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EUA acusam empresa chinesa de IA de “roubar” tecnologia da Anthropic

O governo dos Estados Unidos acusou a startup chinesa Moonshot AI de ter utilizado informações extraídas do modelo de inteligência artificial Fable, da Anthropic, para desenvolver sua nova geração de sistema, o Kimi K3. A denúncia foi apresentada por Michael Kratsios, principal autoridade de tecnologia da Casa Branca, em uma publicação na rede social X.

Segundo as autoridades americanas, a empresa chinesa também teria obtido servidores equipados com chips avançados da Nvidia, incluindo unidades GB300, que teriam sido usados fora da China para treinamento de modelos de inteligência artificial. As acusações foram divulgadas em Washington, nesta quarta-feira (22).

A Casa Branca afirma que a prática faria parte de uma estratégia de aquisição indevida de tecnologia desenvolvida por empresas americanas de IA. A Reuters, a Moonshot AI e a Embaixada da China em Washington não haviam apresentado resposta aos pedidos de comentário até a publicação da denúncia.

Acusações envolvem transferência de conhecimento e disputa tecnológica entre EUA e China

Outdoor Anthropic – Imagem: PhotoGranary02/Shutterstock

Michael Kratsios, responsável pela área de tecnologia da Casa Branca, afirmou que a Moonshot AI teria realizado um processo conhecido como destilação de modelos, técnica que permite treinar sistemas menores a partir das respostas geradas por modelos mais avançados.

Temos informações de que a Moonshot AI destilou o Fable da Anthropic para o desenvolvimento de seu modelo K3. A destilação industrial clandestina em larga escala destinada a roubar tecnologia proprietária dos Estados Unidos e enfraquecer a pesquisa americana é inaceitável”, disse Kratsios online.

A destilação é uma técnica utilizada no desenvolvimento de inteligência artificial para reduzir custos de treinamento, aproveitando resultados produzidos por sistemas mais complexos. De acordo com o Departamento de Estado americano, esse método teria sido empregado por empresas chinesas para criar modelos com desempenho semelhante em determinados testes, mas sem reproduzir completamente as capacidades dos sistemas originais.

O governo dos Estados Unidos já havia demonstrado preocupação com esse tipo de prática. Um documento diplomático citado pela Reuters indicou que o Departamento de Estado orientou uma mobilização internacional para alertar sobre supostos esforços de empresas chinesas, incluindo a Moonshot AI, para obter propriedade intelectual de laboratórios americanos de inteligência artificial.

A disputa ocorre em meio ao avanço acelerado do setor chinês de inteligência artificial. A Moonshot AI apresentou o Kimi K3 como um modelo de código aberto com 2,8 trilhões de parâmetros, descrito pela empresa como um dos maiores sistemas desse tipo no mundo e com desempenho próximo ao Fable, da Anthropic.

Modelo de inteligência artificial Kimi K3 é um chatbot da empresa Moonshot
Modelo de inteligência artificial Kimi K3 é um chatbot da empresa Moonshot – (Reprodução: Samuel Boivin/Shutterstock)

Além das acusações relacionadas ao desenvolvimento do modelo, a administração americana também afirmou que a companhia chinesa teria adquirido servidores equipados com chips Nvidia GB300 e utilizado esses equipamentos na Tailândia, possivelmente para treinamento de seus sistemas.

A alegação sobre o uso de hardware avançado da Nvidia ocorre após autoridades americanas levantarem preocupações semelhantes envolvendo a startup chinesa DeepSeek. Segundo um funcionário do governo Trump, que não foi identificado, um modelo recente da empresa teria sido treinado com chips avançados da Nvidia, o que poderia representar violação das restrições americanas de exportação.

A Anthropic, empresa responsável pelo Fable, aparece no centro da disputa por desenvolver alguns dos modelos de inteligência artificial considerados mais avançados. Segundo o texto-base, os modelos Fable e Mythos chegaram a ser retirados de circulação temporariamente pelo governo americano devido a preocupações relacionadas à segurança.

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IA encontra resposta que matemáticos buscavam há 87 anos

Um problema matemático que resistiu por 87 anos teve um desfecho inesperado: uma inteligência artificial ajudou um pesquisador a encontrar um contraexemplo capaz de derrubar uma das conjecturas mais conhecidas da área.

Segundo a New Scientist, a descoberta feita pelo matemático Levent Alpöge pode ser o caso mais complexo já resolvido com participação significativa de uma IA na matemática.

IA encontra falha em uma das maiores conjecturas da matemática moderna. Imagem: PeachShutterStock/Shutterstock

Conjectura de 1939 é derrubada por uma linha matemática

Alpöge, pesquisador da Universidade Harvard, publicou em 19 de julho, na rede social X, um contraexemplo de apenas 216 caracteres que contradiz a chamada conjectura de Jacobiano.

Formulada pelo matemático Ott-Heinrich Keller em 1939, a hipótese defendia que determinado tipo de função matemática também deveria funcionar no sentido inverso. O problema atravessou décadas sem uma resposta definitiva e chegou a integrar, em 1998, uma lista de 18 grandes desafios matemáticos para o século XXI criada por Stephen Smale.

Em sua publicação, Alpöge afirmou que contou com a ajuda de seu “amigo próximo Fable”, aparentemente uma referência ao Claude Fable 5, modelo de IA da Anthropic. O pesquisador também agradeceu ao sistema pelo trabalho realizado durante a final da Copa do Mundo.

Logo do Claude Fable
A participação do Fable na pesquisa mostra como modelos de IA começam a influenciar descobertas em áreas como a matemática. – Imagem: Samuel Boivin/Shutterstock

Especialistas destacam avanço da inteligência artificial

Para Abhishek Saha, pesquisador da área de matemática da Queen Mary University of London, o resultado amplia o papel da IA na pesquisa matemática.

“Provavelmente esta é a maior conjectura na qual a IA desempenhou um papel significativo [ao provar ou refutar] até agora na matemática”, afirmou. “Isso é muito importante. A IA fez um progresso notável no último ano.”

Segundo Saha, o contraexemplo publicado é simples de verificar, e diversos matemáticos já confirmaram sua validade. A grande questão agora é entender como a IA chegou ao caminho da solução.

Entre os pontos que chamaram atenção estão:

  • a conjectura permaneceu sem resposta por 87 anos;
  • o contraexemplo possui apenas 216 caracteres;
  • a descoberta derruba a hipótese em determinadas condições;
  • o processo usado pela IA ainda não foi totalmente explicado.

O pesquisador destacou que o resultado surpreendeu porque muitos pesquisadores acreditavam que a conjectura parecia intuitivamente correta.

As pessoas tentavam provar a conjectura porque ela parecia, intuitivamente, muito verdadeira. Não acho que muitos estivessem tentando refutá-la. E agora temos esse contraexemplo em uma única sentença”, disse.

Abhishek Saha, pesquisador da área de matemática da Queen Mary University of London, ao New Scientist.

Schopenhauer, filósofo:
A solução inesperada abre uma nova discussão sobre como humanos e inteligência artificial podem trabalhar juntos na ciência. – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)

Criatividade humana ainda tem papel central

Apesar do impacto da descoberta, o resultado ainda não encerra todas as questões envolvendo a conjectura de Jacobiano. O contraexemplo encontrado por Alpöge derruba a hipótese no caso de três variáveis, mas uma versão equivalente envolvendo apenas duas variáveis ainda pode permanecer válida, mantendo parte do problema em aberto.

Leia mais:

O avanço também reacendeu o debate sobre até onde a inteligência artificial pode chegar na matemática. Para Chris Bowman-Scargill, da Universidade de York, a tecnologia já mostrou capacidade para encontrar soluções em problemas complexos, mas isso não significa que a criatividade humana tenha perdido espaço.

O pesquisador lembra que algumas das maiores conquistas da área exigiram muito mais do que uma resposta final. Ele cita o Último Teorema de Fermat, solucionado por Andrew Wiles em 1994, como exemplo de um problema cuja resolução dependeu da criação de novas teorias matemáticas ao longo de anos de trabalho.

Na mesma linha, Ivan Fesenko, da Westlake University, avalia que modelos de IA cada vez mais avançados devem transformar a pesquisa matemática nos próximos anos. Para ele, a tecnologia pode alterar profundamente a maneira como novos conhecimentos são desenvolvidos, abrindo espaço para uma nova fase da descoberta científica.

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Claude Fable 5 enfrenta limite de uso após superar expectativas da Anthropic

A Anthropic passou a aplicar nesta segunda-feira (20) novas regras de utilização do Claude Fable 5, estabelecendo diferentes condições de acesso conforme o tipo de assinatura dos usuários. A mudança ocorre após dificuldades para manter a disponibilidade estável do modelo desde seu lançamento.

Clientes dos planos Max e Team Premium receberam acesso incluído no pacote, mas com utilização limitada a metade da capacidade padrão. Já os assinantes Pro e Team Standard continuam dependendo de créditos para usar o recurso.

A empresa afirma que a alteração busca tornar a experiência mais previsível enquanto amplia sua infraestrutura computacional para acompanhar a procura pelo modelo. A capacidade poderá ser revista conforme novos recursos forem incorporados.

Entenda a nova política de acesso ao Claude Fable 5

Anthropic é a criadora do chatbot Claude – Imagem: Stockinq/Shutterstock

A partir das novas regras, usuários dos planos Max e Team Premium passaram a contar com o Claude Fable 5 dentro da própria assinatura, porém com uma restrição de uso equivalente a 50% da capacidade considerada padrão do modelo.

Para quem possui os planos Pro e Team Standard, a Anthropic manteve o sistema baseado em créditos. Como parte da transição, a companhia disponibilizou um crédito único de US$ 100 para utilização no Fable 5.

De acordo com a empresa, a alta procura pelo modelo foi o principal motivo para a revisão da política de acesso. A Anthropic informou que a demanda ultrapassou as previsões iniciais e dificultou a manutenção de uma oferta estável do serviço.

Antes da definição das novas condições, o acesso ao modelo passou por períodos de liberação, interrupção e retomada. A companhia também estendeu o período gratuito de uso mais de uma vez enquanto trabalhava na expansão da infraestrutura.

Segundo a Anthropic, a estratégia adotada foi liberar o acesso gradualmente, em vez de disponibilizar o modelo para todos os assinantes de uma única vez. A empresa afirmou que essa decisão teve como objetivo evitar uma experiência prejudicada por limitações técnicas.

Com a implementação das regras atuais, a criadora do Claude pretende reduzir alterações frequentes na disponibilidade do Fable 5 e oferecer maior previsibilidade aos usuários.

O que o Claude Fable 5 tem a oferecer?

notebook com várias linhas coloridas de código na tela
Linhas de um código-fonte – (Reprodução: Chris Ried/Unsplash)

Apresentado pela Anthropic como um modelo de quinta geração da linha Claude, o Fable 5 foi desenvolvido para lidar com tarefas complexas em áreas como programação, análise de informações, interpretação visual e pesquisa científica. A empresa afirma que o sistema supera os modelos anteriores da própria companhia em diversos testes de capacidade, principalmente em atividades que exigem raciocínio prolongado.

Na área de desenvolvimento de software, o modelo ganhou destaque pela capacidade de atuar em projetos extensos. Segundo a Anthropic, testes iniciais mostraram que o Fable 5 conseguiu acelerar processos de engenharia, incluindo uma migração em uma base de código com 50 milhões de linhas que levaria mais de dois meses para ser realizada manualmente por uma equipe.

Outro avanço apontado pela empresa está no chamado trabalho de conhecimento, que envolve análise de documentos, interpretação de gráficos, tabelas e resolução de problemas complexos. Em avaliações voltadas ao raciocínio financeiro e analítico, a Anthropic afirma que o modelo apresentou desempenho superior entre sistemas avaliados.

O Fable 5 também recebeu melhorias na compreensão de imagens. A companhia destaca que o modelo consegue extrair informações precisas de figuras científicas, interpretar elementos visuais complexos e até reconstruir o código de uma aplicação a partir de capturas de tela.

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Após reforçar a segurança, Anthropic consegue liberar seus modelos de IA

Os modelos Fable 5 e Mythos 5 voltaram a ficar disponíveis depois que o governo dos Estados Unidos suspendeu os controles de exportação aplicados à Anthropic. A mudança ocorre menos de três semanas após as restrições impostas por razões de segurança nacional.

A decisão, segundo a Reuters, sinaliza uma tentativa de equilibrar o avanço da inteligência artificial com medidas voltadas à proteção de tecnologias consideradas sensíveis.

Restrição anterior levou a Anthropic a desativar modelos por não conseguir verificar nacionalidade de usuários em tempo real. – Crédito: Saulo Ferreira Angelo/Shutterstock

Mudança amplia o acesso aos modelos

As restrições haviam sido determinadas em 12 de junho e obrigaram a Anthropic a desativar os dois modelos para todos os usuários, já que não havia como verificar a nacionalidade de cada pessoa em tempo real.

Depois de implementar novas salvaguardas, a empresa recebeu autorização para retomar o acesso. O Mythos 5 será disponibilizado gradualmente para parceiros nacionais e internacionais do programa Glasswing, enquanto o Fable 5, desenvolvido para o público em geral, ficará disponível a partir de quarta-feira.

Antes disso, o Mythos 5 havia sido liberado apenas para um grupo restrito de organizações norte-americanas consideradas confiáveis.

Fachada de prédio da Amazon com logo da empresa
Pesquisadores da Amazon encontraram uma forma de contornar proteções do Fable 5 durante testes de segurança em IA. – Imagem: Golden Shrimp/Shutterstock

O que mudou na segurança da IA

A revisão das restrições aconteceu depois que pesquisadores da Amazon encontraram uma forma de contornar as proteções do Fable 5. Em um dos testes, o sistema conseguiu identificar vulnerabilidades de software e produzir um código demonstrando como uma falha poderia ser explorada.

Para evitar novos casos, a Anthropic adotou uma série de medidas:

  • bloqueio do comportamento identificado pelos pesquisadores;
  • encaminhamento das solicitações bloqueadas para o modelo Opus 4.8;
  • criação de padrões para avaliar tentativas de jailbreak;
  • continuidade dos testes de segurança (red-teaming).

A empresa afirmou considerar “provavelmente impossível” tornar qualquer modelo totalmente imune a jailbreaks e alertou para o risco de surgir um método capaz de liberar uma ampla categoria de comportamentos prejudiciais.

Logo da OpenAI em um prédio
OpenAI também sofreu impacto regulatório e adiou lançamento do GPT-5.6 após pedido do governo norte-americano. – Imagem: Stock all/Shutterstock

Cooperação continua sob vigilância

A Anthropic também ampliará a colaboração com o governo dos Estados Unidos e com empresas como Amazon, Microsoft e Google para desenvolver padrões comuns de proteção contra jailbreaks.

Em carta enviada à companhia, o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, informou que a exigência de licença poderá voltar caso as circunstâncias mudem ou os compromissos assumidos deixem de ser cumpridos.

O aumento da fiscalização não se limita à Anthropic. A OpenAI também adiou o lançamento público completo do GPT-5.6 a pedido do governo norte-americano, indicando que modelos avançados de IA continuarão sob análise antes de chegarem a um público mais amplo.

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IA da Anthropic bloqueia até tarefas básicas de cibersegurança

A Anthropic lançou, na terça-feira, o Fable, descrito pela empresa como uma versão pública e limitada do Mythos, seu sistema voltado à segurança digital. O lançamento rapidamente virou alvo de reclamações entre pesquisadores e profissionais da área, que consideram os bloqueios amplos demais até para tarefas simples.

Segundo a TechCrunch, as críticas começaram a aparecer em redes sociais e fóruns especializados. Valentina “Chompie” Palmiotti, pesquisadora de segurança que trabalha na IBM X-Force, escreveu que o Fable “rejeita qualquer requisição que possa ser tangencialmente relacionada a cibersegurança. Até tarefas inócuas, como ler uma postagem de blog”. Outro pesquisador reclamou no X que “até pedir uma revisão de código” aciona as barreiras da plataforma.

Nova IA da Anthropic interrompe conversas ao detectar temas ligados à cibersegurança ou biologia. Imagem: Photo For Everything/Shutterstock – Imagem: Photo For Everything/Shutterstock

O que faz o Fable bloquear pedidos

Quando um prompt ativa os mecanismos internos de proteção, o Fable interrompe a conversa e exibe uma mensagem informando que suas “medidas de segurança sinalizaram esta mensagem por tópicos de cibersegurança ou biologia”. Nesses casos, a ferramenta retorna automaticamente ao Claude Opus 4.8.

A empresa afirma que os filtros existem para evitar que o sistema seja usado na criação de malware ou para invadir softwares — uma preocupação antiga da Anthropic. A companhia também bloqueia pedidos ligados à biologia por receio de uso indevido envolvendo armas biológicas.

Especialistas reclamam dos filtros

Matt Suiche, veterano da área e membro da equipe técnica da Tolmo, startup de segurança digital com IA, disse ao TechCrunch que “se você pede para ele escrever código seguro, ele assume que é trabalho relacionado a cibersegurança em vez de boas práticas de engenharia de software, e você é rebaixado”. Suiche afirmou ainda que o sistema “parece ser baseado em palavras-chave, então qualquer coisa no campo lexical de ‘cibersegurança’ aciona as restrições”.

Mesmo criticando o funcionamento do sistema, Suiche disse entender a postura da empresa. “Ainda estamos nos primeiros dias e eles ainda estão adaptando suas restrições. Tenho certeza de que vão evoluir com o tempo, à medida que a Anthropic e outras empresas de modelos de fronteira colaborarem com a nova geração de empresas de cibersegurança”, afirmou. “É melhor pegar mais pessoas do que pegar de menos quando você faz um lançamento assim, e relaxar as restrições ao longo do tempo.”

Logo da Anthropic em um smartphone
Profissionais da área reclamam que até pedidos considerados inofensivos são barrados pelo Fable. Imagem: JRdes/Shutterstock – Imagem: JRdes/Shutterstock

Como o Mythos chegou ao mercado

O Mythos foi lançado pela Anthropic em abril, inicialmente com acesso restrito a um grupo limitado de empresas e organizações dentro do Projeto Glasswing, iniciativa voltada à proteção de softwares e infraestruturas críticas. Na semana passada, a companhia ampliou o acesso ao sistema para centenas de organizações em 15 países.

Leia mais:

Além dos filtros internos, a Anthropic exige que profissionais da área se inscrevam no Cyber Verification Program. Profissionais aprovados conseguem usar o Claude com menos bloqueios para trabalhos ligados à segurança digital. A OpenAI mantém um programa semelhante chamado Trusted Access for Cyber.

As críticas continuam circulando entre profissionais da área, principalmente por causa dos bloqueios considerados exagerados. A Anthropic não respondeu ao pedido de comentário da reportagem.

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