala.

No outro eixo de sua estratégia, a empresa fechou um acordo com a SpaceX para acesso a centros de dados conhecidos como Colossus I e Colossus II.

O contrato estabelece pagamentos de aproximadamente 1,25 bilhão de dólares por mês (isto é, 15 bilhões anualmente), com vigência até 2029. O arranjo prevê ajustes de custo durante a fase inicial de expansão da capacidade operacional.

Fachada da Starbase, da Spacex
SpaceX – Imagem: Findaview/Shutterstock

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O acordo também inclui uma cláusula que permite a qualquer uma das partes encerrar a parceria mediante aviso prévio de 90 dias. Segundo informações vinculadas ao documento regulatório da SpaceX, o volume financeiro do contrato tem potencial para se aproximar ou até superar parte relevante da receita anual da empresa em 2025.

Além disso, o cenário descrito aponta para uma pressão crescente sobre empresas de IA na busca por poder computacional, em um ambiente marcado por limitações de infraestrutura e expansão acelerada de demanda.

Em declarações associadas ao tema, foi mencionado que a oferta de capacidade de processamento em larga escala está se tornando um componente estratégico central nesse mercado.

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Microsoft cancela licenças do Claude Code para desenvolvedores

A Microsoft está cancelando a maioria das licenças do Claude Code da Anthropic e direcionando milhares de seus desenvolvedores para o GitHub Copilot CLI. A decisão marca o fim de um experimento de seis meses que permitiu que funcionários da empresa experimentassem a ferramenta de codificação baseada em inteligência artificial (IA).

A empresa havia aberto acesso ao Claude Code em dezembro, convidando milhares de desenvolvedores internos a usar a ferramenta de codificação da Anthropic diariamente. O objetivo era permitir que gerentes de projetos, designers e outros funcionários experimentassem programação pela primeira vez. Segundo fontes, o Claude Code se tornou muito popular dentro da Microsoft nos últimos seis meses.

Microsoft faz transição forçada para o GitHub Copilot CLI

  • Apesar da popularidade, a Microsoft está planejando remover a maioria das licenças do Claude Code e direcionar desenvolvedores para o Copilot CLI;
  • A ferramenta da Anthropic acabou prejudicando a adoção do novo GitHub Copilot CLI da Microsoft — uma versão de linha de comando do GitHub Copilot que funciona fora de aplicações de desenvolvimento, como o Visual Studio Code;
  • A equipe Experiences + Devices da Microsoft, que inclui engenheiros responsáveis pelo Windows, Microsoft 365, Outlook, Microsoft Teams e Surface, está encerrando o uso do Claude Code até o final de junho;
  • Fontes indicaram ao The Verge que os engenheiros estão sendo encorajados a migrar seus fluxos de trabalho para o GitHub Copilot CLI nas próximas semanas, antes do prazo final.

A Microsoft está comunicando aos funcionários que a decisão visa convergir para o Copilot CLI como principal ferramenta de interface de linha de comando across a divisão Experiences + Devices. No entanto, fontes revelam que a decisão também tem motivação financeira.

“Quando começamos a oferecer o Copilot CLI e o Claude Code, nosso objetivo era aprender rapidamente, avaliar as ferramentas em fluxos de trabalho de engenharia reais e entender o que melhor atendia às nossas equipes”, diz Rajesh Jha, vice-presidente executivo do grupo de experiências e dispositivos da Microsoft, em memorando interno visto pelo Notepad.

“O Claude Code foi uma parte importante desse aprendizado… Ao mesmo tempo, o Copilot CLI nos proporcionou algo especialmente importante: um produto que podemos ajudar a moldar diretamente com o GitHub para os repositórios, fluxos de trabalho, expectativas de segurança e necessidades de engenharia da Microsoft.”

A mudança do uso do Claude Code para o GitHub Copilot promete ser um processo complicado para os engenheiros da Microsoft. Nos últimos meses, a empresa vinha incentivando até mesmo funcionários sem experiência em programação a utilizarem o Claude Code, permitindo que profissionais, como designers e gerentes de projeto, criassem protótipos com a ferramenta.

Em um primeiro momento, a estratégia da Microsoft também previa que os funcionários utilizassem simultaneamente o Claude Code e o GitHub Copilot. O objetivo era comparar o desempenho das duas plataformas e coletar feedback interno sobre a experiência de uso.

Apesar do encerramento, a relação entre Anthropic e Microsoft segue inabalada – Imagem: Mehaniq/Shutterstock

Segundo o Verge, os próprios desenvolvedores da Microsoft passaram a demonstrar preferência pelo Claude Code em vez do GitHub Copilot CLI nos últimos meses. Ainda de acordo com o relato, persistem diferenças e limitações entre os dois produtos que agora precisam ser solucionadas pela companhia.

A Microsoft chegou a considerar a aquisição da Cursor — que, recentemente, fechou acordo de cooperação com a SpaceX — nos últimos meses como forma de diminuir a distância em relação ao GitHub Copilot.

Posteriormente, porém, a empresa teria começado a avaliar outras startups de IA para fortalecer suas ambições no setor e evitar possíveis obstáculos regulatórios. “Estamos trabalhando em estreita colaboração com o GitHub e continuamos a aprimorar o Copilot CLI para engenheiros da Microsoft”, afirma Jha.

“A equipe do GitHub já implementou melhorias significativas com base no feedback da Microsoft, e a Experiences + Devices continuará intimamente envolvida na definição do produto. Essa é uma responsabilidade compartilhada entre o GitHub e a liderança da E+D: tornar o Copilot CLI a melhor experiência de programação orientada a agentes para engenheiros da Microsoft.

Os modelos da Anthropic continuarão acessíveis por meio do Copilot CLI, bem como modelos internos da Microsoft e a gama de modelos da OpenAI. A Microsoft também está incentivando os desenvolvedores a enviar relatórios de bugs e feedbacks sobre o Copilot CLI antes do fim do uso do Claude Code.

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Estreita parceria

A Microsoft se consolidou rapidamente, no início deste ano, como um dos principais clientes da Anthropic e, segundo relatos, chegou até mesmo a contabilizar a comercialização dos modelos de IA da empresa em suas próprias metas de vendas do Azure.

Em novembro, as duas companhias também firmaram um acordo que permite aos clientes do Microsoft Foundry acessar os modelos Claude Sonnet 4.5, Claude Opus 4.1 e Claude Haiku 4.5.

A decisão de cancelar as licenças do Claude Code não afeta o acordo envolvendo o Foundry. Ainda assim, funcionários da Microsoft continuam demonstrando preferência pelos modelos Claude em aplicações do Microsoft 365 e no Copilot, já que essas ferramentas têm apresentado desempenho superior ao das soluções da OpenAI em determinadas tarefas.

Recentemente, a Microsoft também colaborou de forma estreita com a Anthropic para integrar ao Microsoft 365 Copilot a tecnologia utilizada no Claude Cowork.

Com isso, cresce a pressão sobre a equipe do GitHub, pertencente à Microsoft, para aprimorar o Copilot CLI e, ao mesmo tempo, superar o Claude Code. No ano passado, a Microsoft informou que 91% de suas equipes de engenharia utilizavam o GitHub Copilot. Entretanto, o crescimento do uso do Claude Code nos últimos seis meses aparentemente afetou esse índice.

Agora, a empresa busca reverter esse cenário e fazer com que seus próprios engenheiros voltem a concentrar esforços no desenvolvimento de sua ferramenta de programação baseada em IA.

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Brasil é destaque no uso avançado de IA no trabalho, segundo Microsoft

O Brasil aparece entre os países mais avançados na adoção prática de inteligência artificial no ambiente corporativo, segundo o Work Trend Index 2026, estudo divulgado pela Microsoft neste mês. A pesquisa aponta que o país tem proporcionalmente mais profissionais considerados “de fronteira” no uso de IA do que mercados como Estados Unidos, Japão e Índia.

De acordo com o relatório, 27% dos trabalhadores brasileiros que utilizam IA já atuam em níveis considerados avançados pela empresa. Esse grupo reúne profissionais capazes de automatizar fluxos de trabalho com agentes de IA, criar sistemas multiagentes, reformular rotinas e identificar processos repetitivos que podem ser automatizados.

Além disso, esses usuários também ajudam a estabelecer padrões internos para o uso da tecnologia dentro das equipes. Globalmente, os chamados “Frontier Professionals” representam, em média, 16% dos usuários de IA.

A pesquisa foi baseada em trilhões de sinais de produtividade anonimizados do Microsoft 365, além de entrevistas com 20 mil trabalhadores em dez países.

Outro dado que colocou o Brasil em destaque foi a velocidade da transformação no cotidiano profissional. Segundo o estudo, 72% dos brasileiros afirmam desempenhar hoje atividades que não realizavam há um ano por causa da inteligência artificial. A média global é de 58%.

Entre os profissionais classificados como mais avançados no uso da tecnologia, esse índice chega a 80%.

Relatório da Microsoft analisa impacto da IA no mercado de trabalho ao redor do mundo – Imagem: gguy/Shutterstock

Adoção de IA: profissionais x empresas

O levantamento sugere que parte dessa aceleração pode estar relacionada à pressão sentida pelos trabalhadores diante do avanço da IA. No Brasil, quase 80% afirmam temer ficar para trás caso não aprendam rapidamente a utilizar essas ferramentas no trabalho. No cenário global, esse percentual é de 65%.

Apesar do avanço no uso da tecnologia, a pesquisa indica que as empresas ainda não acompanham o mesmo ritmo de transformação. A Microsoft afirma existir um descompasso crescente entre aquilo que os profissionais já conseguem fazer com IA e o quanto as organizações estão preparadas para sustentar essa mudança do ponto de vista estrutural.

Segundo o relatório, os fatores organizacionais (como cultura corporativa, apoio da liderança e gestão de talentos) têm impacto mais do que duas vezes maior no sucesso da adoção da IA do que fatores individuais. A influência institucional representa 67% do impacto total, enquanto aspectos ligados ao comportamento e mentalidade dos trabalhadores respondem por 32%.

Para a empresa, o principal gargalo deixou de ser falta de habilidade técnica dos funcionários e passou a ser a capacidade das organizações de redesenhar o trabalho para incorporar a inteligência artificial.

O estudo também aponta uma mudança na forma como a IA está sendo utilizada dentro das empresas. Em vez de substituir pensamento crítico, a tecnologia estaria assumindo tarefas operacionais e liberando profissionais para funções mais estratégicas.

Uma análise de mais de 100 mil interações no Microsoft 365 Copilot mostrou que 49% das conversas envolvendo IA estão relacionadas a trabalho cognitivo, incluindo análise de informações, resolução de problemas, avaliação e criatividade. Nesse contexto, as habilidades humanas consideradas mais importantes passam a ser justamente aquelas ligadas à supervisão da própria IA.

Segundo os entrevistados, as competências mais valorizadas em um ambiente cada vez mais automatizado são o controle de qualidade das respostas geradas pela IA, citado por 50% dos participantes, e o pensamento crítico, apontado por 46%.

Relatório Anual do Índice de Tendências de Trabalho de 2026 da Microsoft
Principal impacto da IA no mercado de trabalho é em fatores organizacionais, como cultura corporativo, gestão e gerenciamento de talentos – Imagem: Relatório Anual do Índice de Tendências de Trabalho de 2026 da Microsoft

IA torna ambiente de trabalho mais inseguro

O relatório também identificou um conflito crescente dentro das empresas: embora exista pressão para acelerar a adoção da inteligência artificial, muitos profissionais ainda sentem receio de transformar radicalmente seus processos de trabalho.

Globalmente, 45% afirmam que ainda consideram mais seguro manter o foco nas metas atuais do que reformular completamente suas rotinas em torno da IA.

Além disso, o reconhecimento corporativo pela reinvenção ainda parece limitado. No Brasil, apenas 16% dos profissionais dizem ser recompensados por usar IA para transformar sua forma de trabalhar e gerar mais resultados. Na média global, esse índice cai para 13%.

Outro ponto destacado pela Microsoft é o crescimento acelerado do uso de agentes de IA dentro do ecossistema Microsoft 365. O número dessas ferramentas aumentou 15 vezes em um ano e chegou a crescer 18 vezes nas grandes empresas.

Segundo a companhia, as organizações mais avançadas não estão apenas adotando inteligência artificial, mas redesenhando completamente a forma como o trabalho é executado.

O relatório conclui que as empresas mais competitivas serão aquelas capazes de transformar aprendizado contínuo em parte central da operação, utilizando IA não apenas como ferramenta de produtividade, mas como base para novos modelos organizacionais.

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Pentágono fecha acordo com sete empresas para uso militar da IA; Anthropic ficou de fora

O Departamento de Defesa dos Estados Unidos formalizou acordos com sete empresas de tecnologia para integrar ferramentas de inteligência artificial em seus sistemas. A iniciativa marca um novo passo na estratégia do Pentágono para ampliar o uso de IA em operações militares e acelerar a adoção no dia a dia das Forças Armadas.

As sete companhias são: OpenAI, Google, Microsoft, Amazon Web Services (AWS), NVIDIA, SpaceX e a startup Reflection AI. Com os contratos, o governo americano passa a utilizar modelos e plataformas dessas empresas em ambientes confidenciais, incluindo redes de alto nível de segurança conhecidas como Níveis de Impacto 6 e 7.

Segundo o Departamento de Defesa, a medida busca ampliar o acesso de militares a ferramentas de ponta. A principal plataforma interna do órgão, a GenAI.mil, já foi utilizada por mais de 1,3 milhão de funcionários em apenas cinco meses de operação.

A expansão ocorre em meio a uma corrida global por aplicações militares de IA. Empresas do Vale do Silício têm demonstrado maior disposição em colaborar com o governo americano, aceitando condições para o uso de suas tecnologias em contextos de defesa. Para autoridades, o objetivo é garantir vantagem estratégica frente às rivais.

Anthropic foi classificada como risco à cadeia de suprimentos e está impedida de fechar contratos governamentais – Imagem: Photo For Everything/Shutterstock

Anthropic ficou de fora

Apesar da ampliação da lista de parceiros, uma ausência chama atenção: a Anthropic. A empresa, que já teve seus modelos amplamente utilizados em ambientes militares, foi recentemente classificada pelo Pentágono como um risco à cadeia de suprimentos, após divergências sobre as regras de uso de suas ferramentas. O Olhar Digital explicou a briga aqui.

A disputa entre a startup e o governo se arrasta há meses. Durante esse período, o governo dos EUA passou a priorizar alternativas para reduzir a dependência de um único fornecedor.

Em declarações recentes, Emil Michael , subsecretário de defesa para pesquisa e engenharia e ex-executivo de tecnologia, afirmou que a Anthropic ainda representa um risco, mas que o modelo Mythos é um “momento de segurança nacional à parte”.

O cenário, no entanto, pode mudar. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sinalizou recentemente que a desenvolvedora está “melhorando” aos olhos da administração, o que pode abrir caminho para uma eventual reversão da restrição e um novo acordo com o Pentágono.

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Pentágono não quer depender de uma única empresa – Imagem: Keith J Finks/Shutterstock

Pentágono na corrida pela IA militar

Os novos acordos também refletem diferentes abordagens tecnológicas. Enquanto empresas como OpenAI e Google operam majoritariamente com modelos fechados, a inclusão da Nvidia e da Reflection indica o interesse crescente do Pentágono em soluções de código aberto. Esses modelos permitem maior personalização e transparência, características vistas como estratégicas em aplicações militares.

“A segurança é francamente aprimorada com o código aberto”, disse Jensen Huang, CEO da NVIDIA, ao defender esse tipo de abordagem em contextos de segurança nacional.

Ao mesmo tempo, empresas envolvidas nos contratos afirmam ter estabelecido limites para o uso de suas tecnologias, incluindo restrições relacionadas a vigilância em massa e armamentos autônomos. O Departamento de Defesa, por sua vez, declarou que seguirá as leis e diretrizes aplicáveis no uso dessas ferramentas.

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Stellantis aposta na IA da Microsoft com acordo de 5 anos

A Stellantis e a Microsoft anunciaram nesta quinta-feira uma parceria estratégica de cinco anos para co-desenvolver capacidades de inteligência artificial (IA), cibersegurança e engenharia. O movimento ocorre em meio à corrida das montadoras para acompanhar concorrentes mais focados em tecnologia.

Software e serviços baseados em dados têm ganhado papel central nas estratégias de longo prazo do setor automotivo, especialmente com o avanço de montadoras chinesas no desenvolvimento de recursos voltados a atrair consumidores em diferentes mercados.

Microsoft firmou parceria com a Stellantis para desenvolver capacidades de IA – Imagem: Tang Yan Song/Shutterstock

Montadoras tradicionais, que historicamente enfrentam dificuldades para desenvolver software internamente, vêm ampliando parcerias com empresas de tecnologia para acelerar esse processo.

“Por meio da nossa colaboração com a Microsoft, estamos acelerando nosso avanço em IA em toda a empresa”, afirmou Ned Curic, diretor de Engenharia e Tecnologia da Stellantis, em comunicado conjunto.

Mais de 100 iniciativas conjuntas

A parceria amplia uma relação já existente entre as empresas, que anteriormente colaboraram em plataformas de veículos conectados e serviços digitais embarcados.

Pelo novo acordo, equipes conjuntas irão desenvolver mais de 100 iniciativas de IA. Os projetos abrangem áreas como desenvolvimento e validação de produtos, manutenção preditiva, testes e aceleração do lançamento de recursos e serviços digitais.

A colaboração também prevê o fortalecimento do centro global de defesa cibernética da Stellantis. A proposta é utilizar análises baseadas em IA para prevenir ameaças e proteger veículos, dados de clientes e operações em escala global.

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Parceria com a Microsoft prevê mais de 100 iniciativas de IA voltadas ao desenvolvimento, testes e serviços digitais da Stellantis – Imagem: jetcityimage/iStock

Modernização da infraestrutura de TI

O centro de defesa cibernética deverá cobrir sistemas de TI, veículos conectados, unidades de fabricação e produtos digitais, integrando funções de segurança a aplicativos móveis e serviços embarcados.

Como parte da parceria, a Stellantis também pretende acelerar a modernização de sua infraestrutura de TI na plataforma de nuvem Azure, da Microsoft. A meta é reduzir em 60% a presença de data centers até 2029. Os detalhes financeiros do acordo não foram divulgados.

A Stellantis já vinha recorrendo a parcerias tecnológicas para apoiar suas ambições em software e oferecer experiências mais personalizadas aos motoristas. No entanto, a empresa também tem revisado algumas dessas iniciativas enquanto busca melhorar vendas e qualidade de seus veículos. No ano passado, a Reuters informou que o acordo da montadora com a Amazon para software embarcado estava sendo encerrado.

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Microsoft testa bots de IA semelhantes ao OpenClaw no 365 Copilot

A Microsoft está explorando formas de integrar recursos similares ao OpenClaw no 365 Copilot, segundo reportagem do The Information. Os testes fazem parte dos esforços para fazer o assistente de IA da 365 Copilot “funcionar autonomamente 24 horas por dia” enquanto completa tarefas em nome dos usuários.

Omar Shahine, vice-presidente corporativo da Microsoft, confirmou ao The Information que a empresa está “explorando o potencial de tecnologias, como o OpenClaw, em um contexto empresarial“. O OpenClaw é uma plataforma de código aberto que permite aos usuários criar agentes de IA que funcionam localmente no dispositivo do usuário.

OpenClaw: preocupações de segurança e implementação empresarial

  • A plataforma OpenClaw ganhou popularidade no início deste ano, mas, desde então, levantou uma série de sérias preocupações de segurança;
  • Fontes informaram ao The Information que a Microsoft está confiante de que pode implementar versões “mais seguras” da ferramenta;
  • A versão sempre ativa do 365 Copilot poderia, segundo as fontes, fazer coisas, como monitorar a caixa de entrada do Outlook e o calendário de um usuário, e apresentar uma lista de tarefas sugeridas diariamente;
  • A Microsoft também está explorando agentes similares ao OpenClaw adaptados para certas funções, como marketing, vendas e contabilidade, para “limitar as permissões que o agente precisa“, isolando-os de outras partes de um negócio.
OpenClaw se mostra prático por automatizar tarefas, mas já entrou em polêmicas por conta disso – Imagem: Koshiro K/Shutterstock

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Conforme observado pelo The Information, a Microsoft pretende apresentar algumas dessas funcionalidades durante sua conferência Build, que começa em 2 de junho.

No ano passado, a Anthropic lançou integrações com seu chatbot Claude dentro dos serviços Microsoft 365, além de trazer sua ferramenta Claude Cowork para o Copilot para ajudar a completar “tarefas de múltiplas etapas e longa duração“.

Trazer capacidades similares ao OpenClaw para o Copilot pode ajudar a Microsoft a recuperar alguns dos clientes que perdeu para serviços rivais.

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Microsoft diz que Copilot é “apenas para entretenimento”

A Microsoft tem sido alvo de comentários nas redes sociais por causa dos termos de uso do Copilot, que incluem um aviso direto sobre as limitações da ferramenta. O documento, que teria sido atualizado pela última vez em 24 de outubro de 2025, afirma que o sistema deve ser utilizado com cautela.

Apesar do foco da empresa em ampliar a adoção do Copilot entre clientes corporativos, o conteúdo desses termos chamou atenção ao destacar que a ferramenta não deve ser considerada confiável para orientações importantes.

Copilot apresenta mensagem dizendo ser apenas para “fins de entretenimento” – Imagem: Primakov/Shutterstock

Aviso sobre uso do Copilot

Nos termos de uso, a Microsoft afirma que o Copilot é “apenas para fins de entretenimento”. O texto também alerta que a ferramenta pode cometer erros e não funcionar como esperado.

A empresa orienta os usuários a não confiarem no Copilot para conselhos importantes e reforça que o uso ocorre por conta e risco de quem acessa o serviço.

Atualizações nos termos

Em declaração ao PCMag, um porta-voz da Microsoft informou que a empresa pretende atualizar o que classificou como “linguagem legada” presente nesses termos.

Segundo o representante, com a evolução do produto, esse trecho já não reflete como o Copilot é utilizado atualmente e deverá ser alterado em uma próxima atualização.

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Avisos semelhantes em outras empresas

O uso desse tipo de ressalva não é exclusivo da Microsoft. De acordo com o Tom’s Hardware, outras empresas de inteligência artificial também adotam orientações semelhantes.

A OpenAI, por exemplo, afirma que suas respostas não devem ser usadas como “única fonte de verdade ou informação factual”, enquanto a xAI recomenda que os usuários não tratem os resultados como “a verdade”.

Logo da OpenAI em um smartphone
OpenAI também tem mensagem de alerta em seus produtos – Imagem: Thrive Studios ID/Shutterstock

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Microsoft foca em superinteligência e lança novo modelo de voz

A Microsoft está redirecionando parte de sua estratégia em inteligência artificial (IA) sob a liderança de Mustafa Suleyman, atual CEO de IA da empresa. Após uma reestruturação anunciada em meados de março, o executivo transferiu algumas responsabilidades e passou a concentrar seus esforços no desenvolvimento de superinteligência.

Segundo Suleyman, essa mudança já vinha sendo planejada há meses e ganhou tração após a renegociação do contrato com a OpenAI. “Esse tem sido um plano de longa data”, afirmou. Para ele, o conceito de superinteligência está diretamente ligado à capacidade de modelos entregarem valor prático para empresas e usuários.

Embora termos como superinteligência e inteligência geral artificial (AGI) ainda tenham definições em aberto na indústria, o executivo afirma que o foco da Microsoft está em aplicações concretas. A meta é atender desenvolvedores, empresas e consumidores com modelos de linguagem capazes de gerar resultados em escala.

Novo modelo de transcrição

A Microsoft apresentou o MAI-Transcribe-1, um modelo de transcrição que, segundo a empresa, avança no reconhecimento de fala. De acordo com Suleyman, a tecnologia opera com cerca de metade do custo de GPU em comparação com outros modelos de ponta, o que representa economia operacional.

O modelo foi desenvolvido para lidar com condições adversas de áudio, como ruído de fundo, baixa qualidade e sobreposição de falas. Ele é capaz de transcrever reuniões, gerar legendas para vídeos e analisar interações em call centers em 25 idiomas.

O treinamento envolveu uma combinação de transcrições revisadas por humanos e conteúdos gerados por máquinas. Os dados incluem gravações em estúdios controlados, além de áudios captados em ambientes com ruído, como ruas movimentadas e cenários domésticos, além de dados públicos disponíveis na internet.

Estratégia e desenvolvimento

A reestruturação da Microsoft também unificou equipes voltadas para consumidores e empresas sob a marca Copilot. Com isso, parte das operações passou a ser liderada por Jacob Andreou, enquanto Suleyman direciona seu foco para o desenvolvimento de novos modelos de fronteira.

Microsoft unificou equipes voltadas para consumidores sob a marca Copilot – Imagem: Mijansk786 / Shutterstock

O MAI-Transcribe-1 passa a integrar o portfólio da empresa ao lado dos modelos MAI-Voice-1 e MAI-Image-2, disponíveis na plataforma Microsoft Foundry e no novo Microsoft AI Playground. Segundo a empresa, é a primeira vez que esses modelos estão amplamente disponíveis para uso comercial.

Suleyman atribui parte do desempenho do novo modelo a uma equipe reduzida, com cerca de dez pessoas, dedicada exclusivamente ao desenvolvimento. Segundo ele, o grupo opera com menos interferência burocrática, enquanto outras equipes dão suporte em tarefas como coleta de dados e gestão de fornecedores.

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Visão para o futuro

A estratégia da Microsoft também acompanha movimentos de outras empresas do setor, como Meta, Amazon e Google, que vêm testando estruturas organizacionais mais enxutas para acelerar o desenvolvimento de IA.

Suleyman afirma que o objetivo é criar sistemas de IA centrados no usuário. “Todos terão um assistente de IA no bolso, de classe mundial, responsável e alinhado aos seus interesses”, disse. A proposta, segundo ele, é oferecer ferramentas que atuem diretamente em benefício dos usuários.

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Microsoft reorganiza Copilot e muda liderança da área de IA

A Microsoft anunciou uma reorganização interna nas equipes responsáveis pelas diferentes versões do seu assistente de inteligência artificial, o Copilot. A mudança, comunicada pelo CEO Satya Nadella em um memorando interno, elimina a separação entre as equipes voltadas ao segmento corporativo e ao consumidor comum, que segundo funcionários gerava uma experiência fragmentada e confusa para os usuários.

Com a reestruturação, a empresa passa a adotar uma única experiência de produto que abrange tanto aplicações empresariais quanto de consumo. Nadella afirmou que o novo modelo permitirá entregas mais coerentes e competitivas, com capacidade de evoluir conforme os modelos de IA avançam. O CEO também reforçou que os modelos de inteligência artificial são mais críticos do que nunca para o sucesso da companhia na próxima década. As informações são do Wall Street Journal.

Mudança foi comunicada pelo CEO da companhia, Satya Nadella (Imagem: QubixStudio / Shutterstock.com)

Novos papéis na liderança

A reorganização redefine as responsabilidades de executivos-chave. Jacob Andreou, que até então liderava produto e crescimento da Microsoft AI, assume o cargo de vice-presidente executivo do Copilot, passando a responder pelo design, produto, crescimento e engenharia da solução.

Mustafa Suleyman, CEO da Microsoft AI — contratado em 2024 para liderar o Copilot voltado ao consumidor —, passará a concentrar seus esforços nos modelos de IA proprietários da empresa e na busca pelo que a companhia denomina superinteligência. Os aplicativos do Microsoft 365 ficarão sob responsabilidade de um grupo de executivos que inclui Ryan Roslansky, CEO do LinkedIn e vice-presidente executivo da Microsoft.

Desafios de adoção e concorrência

A reestruturação acontece em um momento de pressão crescente. Em fevereiro, a Microsoft divulgou ter comercializado 15 milhões de assentos do Microsoft 365 Copilot — número modesto diante de uma base total de mais de 450 milhões de assentos pagos do Microsoft 365. No segmento de consumo, a empresa registrou mais de 150 milhões de usuários ativos mensais do Copilot em suas plataformas.

Os concorrentes seguem na frente: o Gemini, do Google, ultrapassa 650 milhões de usuários mensais, enquanto o ChatGPT registra cerca de 900 milhões de usuários ativos semanais. Pesquisas internas da Microsoft apontaram que os usuários se mostram confusos com as múltiplas versões do produto, reflexo direto dos silos organizacionais entre as equipes.

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Copilot corre atrás de concorrentes como Gemini e ChatGPT (Imagem: jackpress / Shutterstock.com)

O esforço para desenvolver modelos proprietários competitivos também enfrentou obstáculos. Segundo o Wall Street Journal, o processo foi prejudicado por escassez de capacidade computacional, e os modelos da Microsoft ficaram atrás dos concorrentes em testes de benchmark.

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Novos recursos e aposta na monetização

Para ampliar a base de usuários do Copilot voltado ao consumidor, a Microsoft vem investindo em novas funcionalidades. Entre elas, uma ferramenta anunciada recentemente que permite ao chatbot oferecer orientações personalizadas de saúde com base no histórico médico de cada usuário.

No balanço financeiro mais recente, a companhia informou estar destinando mais capacidade computacional para aprimorar seus produtos Copilot, após ganhar maior confiança em sua capacidade de monetizá-los.

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