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Gemini amplia integração com Gmail e YouTube no Brasil

O Gemini, assistente de inteligência artificial do Google, agora consegue analisar o histórico de serviços como Gmail, YouTube, busca e Google Fotos para identificar quando pode oferecer respostas mais personalizadas. O recurso, chamado Inteligência Personalizada, foi anunciado nesta terça-feira (14) para o Brasil.

A proposta é adaptar as respostas com base na experiência de cada usuário, utilizando dados da própria conta para tornar as sugestões mais precisas. A funcionalidade já havia sido liberada anteriormente nos Estados Unidos.

Disponibilidade por planos

Inicialmente, o recurso será disponibilizado para assinantes dos planos pagos de IA do Google — Plus, Pro e Ultra. Segundo a empresa, a funcionalidade também chegará à versão gratuita do Gemini nas próximas semanas.

Para preservar a privacidade, a integração com outros aplicativos permanece desativada por padrão. O usuário pode escolher se deseja conectar o assistente a serviços da conta Google, além de selecionar apenas alguns deles para uso.

YouTube está entre as plataformas do Google que ganham mais integração com o Gemini – Imagem: Alex Photo Stock/Shutterstock

Mudança no funcionamento

Antes da atualização, o Gemini só acessava informações de outros aplicativos quando eles eram mencionados diretamente pelo usuário. Agora, o assistente passa a sugerir conteúdos por conta própria, sempre que identificar que isso pode ser útil.

“Este recurso representa nosso próximo passo para tornar o Gemini mais pessoal, proativo e poderoso”, afirmou Josh Woodward, vice-presidente da divisão do assistente de IA do Google.

Um exemplo apresentado pela empresa mostra um usuário pedindo sugestões de pneus para seu carro. A partir de imagens armazenadas no Google Fotos, o Gemini consegue indicar opções compatíveis com o veículo.

Limitações e controles

De acordo com o Google, esse tipo de sugestão não deve aparecer em interações mais complexas. A empresa também afirma que o assistente evita fazer inferências proativas sobre dados sensíveis, como informações de saúde, embora possa tratar desses temas caso sejam solicitados diretamente pelo usuário.

O Gemini permite ainda refazer respostas sem personalização ao clicar em “Tentar de novo”. Também é possível enviar feedback sobre sugestões inadequadas por meio da opção “Não gostei”.

O Google reconhece que o sistema pode enfrentar dificuldades com aspectos como passagem do tempo ou nuances pessoais, incluindo mudanças de relacionamento ou interesses. Nesses casos, o usuário pode corrigir a resposta imediatamente.

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Google facilita criação de deepfakes pessoais com novas ferramentas

O Google acaba de lançar uma nova funcionalidade revolucionária no YouTube Shorts, permitindo que seus usuários criem avatares digitais realistas de si mesmos por meio de inteligência artificial (IA). Esta inovação surge logo após o encerramento da plataforma de geração de vídeos Sora, da OpenAI, destacando o avanço do Google em direção às tecnologias de criação de conteúdo geradas por IA.

Avatares realistas no YouTube Shorts

  • Os criadores agora têm à disposição uma ferramenta que possibilita a clonagem digital de sua própria imagem e voz;
  • Segundo o YouTube, os avatares criados serão capazes de “parecer e soar como você“, proporcionando uma maneira mais segura de utilizar IA na criação de novos conteúdos;
  • O processo para criar um avatar não envolve apenas um clique de botão, mas segue passos estruturados;
  • Em um post no blog do YouTube, a plataforma descreve que os usuários precisam gravar uma “selfie ao vivo”, capturando sua face e voz de maneira precisa;
  • Para obter os melhores resultados possíveis, é recomendada a utilização de um ambiente bem iluminado, silencioso e livre de distrações visuais.

Ao concluir a gravação, os usuários podem escolher a opção “fazer um vídeo com meu avatar” durante o processo de criação de conteúdo. Esse clipe gerado pode ter até oito segundos de duração, segundo o 9to5Google. Além disso, os avatares podem ser inseridos em Shorts elegíveis do feed de um criador, embora a especificidade desses critérios de elegibilidade não tenha sido detalhada pela plataforma.

Novidade vem de encontro ao fim do Sora, da OpenAI – Imagem: Tada Images/Shutterstock

Leia mais:

Restrições e Políticas de Uso do Google

Existem restrições importantes associadas ao uso dos avatares de IA. Eles podem ser utilizados apenas em vídeos originais do criador, que também detém controle total sobre a possibilidade de remixagem de seus Shorts. Além disso, caso os avatares não sejam empregados na criação de novos conteúdos por um período de três anos, eles serão automaticamente deletados.

Toda produção de conteúdo que utiliza avatares será explicitamente marcada como gerada por IA, com a aplicação de marcas d’água visíveis e identificadores digitais, como SynthID e C2PA. Estas medidas visam assegurar a transparência e autenticidade dos conteúdos distribuídos.

Nem todos terão acesso imediato a essa nova ferramenta. O YouTube revelou que a funcionalidade será disponibilizada gradualmente; no entanto, não especificou um cronograma nem definiu quais serão as primeiras regiões a receberem a novidade. Vale ressaltar que, para usar a função, os criadores devem ter no mínimo 18 anos e possuir um canal existente no YouTube.

Expansão dos recursos de IA do YouTube

Este lançamento se soma ao conjunto crescente de ferramentas de IA oferecidas pelo YouTube aos criadores, incluindo clipes de vídeo gerados por IA nos Shorts, dublagem automática por IA e um chatbot de análise de canal.

Todas essas funcionalidades são alimentadas pelos robustos modelos de IA do Google, o Gemini, que já permitem transformações avançadas de fotos em vídeos e a criação de música e imagens realistas a partir do zero.

O movimento do Google surge em um momento oportuno, quando um de seus principais concorrentes no campo da IA, a OpenAI, recua do segmento de geração de vídeos após encerrar a plataforma Sora em meio a desafios de direitos autorais e questões de deepfake. Este avanço posiciona o Google em uma posição cada vez mais competitiva no uso de IA para criação de conteúdo digital.

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YouTube é pressionado por vídeos de IA para crianças

O Google passou a enfrentar pressão direta de especialistas em desenvolvimento infantil para restringir a presença de vídeos gerados por inteligência artificial (IA) voltados ao público infantil no YouTube e no YouTube Kids. A cobrança foi formalizada nesta quarta-feira (1º), em uma carta enviada ao CEO Sundar Pichai e ao chefe da plataforma, Neal Mohan.

O documento reúne mais de 200 assinaturas de pesquisadores, organizações e instituições, que apontam riscos associados à expansão acelerada desse tipo de conteúdo. Entre as principais preocupações estão impactos no desenvolvimento cognitivo, dificuldade de distinguir realidade de ficção e aumento do tempo de exposição às telas.

Uso de plataformas de vídeo por crianças está no centro de debates sobre conteúdo digital – Imagem: Kate Krav-Rude/Shutterstock

Carta propõe mudanças diretas na plataforma

Os signatários defendem uma série de medidas para limitar o alcance desses vídeos. Entre elas estão a proibição de conteúdos gerados por IA no YouTube Kids, a restrição de vídeos desse tipo marcados como “para crianças” na plataforma principal e o bloqueio de recomendações automáticas para menores de 18 anos.

A carta também sugere a criação de um controle parental específico para desativar conteúdos gerados por IA e a interrupção de investimentos na produção desse tipo de material voltado ao público infantil.

Segundo o documento, o crescimento do chamado “AI slop” — termo usado para conteúdos automatizados e de baixa qualidade — pode “distorcer a percepção de realidade” e “sobrecarregar os processos de aprendizagem” das crianças.

Impactos no desenvolvimento e no comportamento

Os especialistas afirmam que a exposição recorrente a vídeos gerados por IA pode dificultar a capacidade de crianças identificarem o que é real. O texto destaca que até adultos têm dificuldade em reconhecer conteúdos artificiais, o que ampliaria os riscos para o público infantil.

Outro ponto levantado é o possível impacto cognitivo negativo, já que conteúdos sem lógica clara podem gerar sobrecarga mental e prejudicar o aprendizado. Além disso, vídeos com ritmo acelerado, cores intensas e estímulos constantes seriam projetados para prender a atenção por longos períodos.

A carta também relaciona o consumo excessivo desses conteúdos à substituição de atividades essenciais, como interação social, sono e brincadeiras, fundamentais para o desenvolvimento emocional, físico e cognitivo.

YouTube defende políticas atuais

Procurado pela Bloomberg, o YouTube afirmou que mantém padrões elevados para conteúdos infantis e que limita vídeos gerados por IA no YouTube Kids a um conjunto reduzido de canais considerados de alta qualidade.

“Temos altos padrões para conteúdos no YouTube Kids, incluindo a limitação de conteúdo gerado por IA a um pequeno conjunto de canais de alta qualidade”, disse o porta-voz Boot Bullwinkle, em declaração ao site norte-americano.

Fachada de prédio com logotipo do YouTube em destaque.
YouTube é uma das principais plataformas de vídeo do mundo – Imagem: Alex Yeung / Shutterstock

Ele acrescentou que a plataforma prioriza transparência, com identificação de conteúdos criados com IA, e que os pais podem bloquear canais. Segundo o porta-voz, conteúdos produzidos em massa e de baixa qualidade não são uma estratégia viável, já que os sistemas da plataforma penalizam esse tipo de prática.

Leia mais:

Debate ocorre em meio à expansão da IA

Vídeos gerados por inteligência artificial vêm ganhando espaço no YouTube, especialmente entre conteúdos voltados a crianças pequenas. Criadores têm utilizado ferramentas automatizadas para reduzir custos e ampliar a produção.

Apesar das medidas atuais, os especialistas defendem que a resposta da plataforma ainda é insuficiente diante da escala e da velocidade de crescimento desse tipo de conteúdo.

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YouTube promete mais IA em 2026 (mas jura que não é slop)

O YouTube quer que você crie Shorts usando uma versão sua gerada por inteligência artificial. É o que anunciou o CEO Neal Mohan em carta detalhando os planos da plataforma para 2026. Por que importa: A maior plataforma de vídeo do mundo está dobrando a aposta em IA generativa no exato momento em que a …

Leia YouTube promete mais IA em 2026 (mas jura que não é slop) na íntegra no B9.

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