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China: Volkswagen integra agentes de IA em carros locais

A Volkswagen anunciou que equipará novos carros produzidos para a China com agentes de inteligência artificial (IA) a partir do segundo semestre deste ano, em tentativa de acompanhar a tecnologia avançada oferecida no maior mercado automotivo do mundo.

A montadora alemã está correndo para competir com fabricantes chineses que estabelecem ritmo mais acelerado na eletrificação, recursos digitais, preços e velocidade de desenvolvimento.

Em evento realizado em Pequim (China) antes do início do salão do automóvel anual da cidade, a Volkswagen disse que, a partir do segundo semestre deste ano, apresentará “agentes de IA a bordo” em veículos que utilizam sua arquitetura eletrônica exclusiva para a China.

A tecnologia permitirá “interação altamente intuitiva e semelhante à humana” entre o veículo e o motorista, garantindo “proteção robusta de dados pessoais“. Diferentemente de um assistente de voz, que responde perguntas simples, os agentes de IA podem lidar com tarefas mais complexas e tomada de decisões, informou a empresa.

Agentes de IA da Volkswagen poderão desde agendar um jantar até organizar o estacionamento do veículo – Imagem: fotokaleinar/Shutterstock

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Agentes de IA da Volkswagen e sua estratégia de reposcionamento

O principal executivo da Volkswagen na China, Ralf Brandstaetter, disse à Reuters após o evento que, com essa tecnologia, o carro pode buscar o restaurante mais bem avaliado em determinada área e fazer e confirmar reservas por conta própria. O sistema também pode levar o motorista ao restaurante e organizar o estacionamento, explicou Brandstaetter.

  • A Volkswagen está tentando se reposicionar no país como uma empresa com estratégia específica para veículos elétricos e inteligentes na China, em vez de um fabricante tradicional com forte presença em combustão interna;
  • No que chama de sua “maior ofensiva de mobilidade elétrica” na China, o grupo planeja lançar mais de 20 novos veículos eletrificados, totalizando 50 novos modelos no mercado até 2030;
  • O CEO do Grupo Volkswagen, Oliver Blume, disse no evento que os lançamentos de modelos e planos tecnológicos enviam uma mensagem clara: “Estamos de volta“;
  • A estratégia “Na China, para a China” da montadora foca na expansão das capacidades locais de pesquisa e desenvolvimento, aceleração dos cronogramas de desenvolvimento e aprofundamento das parcerias locais;
  • Ao lado de Blume, Yu Kai, CEO da fabricante chinesa de chips automotivos Horizon Robotics, disse que a IA agêntica da Volkswagen construída com a Horizon permitirá que a tecnologia se expanda além do segmento premium para o mercado de massa.

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Um Openclaw para WhatsApp? Startup lança agente de IA que trabalha via mensageiros

A startup indiana Emergent, conhecida por sua plataforma de vibe-coding, acaba de dar um passo ambicioso no campo da inteligência artificial. A empresa lançou o Wingman, um agente de IA autônomo focado em mensagens, que não apenas ajuda a criar softwares, mas passa a executá-los e operar fluxos de trabalho em segundo plano.

Conforme reportado pelo TechCrunch, o Wingman entra em um território explorado por ferramentas como o OpenClaw e os agentes da Anthropic. O objetivo é permitir que a IA realize tarefas rotineiras — como gerenciar e-mails, calendários e softwares corporativos — de forma independente, mas sob a supervisão do usuário.

O copiloto que vive no seu chat

O grande diferencial da Emergent é a interface. Em vez de exigir que o usuário aprenda a usar uma nova plataforma, o Wingman funciona dentro de aplicativos de mensagens que já fazem parte do dia a dia, como WhatsApp, Telegram e iMessage.

“Muitas tarefas reais já acontecem via chat, voz e e-mail – pedir algo, fazer o acompanhamento, compartilhar contexto. Cada vez mais, essas serão as principais formas de trabalharmos com agentes também”, afirmou Mukund Jha, cofundador e CEO da Emergent, ao TechCrunch.

Principais recursos do Wingman:

  • Fronteiras de confiança: o agente realiza tarefas rotineiras sozinho, mas, para passos mais consequentes ou decisões críticas, ele interrompe a execução e pede aprovação via chat.
  • Integração total: ele roda em segundo plano conectado a ferramentas de produtividade, sendo capaz de cruzar dados entre o seu calendário e o seu e-mail para resolver pendências.
  • Acessibilidade: focado em usuários não técnicos, ele segue a filosofia do “vibe-coding”, em que basta dizer o que você quer que seja feito.

Uma startup de US$ 300 milhões

Fundada em 2025 e sediada em Bengaluru, a Emergent já é considerada uma “queridinha” dos investidores de risco. Em janeiro, a startup levantou US$ 70 milhões em uma rodada liderada por gigantes como SoftBank e Khosla Ventures, atingindo uma avaliação de US$ 300 milhões.

Atualmente, mais de 8 milhões de pessoas já utilizaram as ferramentas de criação da empresa. Com o Wingman, a Emergent quer provar que a IA pode ir além de ser apenas uma ferramenta de consulta ou criação, tornando-se uma ferramenta de execução.

O Wingman está sendo lançado em um modelo de teste gratuito limitado. Após esse período, o acesso será pago, com integração direta para quem já possui contas na plataforma da Emergent.

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Opera integra ChatGPT, Claude e outras IAs ao navegador Neon

A Opera anunciou nesta terça-feira (31) o lançamento do MCP Connector para o Opera Neon, navegador com foco em inteligência artificial (IA) agêntica da empresa. A novidade permite integrar ferramentas de inteligência artificial diretamente ao ambiente de navegação, com acesso ao contexto em tempo real e execução de ações dentro do próprio software.

Segundo a companhia, a tecnologia é baseada no Model Context Protocol (MCP) e busca resolver um problema recorrente no uso de IA: a necessidade de alternar entre diferentes plataformas. Com a atualização, o navegador passa a funcionar como uma camada de execução de IA, conectando ferramentas externas ao fluxo de trabalho já em andamento.

Integração direta com agentes de IA

Com o MCP Connector, o Opera Neon passa a oferecer suporte a agentes de IA de terceiros, permitindo que soluções como ChatGPT, Claude, Lovable, OpenClaw e n8n operem diretamente na sessão ativa do usuário.

Diferente de outras abordagens que utilizam ambientes simulados, o navegador permite que essas ferramentas atuem na sessão real, com acesso a abas abertas, conteúdos de páginas e sessões autenticadas. Isso elimina etapas como copiar e colar informações ou reexplicar contextos ao alternar entre serviços.

MCP Connectors permite a conexão do Opera Neon com agentes de IA de terceiros (Imagem: Divulgação / Opera)

“No ano passado, lançamos o Browser Operator como um primeiro passo em direção a um navegador agêntico. Agora estamos abrindo essas capacidades para clientes de IA externos por meio do MCP, para que possam atuar diretamente dentro do navegador, não fora dele”, afirma Monika Kurczyńska, Diretora de P&D para IA de navegador na Opera.

Execução de tarefas dentro do navegador

Ao expor um endpoint baseado no MCP, o Opera Neon permite que ferramentas conectadas executem ações diretamente no navegador. Entre as funcionalidades disponíveis estão navegação por páginas, extração de informações, captura de screenshots, preenchimento de formulários, abertura de abas e buscas.

A proposta é tornar os fluxos mais fluidos, reduzindo a fricção entre o uso de IA e a navegação tradicional. De acordo com a empresa, essa integração amplia o ecossistema do navegador e cria uma plataforma aberta para inovação em IA aplicada ao browsing.

Casos de uso e aplicações

A Opera destaca que a novidade pode ser aplicada em diferentes cenários, como desenvolvimento, prototipagem e automação. Desenvolvedores já utilizam ferramentas como Claude Code para testar aplicações em ambientes reais de navegação.

Outras plataformas, como Lovable, permitem a criação de interfaces a partir de páginas ao vivo, enquanto soluções como n8n e assistentes como o ChatGPT podem incorporar ações do navegador em fluxos automatizados.

“O navegador é onde os fluxos de trabalho vivem, mas a IA estava desconectada dele. Com o Opera Neon, conectamos clientes de IA populares diretamente a um navegador agêntico, permitindo que operem onde os usuários já trabalham, sem precisar recriar contextos”, completa Kurczyńska.

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Segurança e disponibilidade

Para garantir segurança e estabilidade, o MCP Connector utiliza autenticação via URL segura de servidor MCP e uma camada de proxy persistente, que mantém a conexão ativa e informa quando o navegador não está disponível.

O recurso já está disponível para assinantes do Opera Neon. A empresa também informou que pretende lançar uma versão simplificada do conector para os navegadores Opera One e Opera GX, ampliando o acesso à funcionalidade em seu portfólio.

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Claude agora usa seu computador para executar tarefas

A Anthropic anunciou uma nova funcionalidade que permite enviar comandos ao Claude pelo smartphone para que o assistente execute tarefas diretamente no computador do usuário. A novidade foi apresentada na segunda-feira (23) e faz parte da estratégia da empresa de avançar no desenvolvimento de agentes de IA.

Segundo a companhia, após receber um comando, o Claude consegue abrir aplicativos, navegar em um navegador e preencher planilhas. Em um vídeo divulgado, um usuário pede que o sistema exporte uma apresentação em PDF e a anexe a um convite de reunião, tarefa que é realizada pelo assistente.

OpenClaw como referência no avanço dos agentes

A atualização reforça o movimento do setor em direção a agentes capazes de executar tarefas de forma autônoma. Esse tipo de tecnologia ganhou destaque após o lançamento do OpenClaw, que se tornou viral.

O OpenClaw se conecta a modelos da OpenAI e da própria Anthropic, permitindo que usuários enviem comandos por aplicativos como WhatsApp e Telegram. Assim como o novo recurso do Claude, ele roda localmente no dispositivo, o que possibilita acesso a arquivos.

O CEO da Nvidia, Jensen Huang, afirmou à CNBC na semana passada que o OpenClaw é “definitivamente o próximo ChatGPT”. A empresa também anunciou o NemoClaw, uma versão corporativa do sistema.

Já a OpenAI contratou, no mês passado, Peter Steinberger, criador do OpenClaw, com o objetivo de “impulsionar a próxima geração de agentes pessoais”.

Funcionalidades e limitações técnicas

A Anthropic afirma que o uso do computador ainda está em estágio inicial, especialmente quando comparado à capacidade do Claude de programar ou interagir com texto.

“O Claude pode cometer erros e, embora continuemos aprimorando nossas salvaguardas, as ameaças estão em constante evolução”, informou a empresa.

A companhia diz ter desenvolvido o recurso com salvaguardas para minimizar riscos. O sistema também solicita permissão antes de acessar novos aplicativos.

Sistema solicita permissão antes de acessar novos aplicativos (Imagem: Divulgação / Anthropic)

Ferramentas adicionais e uso contínuo

Os usuários também podem recorrer ao Dispatch, recurso lançado na semana passada dentro do Claude Cowork. A ferramenta permite manter uma conversa contínua com o assistente pelo celular ou desktop, além de atribuir tarefas ao agente.

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Dispatch também é uma opção para usuários do Claude (Imagem: Divulgação / Anthropic)

Leia mais:

Movimento das empresas por agentes de IA

A iniciativa da Anthropic ocorre em meio a uma disputa mais ampla entre empresas de tecnologia para desenvolver agentes capazes de executar tarefas em nome dos usuários ao longo do dia.

Esses sistemas buscam ampliar as capacidades dos assistentes de IA ao permitir que realizem ações diretamente em dispositivos e aplicativos, em vez de apenas responder comandos em texto.

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Agentes de IA agem sozinhos — e os erros podem custar caro

Os chamados agentes de inteligência artificial (IA) estão se tornando cada vez mais populares entre entusiastas de tecnologia. Diferente dos chatbots comuns, esses sistemas vão além de responder perguntas: eles podem usar aplicativos, acessar sites, editar arquivos, enviar e receber mensagens e realizar tarefas de forma autônoma, como se fossem um assistente pessoal digital disponível a qualquer hora. A tecnologia ganha força no Vale do Silício, mas especialistas alertam que os erros dessas ferramentas podem ter consequências sérias — e caras.

Um caso ilustra bem os riscos. Sebastian Heyneman, fundador de uma pequena startup em San Francisco, contou à reportagem do New York Times que pediu a um agente de IA que negociasse para ele uma vaga como palestrante no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça. Enquanto dormia, o bot vasculhou a internet, enviou mensagens a pessoas ligadas ao evento e chegou a fechar um acordo. Mas, ao acordar, Heyneman descobriu que o agente havia comprometido o pagamento de 24 mil francos suíços (mais de R$ 158 mil) por um patrocínio corporativo — valor que ele não tinha como pagar.

Agentes de IA podem facilitar a vida de usuários, mas ainda cometem muitos erros, que podem custar caro — financeiramente mesmo (Imagem: Koupei Studio / Shutterstock.com)

Quando o assistente virtual age por conta própria

O agente usado por Heyneman foi o Tasklet, desenvolvido pela startup Shortwave, também de San Francisco. Após a confusão, os organizadores de Davos ameaçaram bani-lo do evento. Ele acabou desembolsando quase 4 mil euros (aproximadamente R$ 24 mil) só para participar. Durante a estadia, ainda foi brevemente detido pela polícia local após deixar um gadget da sua empresa no saguão de um hotel.

A história exemplifica um debate crescente no setor: os agentes de IA são confiáveis o suficiente para agir de forma independente? Andrew Lee, fundador da Shortwave, explicou ao NYT que a resposta está no equilíbrio entre autonomia e supervisão humana. “A chave é ter um processo em que humanos possam acompanhar o trabalho desses sistemas”, disse ele. “Talvez você deixe um bot redigir quantos e-mails quiser, mas o impeça de enviá-los sem checar com você primeiro.”

Empresas cortando empregos antes mesmo da tecnologia maturar

O debate vai além dos casos individuais. Em fevereiro, a Block — empresa de tecnologia financeira que controla o Square, o Cash App e o Tidal — anunciou o corte de 40% de sua força de trabalho, citando a expectativa de avanço dos agentes de IA. Foi um dos exemplos mais contundentes de uma empresa eliminando postos de trabalho com base no que a tecnologia pode fazer no futuro.

Outros especialistas, porém, são mais cautelosos. Summer Yue, pesquisadora do laboratório de IA da Meta, relatou que, ao pedir a um agente que organizasse sua caixa de e-mails, o sistema começou a deletar mensagens aos milhares. Rayan Krishnan, CEO da Vals AI — empresa que avalia o desempenho de tecnologias de IA —, afirma que alguns agentes chegam a incluir informações falsas ou completamente inventadas em relatórios gerados automaticamente.

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Da pesquisa à medicina: usos práticos com cautela

Apesar dos riscos, há usuários que já incorporaram os agentes à rotina profissional com resultados positivos.

O Dr. Christian Péan, cirurgião ortopédico em Durham, Carolina do Norte, usa o Claude Cowork, da Anthropic, para gerar relatórios, resumir e-mails e redigir respostas. “Funciona quase como meu chefe de gabinete”, disse ele ao NYT. Ainda assim, o médico revisa tudo antes de autorizar qualquer envio: “Todas essas ferramentas de IA soam muito confiantes, mas você vai deixar passar alucinações e informações erradas se não tiver expertise para checar tudo.”

Imagem gerada por IA demonstrando interação entre aprendizado de máquina e medicina.
Agentes de IA podem ser muito úteis em áreas como a medicina, mas precisam ser usados com cautela (Imagem: LALAKA / Shutterstock.com)

Empresas como Anthropic, Google, Meta, Perplexity e Shortwave estão investindo no desenvolvimento dessas tecnologias para uso corporativo. Kyle Wild, engenheiro de software em Berkeley, Califórnia, usa agentes para pagar multas de trânsito, pesquisar ideias para encontros e até enviar mensagens a amigos e restaurantes. Para ele, os erros fazem parte: “Se você já teve funcionários humanos, sabe que eles também vão errar”, disse ele ao jornal.

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Personal Computer: a IA da Perplexity que trabalha sozinha no seu PC dia e noite

A Perplexity anunciou, nesta semana, o Personal Computer. É um sistema agêntico de inteligência artificial (IA) que funciona dentro do Mac Mini, “CPU” da Apple. No estilo OpenClaw mesmo.

O anúncio da empresa reforça uma transição tecnológica: a IA deixa de ser uma interface de conversa para se tornar um sistema capaz de gerenciar e controlar arquivos e aplicativos pessoais de forma constante num computador.

Apresentada na conferência Ask na quarta-feira (11), em São Francisco (EUA), o Personal Computer expande a plataforma de nuvem da empresa para criar um “trabalhador digital”. 

A tecnologia une o raciocínio de múltiplos modelos de IA de ponta ao acesso a dados locais. Assim, permite que o sistema automatize tarefas complexas que, até então, exigiam intervenção humana constante.

Perplexity Personal Computer: o agente autônomo e o controle de arquivos locais

O diferencial do Personal Computer da Perplexity é seu caráter agêntico aplicado ao contexto local do usuário. Enquanto IAs tradicionais apenas respondem a perguntas, um software agêntico compreende objetivos gerais e toma decisões para concluir tarefas de forma autônoma. 

Na prática, o novo sistema da empresa funciona como um procurador digital (proxy) que orquestra ferramentas e documentos em nome do usuário a partir de qualquer aparelho.

Para funcionar, a ferramenta exige um Mac mini que deve permanecer ligado 24 horas por dia e conectado aos servidores da empresa.

Essa configuração permite que a IA manipule documentos físicos, como organizar pastas de fotos ou redigir e-mails para investidores, enquanto o processamento pesado ocorre na nuvem. Assim, os arquivos permanecem no dispositivo do usuário. E a execução da tarefa é contínua.

A segurança é tratada por meio de camadas de proteção técnica. O sistema opera cada consulta num “sandbox”, ambiente isolado que protege a integridade dos dados privados contra falhas. 

Além disso, o usuário conta com um “kill switch” (mecanismo de desligamento imediato) e a exigência de aprovação manual para ações sensíveis. Isso garante que o controle final nunca saia das mãos do proprietário.

O uso de Mac minis para hospedar agentes de IA ganhou força com o projeto de código aberto OpenClaw. Mas a Perplexity busca se diferenciar pela estabilidade. A empresa posiciona sua solução como uma alternativa mais segura em comparação a ferramentas experimentais.

Atualmente, o Personal Computer está disponível apenas via lista de espera. A empresa informou que usuários do plano Perplexity Max, o mais caro, terão prioridade no acesso antecipado ao novo sistema.

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