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A estratégia bilionária da Amazon para fazer a IA chegar mais rápido às empresas

A Amazon quer acelerar a adoção da inteligência artificial entre empresas com uma nova estratégia para a AWS. A companhia anunciou a criação de uma divisão formada por engenheiros que trabalharão diretamente com os clientes.

Para iniciar o projeto, serão investidos US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,2 bilhões) em equipes dedicadas a implementar soluções de IA de forma mais rápida e eficiente, comenta a Reuters.

A nova estratégia da Amazon aposta em equipes que desenvolvem código pronto para produção e ajudam empresas a adotar IA. – Imagem: gguy/Shutterstock

Engenheiros vão atuar lado a lado com os clientes

Batizados de engenheiros de campo (forward-deployed engineers), esses profissionais passarão cerca de 45 dias dentro das empresas atendidas. A missão será adaptar soluções de inteligência artificial à realidade de cada cliente e desenvolver aplicações prontas para uso.

Temos uma demanda enorme de clientes que buscam nossa ajuda para realmente implementar padrões de IA com capacidade de ação autônoma em seus fluxos de trabalho.

Francessca Vasquez, vice-presidente de engenharia e serviços de IA de fronteira da AWS, à Reuters.

Além de escrever código pronto para produção, as equipes trabalharão junto aos funcionários das empresas, acompanharão as dinâmicas internas e buscarão garantir que os modelos de IA entreguem resultados efetivos.

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Palantir, Salesforce, Anthropic e Google Cloud já oferecem serviços semelhantes. Agora é a vez da Amazon reforçar essa disputa. – Imagem: Tada Images / Shutterstock

Mercado já aposta nesse modelo

A iniciativa chega depois de concorrentes como Palantir Technologies, Salesforce, Anthropic e Google Cloud adotarem estratégias semelhantes. Mesmo entrando mais tarde nesse segmento, a AWS aposta no avanço acelerado desse mercado.

Aaron Levie, CEO da Box, resumiu esse cenário ao afirmar que os engenheiros de campo estão “prestes a se tornar um dos profissionais mais requisitados do setor de tecnologia”.

Demanda cresce rapidamente

A nova divisão deverá reunir milhares de profissionais, combinando contratações externas com transferências internas.

Entre os principais pontos anunciados pela empresa estão:

  • Investimento inicial de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,2 bilhões);
  • Contratação de novos profissionais e realocação de funcionários da AWS;
  • Atuação direta para acelerar a implementação de soluções de inteligência artificial.

Esse movimento acompanha uma forte expansão da área. Um relatório do LinkedIn mostrou que a demanda por engenheiros de campo e funções semelhantes cresceu 42 vezes entre 2023 e 2025.

Dupla de homens jovens olhando para computador durante sessão de programação
Mais do que fornecer tecnologia, a AWS quer colocar especialistas dentro das empresas para transformar projetos em resultados. – Imagem: Tirachard Kumtanom/Shutterstock

Primeiros clientes já foram anunciados

O desempenho da nova equipe será medido pela rapidez com que as empresas conseguem lançar produtos ou desenvolver novas capacidades com esse suporte.

“Queremos garantir que esses clientes obtenham valor em prazos mais curtos do que aqueles a que estão acostumados em atividades baseadas em projetos”, afirmou Vasquez.

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Entre os primeiros clientes da iniciativa estão a NBA e a Ricoh. O anúncio foi feito durante um evento de dois dias da AWS em Washington, onde a empresa também apresentará novas ofertas de serviços em nuvem voltadas ao setor governamental.

A aposta reforça a estratégia da Amazon de aproximar especialistas das empresas para acelerar a adoção da inteligência artificial e reduzir o tempo necessário para transformar projetos em soluções prontas para uso.

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RJ terá R$ 2,8 bi em data centers de IA no Parque Olímpico

A empresa estadunidense Elea vai investir US$ 550 milhões (R$ 2,8 bilhões) na primeira etapa do Rio AI City, um campus de data centers a ser instalado no Parque Olímpico do Rio de Janeiro (RJ). O anúncio foi feito nesta terça-feira (9) pelo prefeito Eduardo Cavaliere durante coletiva de imprensa no Web Summit Rio, o maior evento de tecnologia da América do Sul.

O projeto prevê capacidade para alcançar até 3,2 gigawatts de geração até 2032. Cavaliere apontou a combinação de ampla oferta de água, conectividade por cabos submarinos e capacidade de formar e atrair talentos locais como pilares do empreendimento.

Educação como parte da estratégia para formação de profissionais para data centers

O prefeito reforçou o investimento da prefeitura em educação voltada para STEM — sigla em inglês para Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática. Segundo ele, 312 escolas do município já contam com programas de robótica, programação e lógica desde os primeiros anos. “É preciso aprender matemática, mas também português, para executar bem os prompts”, disse.

Cavaliere também destacou crescimento de 12% nos anos iniciais do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), conforme o relatório de 2024.

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Instalações serão criadas no Parque Olímpico – Imagem: Diego Thomazini/iStock

Web Summit Rio cresce 20% ao ano

A coletiva contou com a presença de Paddy Cosgrove, fundador do Web Summit, que organiza cinco edições ao redor do mundo — em Lisboa (Portugal), Rio de Janeiro (RJ), Doha (Catar) e Vancouver (Canadá). No Brasil, o crescimento é de cerca de 20% ao ano desde a primeira edição, há quatro anos.

Para Cosgrove, o Rio percorre o mesmo caminho de Lisboa: “cidades que têm qualidade de vida, retêm e atraem talentos.” Ele afirmou ainda que o Rio é uma porta de entrada para a América Latina e registra interesse crescente de empresas chinesas. Nesta edição, cerca de 40 mil participantes de mais de 100 países devem circular pelo evento, cujo público principal é composto por investidores e empreendedores de startups.

  • No último painel do dia, Bruno Lewicki, head de políticas públicas da OpenAI, e o advogado especializado em tecnologia Ronaldo Lemos subiram ao palco principal;
  • Lewicki destacou a parceria da OpenAI com o TSE no desenvolvimento do Synth ID, protocolo para identificação de imagens geradas por IA. “Com a presença de novas tecnologias, teremos uma eleição de aprendizado mútuo”, afirmou;
  • Os dois criticaram a tramitação do PL 2338/2023, o Marco Legal da Inteligência Artificial no Brasil;
  • Lemos foi direto: “Copiamos a lei europeia de 2019, que já foi toda modificada. Somos o país que criou o Marco Civil da Internet. Não precisamos copiar ninguém“;
  • Ao encerrar sua participação, o advogado defendeu a adoção de modelos open source e provocou os presentes. “Precisamos de regulamentação no Brasil para não depender da OpenAI. O Brasil tem desenvolvedores incríveis.”

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Amazon investe mais R$ 24,7 bi na Anthropic; startup vai gastar R$ 496 bi na AWS

A Anthropic anunciou, nesta segunda-feira (20), um novo investimento de US$ 5 bilhões (R$ 24,7 bilhões) advindos da Amazon, elevando seu aporte total na empresa de inteligência artificial (IA) para US$ 13 bilhões (R$ 64,4 bilhões).

Em contrapartida, a Anthropic se comprometeu a gastar mais de US$ 100 bilhões (R$ 495,3 bilhões) na Amazon Web Services (AWS) ao longo dos próximos dez anos.

O acordo garante à Anthropic acesso a até 5 GW de nova capacidade computacional para treinar e operar o Claude, seu assistente de IA. A estrutura ecoa um acordo similar que a Amazon fechou com a OpenAI há dois meses, quando participou de uma rodada de financiamento de US$ 110 bilhões (R$ 544,9 bilhões) contribuindo com US$ 50 bilhões (R$ 247,6 bilhões).

“O compromisso da Anthropic em executar seus grandes modelos de linguagem no AWS Trainium pela próxima década reflete o progresso que fizemos juntos em silício personalizado, enquanto continuamos a fornecer a tecnologia e a infraestrutura que nossos clientes precisam para construir com IA generativa”, afirmou o CEO da AMazon, Andy Jassy, em comunicado.

Esse investimento inclui, além dos US$ 5 bilhões agora, até US$ 20 bilhões (R$ 99 bilhões) futuros vinculados a “certos marcos comerciais”, segundo o comunicado.

Chips personalizados da Amazon estão em destaque

  • No centro do acordo estão os chips personalizados da Amazon: o Graviton, um processador de baixo consumo, e o Trainium, chip acelerador de IA que compete com a Nvidia;
  • O contrato da Anthropic cobre especificamente os chips Trainium2 até Trainium4, mesmo que o Trainium4 ainda não esteja disponível;
  • O chip mais recente, o Trainium3, foi lançado em dezembro;
  • Além disso, a Anthropic garantiu a opção de adquirir capacidade em futuros chips da Amazon conforme se tornarem disponíveis.

O anúncio pode sinalizar uma futura rodada de financiamento para a Anthropic. Investidores de capital de risco têm oferecido capital à empresa em negócios que a avaliariam em US$ 800 bilhões (R$ 3,9 trilhões) ou mais, segundo reportes do mercado.

Em fevereiro, a Amazon disse que quer investir cerca de US$ 200 bilhões (R$ 990,8 bilhões) em 2026 em despesas de capital, especialmente em infraestrutura de IA.

Como contrapartida, a Anthropic confirmou que vai gastar quase R$ 500 bi na AWS – gguy/Shutterstock

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Pressões

Além disso, a Anthropic afirmou, ainda nesta segunda, que a demanda corporativa e de desenvolvedores pelo Claude, bem como um “aumento acentuado” no uso pelos consumidores, levou à “premissão inevitável” em sua estrutura, impactando confiabilidade e desempenho.

A empresa de Dario Amodei disse também que esse novo acordo firmado com a Amazon expandirá rapidamente sua capacidade disponível.

“Nossos usuários nos dizem que o Claude é cada vez mais essencial para a forma como trabalham, e precisamos construir a infraestrutura para acompanhar a crescente demanda”, disse Amodei, CEO da Anthropic, no comunicado. “Nossa colaboração com a Amazon nos permitirá continuar avançando na pesquisa em IA, ao mesmo tempo em que disponibilizamos o Claude para nossos clientes, incluindo os mais de 100 mil que o utilizam na AWS.”

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Custos bilionários colocam pressão sobre modelo de negócios da IA

O avanço acelerado da inteligência artificial (IA) está redefinindo não apenas a tecnologia, mas também a lógica financeira das empresas do setor. Em um cenário marcado por investimentos massivos, gastar grandes quantias passou a ser parte essencial da estratégia para crescer — ainda que isso signifique operar no vermelho por anos.

De acordo com documentos financeiros obtidos pelo The Wall Street Journal, as empresas OpenAI e Anthropic projetam gastar juntas quase US$ 65 bilhões (R$ 335,4 bilhões) em 2026 apenas com custos de treinamento e operação de seus modelos de IA. O valor supera a receita gerada por ambas no mesmo período.

A tendência é de forte crescimento. Esses custos combinados devem chegar a US$ 127 bilhões (R$ 655,5 bilhões) no próximo ano e atingir quase US$ 250 bilhões (R$ 1,2 trilhão) até 2029, segundo projeções apresentadas pelas próprias companhias a investidores privados.

No caso da OpenAI, a expectativa é que os gastos com treinamento e inferência — processo pelo qual os modelos respondem às consultas dos usuários — continuem superando a receita até 2029. Já a Anthropic prevê ultrapassar esse ponto já no próximo ano. Ainda assim, outros custos devem manter a empresa controladora do chatbot Claude no prejuízo antes dos impostos também até o fim da década.

Apesar das projeções, o cenário pode mudar. Há a possibilidade de crescimento de receitas em ritmo mais acelerado do que o estimado atualmente. Ainda assim, o histórico recente do setor aponta para uma escalada contínua dos custos.

OpenAI e Anthropic investem pesado, mesmo que isso signifique prejuízo no começo – Imagem: izzuanroslan/Shutterstock

Concorrência com gigantes pressiona modelo

  • Além dos altos gastos, OpenAI e Anthropic enfrentam concorrência direta de gigantes da tecnologia que também investem pesadamente em IA, mas contam com negócios principais altamente lucrativos para financiar essas iniciativas;
  • Empresas, como Alphabet (dona do Google) e Meta, devem gerar juntas cerca de US$ 334 bilhões (R$ 1,7 trilhão) em fluxo de caixa operacional neste ano, segundo estimativas da FactSet — uma vantagem significativa frente às startups focadas exclusivamente em IA;
  • Nesse contexto, surge a dúvida sobre o apetite dos investidores. Tanto OpenAI quanto Anthropic estariam planejando realizar ofertas públicas iniciais (IPOs, na sigla em inglês) ainda em 2026, mesmo diante de prejuízos elevados;
  • Casos anteriores mostram que isso não é inédito. A Amazon, por exemplo, operou com prejuízo por anos após seu IPO em 1997, segundo dados da S&P Global Market Intelligence, e acabou se tornando um investimento bem-sucedido no longo prazo;
  • Ainda assim, há diferenças importantes. Na época de sua abertura de capital, a Amazon valia cerca de US$ 430 milhões (R$ 2,2 bilhões) — menos de 0,01% do valor do índice S&P 500. Já OpenAI e Anthropic somam hoje mais de US$ 1,2 trilhão (R$ 6,1 trilhões) em valor de mercado, de acordo com a PitchBook, o equivalente a mais de 2% do índice;
  • Esse contraste indica que a capacidade de controlar custos será um fator decisivo para atrair e manter investidores.

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Estratégias para crescer e atrair clientes

Para ampliar receitas, a Anthropic aposta no mercado corporativo. A empresa planeja investir US$ 200 milhões (R$ 1 bilhão) em uma nova joint venture com grandes companhias de private equity, voltada à venda de ferramentas de IA para empresas de seus portfólios.

A iniciativa também deve atuar como braço de consultoria, orientando clientes sobre como integrar as soluções da startup em suas operações — uma estratégia para acelerar a adoção da tecnologia no ambiente empresarial.

Outro movimento relevante envolve infraestrutura. A Broadcom firmou contrato para fornecer à Anthropic, a partir de 2027, capacidade computacional equivalente a 3,5 gigawatts, utilizando chips TPU desenvolvidos pelo Google.

IA se expande — e enfrenta resistência

Enquanto empresas investem pesado, o impacto da IA já se espalha por diferentes setores. Um exemplo é o sucesso dos óculos inteligentes Ray-Ban, da Meta, que venderam 7,2 milhões de unidades no ano passado, segundo a IDC. A Meta vê o produto como uma porta de entrada para suas soluções de IA, enquanto sua parceira EssilorLuxottica também colhe benefícios comerciais.

Por outro lado, o avanço da infraestrutura necessária para sustentar a IA começa a enfrentar resistência. No Estado do Maine (EUA), uma proposta legislativa pode transformar a região na primeira a impor uma moratória à construção de novos data centers. Movimentos semelhantes já surgem em mais de dez estados estadunidenses, além de dezenas de municípios.

A reação indica que, além dos desafios financeiros, o crescimento da IA também levanta questões sociais e regulatórias — ampliando a complexidade de um setor que já lida com custos cada vez mais elevados.

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“Padrinho francês da IA” lança startup com investimento de R$ 5,2 bilhões

Yann LeCun, figura central na área de inteligência artificial (IA) e um dos laureados com o Prêmio Turing, anunciou o lançamento de sua mais recente empreitada: a startup Advanced Machine Intelligence (AMI). A nova empresa de IA conseguiu investimento inicial de pouco mais de US$ 1 bilhão (R$ 5,2 bilhões).

O anúncio da AMI foi feito por LeCun em suas redes sociais na terça-feira (10). O objetivo principal da startup é desenvolver sistemas de IA mais robustos e seguros, que sejam capazes de tomar decisões mais informadas, aproveitando dados provenientes de fontes, como câmeras e sensores.

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Novo paradigma para criação de IAs

  • A AMI propõe uma abordagem inovadora para o treinamento de sistemas de IA;
  • Em vez de depender majoritariamente de comandos de texto, conhecidos como text prompts, a startup foca na construção de “modelos de mundo“;
  • Estes modelos, explicados no próprio site da empresa, são sistemas de IA que aprendem diretamente a partir de dados do mundo real;
  • Isso significa que, ao coletar informações de sensores e câmeras, a AMI busca criar IAs que antecipem, com maior precisão, as consequências de suas ações;
  • Essa capacidade de previsão aprimorada é vista como um passo fundamental para aumentar a segurança e a confiabilidade das aplicações de IA.
LeCun já ganhou o Prêmio Turing (Imagem: Darshika Maduranga/Shutterstock)

Para liderar essa iniciativa, a AMI já realizou contratações estratégicas. O empreendedor de IA Alex LeBrun foi nomeado CEO da companhia, enquanto Saining Xie, um pesquisador com experiência na Meta e Google, assumiu o cargo de Diretor Científico.

A iniciativa de LeCun recebeu elogios do presidente francês, Emmanuel Macron. Em uma publicação no X, Macron afirmou que LeCun “abre um novo capítulo na inteligência artificial” com a fundação da AMI, e adicionou: “Esta é a França dos pesquisadores, dos construtores e dos audaciosos. Bravo!”

Quem é o “pai da IA francesa”?

Yann LeCun, cientista franco-estadunidense, é uma figura proeminente no campo da IA. Em 2018, ele foi agraciado com o Prêmio Turing, considerado o mais prestigioso da ciência da computação, juntamente com os pesquisadores Geoffrey Hinton e Yoshua Bengio.

O prêmio reconheceu o trabalho pioneiro do trio no deep learning (aprendizado profundo), um tipo de IA que identifica padrões em grandes volumes de dados.

A estrutura operacional da AMI será distribuída globalmente, com escritórios e equipes atuando em regiões estratégicas, como Paris (França), Nova York (EUA), Montreal (Canadá) e Singapura, reforçando a ambição de impacto internacional da startup.

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