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ChatGPT testa sistema para identificar extremismo online

Uma nova ferramenta em desenvolvimento na Nova Zelândia pretende identificar sinais de extremismo violento em usuários do ChatGPT e encaminhá-los a serviços de apoio especializados. A proposta combina inteligência artificial com atendimento humano para reduzir riscos de violência.

A iniciativa envolve a startup neozelandesa ThroughLine, que já presta serviços para empresas como OpenAI, Anthropic e Google. O sistema atua quando há indícios de risco, incluindo automutilação, violência doméstica e transtornos alimentares, conectando usuários a redes de suporte.

Pressão sobre segurança impulsiona nova iniciativa

O projeto surge em meio a pressões sobre empresas de IA relacionadas à segurança, especialmente diante de processos judiciais que acusam plataformas de não impedir — ou até incentivar — episódios de violência.

Em fevereiro, a OpenAI foi alvo de uma ameaça de intervenção pelo governo do Canadá, após a revelação de que o autor de um ataque em uma escola havia sido banido da plataforma sem notificação às autoridades. A empresa confirmou à Reuters a parceria com a ThroughLine, mas não detalhou a iniciativa. Anthropic e Google não responderam ao contato da agência.

OpenAI confirmou parceria com a startup neozelandesa – Imagem: Thrive Studios ID/Shutterstock

Parceria busca ampliar prevenção ao extremismo

O fundador da ThroughLine, Elliot Taylor, afirmou à Reuters que a empresa estuda ampliar o serviço para incluir a prevenção ao extremismo violento. A startup negocia uma parceria com o The Christchurch Call, iniciativa criada após o ataque terrorista de 2019 na Nova Zelândia para combater o ódio online.

“É algo que gostaríamos de avançar e fazer um trabalho melhor em termos de cobertura, para então poder dar um suporte melhor às plataformas”, disse Taylor. Não há prazo definido para a implementação.

Atualmente, a ThroughLine mantém uma rede com 1.600 linhas de apoio em 180 países, conectando usuários a serviços locais com atendimento humano após a identificação de sinais de crise por sistemas de IA.

Como funciona o sistema híbrido de apoio

A tecnologia deve operar em um modelo híbrido, com chatbots treinados para interagir com usuários em risco e encaminhá-los para serviços presenciais de saúde mental.

Segundo Taylor, o sistema não utiliza dados de treinamento tradicionais de modelos de linguagem, mas sim orientações de especialistas. Hoje, o serviço ainda está restrito a algumas categorias, embora a empresa observe que o crescimento dos chatbots ampliou o tipo de problemas relatados online, incluindo o extremismo.

Leia mais:

Testes em andamento e desafios da implementação

A ferramenta segue em fase de testes e ainda não tem data de lançamento. O consultor de contraterrorismo Galen Lamphere-Englund, ligado ao The Christchurch Call, afirmou que o sistema pode ser utilizado por moderadores de fóruns de jogos e pais.

Para o pesquisador Henry Fraser, da Universidade de Tecnologia de Queensland, a proposta é relevante ao considerar não apenas o conteúdo, mas também a relação entre usuários e plataformas. Ele ressalta que o sucesso dependerá da qualidade do acompanhamento e dos serviços oferecidos.

Taylor afirmou que medidas como eventuais alertas às autoridades ainda estão em definição e levarão em conta o risco de agravar comportamentos. Segundo ele, usuários em sofrimento tendem a compartilhar online questões que evitariam em interações presenciais.

Um estudo de 2025 do Stern Center for Business and Human Rights, da Universidade de Nova York, aponta que o aumento da moderação pode levar usuários a migrar para plataformas menos reguladas, como o Telegram. Para Taylor, interromper conversas sem oferecer suporte pode deixar pessoas sem assistência.

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OpenAI lança guias no Brasil para uso seguro de IA por adolescentes

A OpenAI, criadora do ChatGPT, anunciou nesta segunda-feira (30) o lançamento de dois guias inéditos em português voltados à segurança digital de jovens no Brasil. Os materiais foram desenvolvidos para auxiliar pais, adolescentes e educadores a utilizarem a inteligência artificial (IA) de maneira responsável, diminuindo riscos e aproveitando o potencial educativo da tecnologia.

O Brasil é o primeiro país fora do eixo de língua inglesa a receber esses recursos. A adaptação para o contexto nacional contou com a curadoria científica do Dr. Cristiano Nabuco de Abreu, psicólogo e referência em saúde mental no país, além de uma parceria com a editora Artmed.

Foco em segurança e controle parental

Os guias detalham as ferramentas de proteção já existentes no ChatGPT, como filtros contra conteúdos violentos ou que promovam padrões de beleza nocivos. Um dos pontos centrais da iniciativa é o reforço dos Controles Parentais, que permitem aos responsáveis:

  • Definir limites de tempo de uso;
  • Monitorar configurações de privacidade;
  • Estabelecer camadas adicionais de proteção adequadas à idade do jovem.

De acordo com Rafaela Nicolazzi, executiva brasileira e Líder de Dados, Privacidade & Proteção do Consumidor da OpenAI, o objetivo é que o empoderamento tecnológico e a proteção caminhem juntos, oferecendo informações claras em uma linguagem acessível para quem não é especialista na área.

Conheça os dois manuais lançados

A iniciativa se divide em dois materiais com focos complementares, disponíveis gratuitamente para download:

1. Guia para famílias e uso responsável

Este documento explica os fundamentos técnicos da IA de forma simples. Ele aborda desde como os modelos são treinados até a importância de verificar informações, já que a IA pode cometer erros (as chamadas “alucinações”). Também ensina a escrever prompts (comandos) melhores e a gerenciar a privacidade dos dados.

2. Dicas para diálogo com adolescentes

Focado no comportamento e na saúde mental, este guia oferece sugestões de como iniciar conversas sobre os limites da tecnologia. O texto incentiva o pensamento crítico e orienta como lidar com temas sensíveis e o bem-estar emocional diante do avanço das ferramentas digitais.

Como baixar os materiais

A parceria com a Artmed visa levar esse conhecimento também aos consultórios. Para o Dr. Cristiano Nabuco, é fundamental que profissionais de saúde saibam orientar as famílias sobre os impactos da IA no dia a dia clínico.

Os materiais podem ser acessados diretamente no portal de Recursos para Famílias da OpenAI ou no site oficial da Artmed.

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OpenAI interrompe planos de lançar ChatGPT erótico

A OpenAI suspendeu indefinidamente o desenvolvimento do “modo adulto” do ChatGPT. A modalidade permitiria ter conversas de natureza sexual com o chatbot, mas foi alvo de críticas dentro da própria desenvolvedora.

A informação foi divulgada pelo site Financial Times. A versão erótica foi arquivada como parte de uma estratégia mais ampla da empresa para focar em seus produtos principais e segue a interrupção do Sora, rede social de vídeos gerados por IA (mais detalhes abaixo).

A decisão ocorre após resistência interna de funcionários e investidores preocupados com os possíveis efeitos nocivos do conteúdo sexualizado de IA na sociedade. De acordo com o FT, a OpenAI quer dedicar mais tempo pesquisando os efeitos de longo prazo desse tipo de interação antes de tomar uma decisão definitiva sobre o produto.

A empresa afirmou que atualmente não há “evidência empírica” sobre esses impactos.

Na semana passada, o Wall Street Journal também reportou que o modo adulto havia sido adiado devido a preocupações internas relacionadas à moderação e proteção de crianças.

Mais cedo nesta semana, OpenAI comunicou interrupção do Sora (Imagem: Tada Images/Shutterstock)

Não foi só o ChatGTP erótico: OpenAI revisita suas prioridades

A suspensão indefinida do projeto ocorre em um momento em que a OpenAI reavalia suas prioridades. A companhia tem enfrentado pressão crescente de rivais no setor de IA, levando a uma estratégia que prioriza produtos centrais em detrimento de funcionalidades experimentais.

Ainda nesta semana, a desenvolvedora comunicou a descontinuação do Sora, aplicativo de geração de vídeos de IA. A ação também faz parte da estratégia de priorizar produtos mais consolidados e rentáveis.

O encerramento resultou na recisão do contrato de US$ 1 bilhão com a Disney. O Olhar Digital deu os detalhes aqui.

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ChatGPT vai ajudar usuários a pesquisar e comparar produtos sem sair da plataforma

O ChatGPT está recebendo mais funcionalidades voltadas à descoberta e comparação de produtos, em um movimento que amplia o uso da IA no comércio digital. A proposta é transformar a experiência de compra online, reduzindo a necessidade de pesquisar e comparar itens em vários sites.

A novidade permite que usuários pesquisem produtos de forma conversacional, descrevendo o que procuram e refinando resultados ao longo do diálogo. O ChatGPT também passa a exibir opções de forma visual, com comparação lado a lado, incluindo informações como preço, avaliações e características técnicas.

A atualização faz parte da expansão do chamado Protocolo de Comércio Agentic (ACP), uma estrutura que conecta lojistas à plataforma para fornecer dados atualizados de produtos. Com isso, o sistema consegue apresentar resultados mais relevantes e alinhados ao perfil do usuário, considerando fatores como orçamento, preferências e restrições.

Além disso, a experiência agora permite o envio de imagens como referência para encontrar itens semelhantes, o que amplia as possibilidades de busca. A proposta é centralizar em um único ambiente etapas que antes exigiam múltiplas abas e consultas a diferentes fontes.

Segundo a empresa, a mudança também traz ganhos para o varejo. Ao exibir produtos para usuários já próximos da decisão de compra, a plataforma tende a atrair consumidores com maior intenção de conversão. Grandes redes, como Target, Sephora, Best Buy e Home Depot, já participam do ecossistema, assim como lojistas integrados via Shopify.

OpenAI está melhorando experiência de pesquisa de produtos dentro do ChatGPT (Imagem: OpenAI/Divulgação)

No caso da Shopify, os catálogos de produtos já estão conectados automaticamente ao ChatGPT, sem necessidade de configuração adicional por parte dos vendedores. A expectativa é que o protocolo evolua para incluir recursos mais avançados, como personalização, disponibilidade local e estimativas de entrega.

A estratégia também prevê integração com experiências próprias dos varejistas. Em vez de centralizar o pagamento, a plataforma permite que as marcas utilizem seus próprios sistemas de checkout. Um dos exemplos é o Walmart, que lançou uma experiência integrada que leva o usuário da descoberta no ChatGPT para um ambiente personalizado da própria empresa.

As novas funcionalidades estão sendo liberadas gradualmente ao longo desta semana para todos os usuários da plataforma, incluindo planos gratuitos e pagos.

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Gemini também está ampliando experiência de compras (Imagem: Mehaniq/Shutterstock)

Gap e Google fecham parceria para compras com IA

Enquanto o ChatGPT avança na etapa de descoberta de produtos, outras empresas seguem caminhos diferentes na integração entre inteligência artificial e comércio eletrônico. Um exemplo é a parceria entre a varejista de moda Gap e o Google.

O acordo prevê a integração direta com o Gemini, sistema de IA do Google, permitindo que consumidores finalizem compras dentro da própria plataforma, sem necessidade de redirecionamento para o site da marca. A iniciativa marca a entrada da Gap como uma das primeiras grandes empresas do setor de moda a adotar esse modelo.

Segundo o site CNBC, nesse formato, os produtos são exibidos com base em dados fornecidos previamente pela própria varejista, garantindo maior controle sobre informações, experiência do usuário e coleta de dados. O pagamento é processado via Google Pay, enquanto a logística permanece sob responsabilidade da Gap.

A empresa também planeja incorporar recursos adicionais, como uma ferramenta de recomendação de tamanho baseada em inteligência artificial, para melhorar a experiência de compra online.

O modelo ainda está em fase de testes.

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Por que a IA é a arma secreta do Spotify para reter assinantes

As plataformas de streaming de música têm conduzido seus usuários para a era da inteligência artificial (IA) com um histórico de sucesso ainda discreto. No entanto, conforme informações reportadas pela CNBC, gigantes como Apple, Amazon e Spotify estão acelerando seus investimentos em ferramentas de recomendação. Para o Spotify, o foco está em transformar a descoberta musical em uma experiência conversacional e profundamente personalizada.

Recentemente, o Spotify lançou uma integração direta com o ChatGPT, da OpenAI. A novidade permite que os assinantes conectem suas contas ao chatbot para solicitar músicas, artistas ou podcasts baseados em humores, gêneros ou temas específicos. Diferente do clássico “curtir/não curtir”, o formato de chat permite uma especificidade muito maior, criando trilhas sonoras que se moldam ao contexto de uma conversa ou momento de vida.

Especialistas apontam que esses investimentos são cruciais para que a empresa continue competitiva. Como os catálogos de quase todos os aplicativos são virtualmente idênticos, o que diferencia uma plataforma de outra não é mais o que ela oferece, mas como ela ajuda o usuário a encontrar o que ouvir.

A ofensiva das gigantes: Apple e Amazon

A concorrência não está parada. A Apple tem implementado camadas de IA no Apple Music de forma gradual. O recurso “Playlist Playground”, ainda em fase beta, é o que mais se aproxima da estratégia do Spotify, focando na interação via chat para ajustar recomendações. Além disso, a empresa introduziu o AutoMix, que utiliza aprendizado de máquina para analisar batidas e tempos, criando transições perfeitas entre as faixas, e ferramentas de tradução e pronúncia de letras em tempo real.

Já a Amazon Music lançou, em meados de 2024, o Maestro. A ferramenta permite a criação de playlists por meio de comandos de texto ou até mesmo emojis. Embora ainda esteja em fase de testes, o recurso demonstra que o setor caminha para um modelo onde o usuário “escreve” sua própria experiência sonora.

Interface do Maestro, ferramenta da Amazon Music que usa IA para criar playlists via prompts. (Imagem: Amazon/Reprodução)

iDJ: O fenômeno de engajamento do Spotify

Um dos pilares dessa estratégia de retenção é o iDJ. Introduzido em 2023, o recurso interativo já alcançou a marca de 90 milhões de assinantes, com usuários acumulando mais de 4 bilhões de horas de uso na plataforma. O sucesso da ferramenta é visto pela liderança da empresa como uma prova de que a personalização gera “fidelidade”.

Em entrevista para CNBC, o co-CEO do Spotify, afirmou:

Se o iDJ funciona como uma interface casual para conversar com a plataforma, o novo recurso de “Playlists por Comandos” (Prompted Playlists) é o modo de “pesquisa profunda”. “Ele permite que você descreva e defina regras para suas próprias listas, literalmente escrevendo seu próprio algoritmo”, afirmou o executivo em teleconferência com investidores.

Alex Norström, co-CEO do Spotify.

Jovem de costas com fones mexendo no app Spotify em um celular.
IA pode tornar spotify cada vez mais atrativo para usuários (Imagem: wichayada suwanachun/Shutterstock)

O custo de mudar de plataforma

Analistas do mercado, como Michael Pachter, da Wedbush Securities, comparam a estratégia do Spotify à do Google. Ao integrar-se a mais de 2.000 tipos de dispositivos e treinar algoritmos com o histórico de anos dos usuários, o Spotify cria uma barreira de saída.

Embora serviços como o Apple Music ofereçam ferramentas para exportar bibliotecas, o “custo” de abandonar um algoritmo que já conhece seus gostos e hábitos é alto. “O Spotify está tentando estabelecer o mesmo nível de necessidade que o Google Search”, diz Pachter à CNBC. Para Wall Street, embora o preço das ações tenha oscilado recentemente, a capacidade da empresa de usar a IA para fortalecer sua plataforma, em vez de ser engolida por ela, parece ser o caminho para a sobrevivência no saturado mercado de streaming.

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OpenAI planeja lançar superaplicativo com o ChatGPT

A OpenAI está desenvolvendo um “superaplicativo” para desktop que vai unir três de suas principais ferramentas em uma única plataforma. A iniciativa pretende juntar o ChatGPT, o Codex (focado em programação) e o navegador Atlas em um só lugar.

A decisão faz parte de uma estratégia maior da empresa para simplificar seu portfólio de produtos, que hoje está espalhado em diferentes abas e aplicativos. As informações foram reveladas pelo The Wall Street Journal, que citou um memorando interno de Fidji Simo, CEO de Aplicações da OpenAI.

De acordo com a executiva, ter múltiplas plataformas separadas está prejudicando o desempenho da empresa como um todo. A fragmentação atual “tem nos atrasado e dificultado atingir o padrão de qualidade que queremos”, escreveu.

Simo chegou a falar com os funcionários na semana passada sobre a necessidade de evitar “distrações com missões secundárias”. A liderança da OpenAI tem analisado quais projetos devem ser despriorizados para focar no que realmente importa.

Após a publicação do WSJ, ela escreveu no X que “as empresas passam por fases de exploração e fases de reorientação” e que é “muito importante redobrar os esforços e evitar distrações”.

Superaplicativo da OpenAI é uma tentativa de reorganização interna

A pressão por essa reorganização aumentou depois que a OpenAI passou a enfrentar mais concorrência, especialmente da Anthropic. O Claude Code, ferramenta de programação da rival, ganhou popularidade e tem pressionado a posição do ChatGPT no mercado.

Além disso, o ano passado foi marcado por anúncios grandiosos da desenvolvedora, como o aplicativo de vídeo Sora e a compra da empresa de hardware de IA de Jony Ive. Agora, o foco parece ter mudado para consolidação e eficiência operacional.

Segundo o WSJ, o superaplicativo vale apenas para as versões desktop. A versão para dispositivos móveis do ChatGPT seguirá funcionando.

Procurada pelo jornal, a OpenAI não confirmou os planos oficialmente. O cronograma de lançamento da novidade também não está claro.

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OpenAI lança GPT-5.4 mini para usuários gratuitos e pagos

No início de março, a OpenAI apresentou o modelo GPT-5.4, criado especialmente para trabalhos profissionais, como programação e análise de dados. Agora, a empresa traz novidades com o lançamento do GPT-5.4 mini e do GPT-5.4 nano.

O destaque é que o modelo GPT-5.4 mini está disponível para usuários gratuitos e do plano Go, permitindo acesso a funcionalidades que se aproximam das capacidades do GPT-5.4 em diversos aspectos.

OpenAI lança GPT-5.4 mini no ChatGPT

  • Os usuários que optarem pelo GPT-5.4 mini podem acessá-lo facilmente por meio da opção “Thinking” no menu Plus do ChatGPT;
  • Para os assinantes, este novo modelo servirá como uma alternativa quando o limite de utilização do GPT-5.4 padrão for atingido;
  • A OpenAI garante que o 5.4 mini apresenta desempenho superior ao do GPT-5.0 mini em áreas essenciais, como raciocínio, compreensão multimodal e uso de ferramentas;
  • Isso significa que o GPT-5.4 mini é mais eficiente na interpretação de entradas não textuais, como imagens e áudio, além de possuir uma compreensão mais elaborada de tarefas como pesquisa na web. E tudo isso é realizado com uma velocidade mais de duas vezes superior à do seu predecessor.
OpenAI liberou novo modelo mini para plano gratuitos e Go (Imagem: JRdes/Shutterstock)

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Por outro lado, o GPT-5.4 nano é voltado para tarefas que exigem eficiência em velocidade e custo, como classificação e extração de dados. No entanto, ao contrário do mini, este modelo não estará disponível diretamente no ChatGPT.

A OpenAI optou por oferecer o 5.4 nano exclusivamente por meio do seu serviço de API, visando facilitar o uso em projetos em que desenvolvedores delegam tarefas a agentes de IA que operam com essa nova versão.

Os custos para acesso ao GPT-5.4 nano começam em US$ 0,20 (R$ 1,04) por milhão de tokens de entrada, refletindo a proposta da OpenAI de tornar a IA mais acessível e útil para diferentes aplicações.

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Por que o ‘modo adulto’ do ChatGPT preocupa conselheiros da própria OpenAI

A OpenAI adiou o lançamento do seu “modo adulto”, recurso que permitiria conversas com conteúdo erótico no ChatGPT. Originalmente previsto para estrear no primeiro trimestre de 2026, o projeto foi postergado para que a empresa priorize o desenvolvimento de outros produtos e solucione desafios técnicos.

A iniciativa é defendida pelo CEO da empresa, Sam Altman, sob a premissa de que a companhia deve tratar o público maior de idade com autonomia. No entanto, a proposta gerou divergências internas.

O embate colocou em lados opostos a busca por liberdade de uso e a necessidade de implementar salvaguardas contra danos psicológicos ou o acesso indevido de menores a interações sexualmente explícitas, segundo o Wall Street Journal.

‘Modo adulto’ do ChatGPT: conselheiros da OpenAI alertam para dependência emocional e falhas na verificação de idade 

Em reuniões ocorridas em janeiro, o conselho consultivo da OpenAI, composto por especialistas em psicologia e neurociência, manifestou oposição unânime à liberação de erótica na plataforma. 

A principal preocupação reside no potencial da inteligência artificial (IA) para fomentar dependência emocional. Especialistas alertam que a ferramenta corre o risco de estimular vínculos obsessivos. Em casos anteriores, usuários tiraram a própria vida após desenvolverem relações com chatbots.

No campo técnico, a imprecisão do sistema de predição de idade é um dos obstáculos mais críticos. Diferente de métodos que exigem documentos, essa tecnologia usa algoritmos para estimar a faixa etária do usuário. Mas testes internos revelaram uma falha grave: o sistema classificou erroneamente 12% dos menores como adultos

Dada a base de 100 milhões de usuários semanais abaixo de 18 anos, essa margem de erro exporia milhões de adolescentes a conteúdos sexuais inadequados.

Documentos internos também apontam riscos de uso compulsivo, no qual o chatbot poderia substituir relacionamentos sociais e românticos do mundo real. 

A principal preocupação dos conselheiros da OpenAI é o potencial do “modo adulto” do ChatGPT para fomentar dependência emocional (Imagem: M-Production/Shutterstock)

Para mitigar esses efeitos, a OpenAI planeja restringir o recurso exclusivamente a textos eróticos (conhecidos como smut ou literatura erótica), mantendo o veto absoluto à geração de imagens, vozes ou vídeos com teor sexual. 

Além disso, a empresa está treinando seus modelos para desencorajar ativamente a formação de relacionamentos exclusivos com a máquina.

O histórico da OpenAI revela uma postura oscilante sobre o tema. Em 2021, a empresa baniu conteúdos eróticos após o jogo AI Dungeon, que utilizava sua tecnologia, gerar cenários de exploração sexual e incesto. 

Na época, o temor era que a OpenAI fosse rotulada como uma “empresa de erótica”, prejudicando outras finalidades da ferramenta. Hoje, o cenário mudou: Altman sugere que a permissão de conteúdos explícitos poderia impulsionar a receita num mercado cada vez mais competitivo.

A OpenAI se movimenta para não perder espaço para concorrentes como a xAI, de Elon Musk, e a Meta, que já permitem diferentes níveis de interações românticas ou conteúdos de classificação restrita. 

Contudo, o setor enfrenta vigilância legal crescente após incidentes reais, como o processo movido na Flórida por uma mãe cujo filho de 14 anos se suicidou após desenvolver uma relação amorosa com um bot da Character.AI. Especialistas em saúde mental reforçam que adolescentes não possuem maturidade para lidar com tais trocas sexuais com máquinas.

Em sua defesa, a OpenAI diz que não deseja ser a “polícia moral do mundo”, comparando as restrições de idade às classificações indicativas do cinema. 

A diretoria de aplicações confirmou que a implementação do sistema de verificação será lenta para garantir maior precisão técnica. Com isso, a expectativa interna é de que o lançamento do recurso sofra um atraso de, no mínimo, um mês em relação ao cronograma anterior.

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Gerador de vídeos Sora chegará ao ChatGPT em breve, diz site

A OpenAI prepara a integração do Sora, seu gerador de vídeos por inteligência artificial, ao ChatGPT. A informação foi divulgada na terça-feira (10) pelo site The Information, citando fontes familiarizadas com a empresa que falaram em anonimato.

Caso a mudança se confirme, a ferramenta de criação de vídeos passaria a estar disponível diretamente dentro do chatbot, ampliando o uso da tecnologia multimodal da OpenAI. O recurso é capaz de trabalhar com diferentes tipos de conteúdo, como texto, imagem e vídeo.

O Sora foi lançado inicialmente como um aplicativo independente em setembro de 2025, permitindo que usuários criem vídeos gerados por IA a partir de comandos de texto. A plataforma também oferece recursos para compartilhar os conteúdos em um ambiente com características semelhantes às de uma rede social. O Olhar Digital deu os detalhes aqui.

Segundo o The Information, mesmo com a possível integração ao ChatGPT, o aplicativo próprio do Sora continuará funcionando de forma separada.

Aplicativo próprio do Sora continuará funcionando (Imagem: Tada Images/Shutterstock)

Sora e a rivalidade entre geradores de vídeo de IA

A movimentação ocorre em um momento em que ferramentas de geração de vídeo por IA se tornaram o centro da corrida entre desenvolvedoras e big techs. A OpenAI disputa esse segmento com recursos semelhantes de empresas como Meta e Google, que também desenvolvem sistemas capazes de transformar textos em vídeos.

Enquanto os modelos textuais já se tornaram comuns no dia a dia dos usuários, ferramentas capazes de produzir imagens e vídeos são vistas como a próxima etapa na evolução da IA.

Leia mais:

A agência de notícias Reuters procurou a OpenAI para comentar aintegração entre Sora e ChatGPT, mas não obteve retorno.

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ChatGPT agora explica matemática e ciência com visuais interativos

O ChatGPT agora conta com recursos visuais e interativos para facilitar o aprendizado de matemática e ciência. A novidade, anunciada pela OpenAI, permite que os usuários manipulem variáveis dentro de equações e visualizem instantaneamente como essas mudanças afetam gráficos e resultados. Disponível globalmente para todos os usuários, a ferramenta busca transformar o estudo abstrato em uma experiência experimental e prática.

Como funciona o aprendizado visual no ChatGPT

O novo recurso vai além de apenas entregar a resposta de um problema. Ao perguntar sobre um conceito – como o Teorema de Pitágoras ou a Lei de Ohm –, o chatbot apresenta um módulo visual interativo. Nele, é possível ajustar os valores das fórmulas e ver a reação imediata nos elementos visuais.

Segundo a OpenAI, o objetivo é fortalecer a compreensão conceitual em vez da simples memorização. O recurso é baseado no “Modo de Estudo” lançado no ano passado, que já guiava os alunos passo a passo na resolução de questões, evitando que a IA fizesse todo o trabalho sozinha.

Quais temas estão disponíveis e quem pode usar?

Nesta fase inicial, o ChatGPT suporta mais de 70 conceitos fundamentais, focados principalmente em estudantes de ensino médio e superior. Entre os tópicos incluídos estão:

  • Matemática: Geometria (área e volume), equações lineares e juros compostos;
  • Física: Leis de Coulomb, energia cinética e termodinâmica (PV=nRT);
  • Ciência Geral: decaimento exponencial e relações de frequência.

A funcionalidade já está liberada para todos os usuários logados, independentemente de possuírem uma assinatura paga ou usarem a versão gratuita. A OpenAI planeja expandir a interatividade para outras disciplinas e temas no futuro, à medida que coleta dados sobre como a IA molda o aprendizado.

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