ChatGPT

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Novo ChatGPT toma decisão sozinho e irrita usuários

Relatos de arquivos apagados e até bancos de dados excluídos sem autorização colocaram o GPT-5.6 Sol, novo modelo da OpenAI para programação e cibersegurança, no centro das discussões entre desenvolvedores.

Os casos ganharam repercussão nas redes sociais porque a própria OpenAI já havia identificado esse comportamento durante os testes realizados antes do lançamento da ferramenta.

Relatos de desenvolvedores colocaram o comportamento do modelo da OpenAI sob análise da comunidade. – Imagem: Henry Franklin/Shutterstock

Usuários relatam perdas inesperadas

Segundo o TechCrunch, as primeiras reclamações vieram de profissionais da área de tecnologia. Entre eles está Matt Shumer, fundador e CEO da OthersideAI, que afirmou ter perdido quase todos os arquivos do seu Mac.

Em uma publicação, Shumer escreveu: “O GPT-5.6 Sol acabou apagando acidentalmente quase TODOS os arquivos do meu Mac.”

O desenvolvedor Bruno Lemos também relatou a exclusão do banco de dados de produção de um projeto. Já Joey Kudish afirmou que o modelo removeu arquivos que não deveria, mas disse que conseguiu evitar prejuízos maiores porque mantinha backups.

A própria reportagem ressalta, porém, que esse conjunto de relatos ainda não é suficiente para concluir que todos os incidentes tenham sido provocados exclusivamente pelo modelo.

Testes já apontavam esse risco

Antes do lançamento, a OpenAI publicou um documento técnico descrevendo os resultados dos testes feitos com o GPT-5.6 Sol. Segundo a empresa, o sistema pode interpretar permissões de maneira ampla demais e executar ações além da intenção do usuário.

O relatório também informa que, em algumas situações, o modelo pode fornecer informações enganosas sobre o motivo de determinadas ações.

Um dos testes descreve um pedido para excluir três máquinas virtuais específicas. Como elas não foram encontradas, a IA apagou outras três máquinas por iniciativa própria e só depois reconheceu que arquivos importantes de trabalho poderiam ter sido perdidos.

Entre os comportamentos destacados pela empresa estão:

  • Exclusão de recursos diferentes dos solicitados pelo usuário;
  • Uso de credenciais sem autorização prévia;
  • Interpretação excessivamente ampla das instruções recebidas;
  • Possibilidade de executar ações destrutivas fora do objetivo da tarefa.
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O GPT-5.6 Sol chamou atenção após relatos de ações destrutivas fora do objetivo da tarefa. – Imagem: Ascannio/Shutterstock

OpenAI recomenda medidas de proteção

Outro teste mostrou que o GPT-5.6 Sol encontrou credenciais armazenadas em um cache local oculto e as utilizou para acessar arquivos na nuvem sem autorização do usuário.

Leia mais:

A OpenAI afirma que episódios desse tipo devem ser raros, mas admite que o GPT-5.6 Sol apresenta uma tendência maior do que o GPT-5.5 de realizar ações que vão além do que foi solicitado.

Ainda não há dados suficientes para indicar o alcance desses episódios. Enquanto isso, a empresa recomenda restringir permissões de acesso, evitar o uso direto em sistemas de produção, manter backups atualizados e testar mudanças em ambientes controlados antes da implantação. As recomendações reforçam um ponto destacado pela própria OpenAI antes mesmo do lançamento: o modelo pode agir além da intenção do usuário quando não encontra limites definidos de forma clara.

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ChatGPT caiu? Chatbot da OpenAI começa o dia instável

Acordou, tentou usar o ChatGPT e não conseguiu? Saiba que você não está sozinho. Usuários de todo o mundo estão falando sobre o assunto nas redes sociais.

A OpenAI informou sobre a queda em sua página de status. A empresa diz ter constatado falhas para iOS e macOS – ou seja, sistemas operacionais dos smartphones e computadores da Apple. Nos testes que fizemos aqui no Olhar Digital, o problema se resumiu ao macOS.

  • iPhone: ChatGPT abriu normalmente
  • Android: ChatGPT abriu normalmente
  • PC Windows: ChatGPT abriu normalmente
  • MacBook: ChatGPT não funciona.

Quando tento acessar o ChatGPT pelo MacBook, aparece a seguinte mensagem: “Uma atividade incomum foi detectada no seu dispositivo. Tente novamente mais tarde”.

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O Downdetector, que monitora reclamações online de serviços digitais, mostra a alta de registros. O gráfico a seguir é dos Estados Unidos.

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Nas redes sociais, usuários comentam a queda:

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Novo aplicativo do ChatGPT é (quase) um sistema operacional

A OpenAI anunciou não apenas novos modelos do ChatGPT, mas um novo aplicativo do chatbot para computadores, nesta quinta-feira (09). Na demonstração, o programa rodava num Mac, sistema operacional de computadores da Apple. Mas a empresa informou que a nova versão também vai chegar para Windows, da Microsoft.

Segundo a apresentação da empresa, o aplicativo vai funcionar quase como um sistema operacional em cima do sistema do computador em questão. Em tese, você vai conseguir usar a IA da OpenAI para orquestrar programas e arquivos. Isso por meio de comandos (prompts) que poderão ser escritos ou falados. A equipe fez questão de reforçar que você pode mandar áudios para o ChatGPT, tanto no celular quanto no computador.

O novo aplicativo está disponível globalmente, inclusive para quem apenas tem uma conta para usar o ChatGPT – isto é, não assina nenhum plano (os chamados “usuários gratuitos”).

Como é o novo aplicativo do ChatGPT para computadores

Entre os destaques do novo aplicativo do ChatGPT para computadores, estão:

  • Novos recursos de execução (Computer Use e Navegador Embutido): Exclusivamente no desktop, o ChatGPT agora conta com um navegador integrado para abrir e refinar arquivos (como Google Workspace e Microsoft 365) e a função “Computer Use”, que permite ao agente executar tarefas em segundo plano no seu computador (clicar, digitar e mover arquivos);
  • Unificação com o Codex: O aplicativo Codex, voltado para desenvolvedores, foi embutido no novo aplicativo. Os desenvolvedores podem manter o Codex como visualização padrão e usar seu ícone se preferirem;
  • Renomeação da versão antiga: A versão anterior do aplicativo de computador passa a se chamar “ChatGPT Classic”.

Quem usava o aplicativo do Codex não vai precisar baixar outro aplicativo. Basta atualizar o programa normalmente como você já fazia. O aplicativo do Codex será convertido automaticamente no novo aplicativo do ChatGPT para desktop. E você vai poder manter o visual e o ícone antigos do Codex, se preferir. Já quem usava o aplicativo padrão do ChatGPT para computador vai precisar migrar para a versão atualizada, sim. Isto é, baixar o novo aplicativo.

Matéria em atualização…

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OpenAI anuncia ChatGPT Work, que foca em produtividade no trabalho

Nesta quinta-feira (9), a OpenAI anunciou o ChatGPT Work, versão laboral de sua inteligência artificial (IA) que pode executar tarefas em diferentes aplicativos e arquivos.

O novo agente de IA integrado ao ChatGPT foi desenvolvido para executar tarefas complexas de forma autônoma, utilizando aplicativos, arquivos e fluxos de trabalho conectados pelo usuário.

Segundo a empresa, a ferramenta é capaz de permanecer trabalhando em um projeto por horas, dividir atividades em etapas menores e entregar materiais concluídos, como planilhas, apresentações, documentos e aplicativos web.

O lançamento representa uma expansão das capacidades do ChatGPT, que passa a ir além da resposta a perguntas para realizar trabalho prático em diferentes plataformas, incluindo web, dispositivos móveis e computadores. A novidade incorpora a tecnologia do Codex e é alimentada pelo novo modelo GPT-5.6, também apresentado nesta quinta pela OpenAI.

Exemplo de uso do ChatGPT Work – Imagem: Divulgação/OpenAI

GPT-5.6 impulsiona o novo agente

  • De acordo com a empresa, o ChatGPT Work utiliza o GPT-5.6 para lidar com tarefas que exigem múltiplas etapas de raciocínio e produzir materiais seguindo modelos, arquivos de referência e padrões fornecidos pelos usuários;
  • A OpenAI afirma que a melhor forma de aprender a utilizar o recurso é delegando atividades que o usuário já conhece, como analisar variações de orçamento no fechamento do mês, transformar materiais de origem em um briefing de campanha de marketing ou preparar uma reunião de vendas;
  • Durante a execução, é possível acompanhar o progresso, responder perguntas feitas pelo agente, alterar o direcionamento do trabalho e aprovar ações consideradas importantes;
  • A empresa também destaca que o ChatGPT Work pode assumir fluxos completos de trabalho com um único comando;
  • Como exemplo, cita a possibilidade de transformar pesquisas com clientes em um briefing de campanha, criar materiais de marketing a partir desse documento e adaptar esses conteúdos para diferentes mercados, preservando o contexto ao longo de todas as etapas.

Tarefas podem continuar mesmo sem o usuário

Outro recurso apresentado são as Tarefas Agendadas, que permitem ao ChatGPT Work continuar executando atividades mesmo quando o usuário está longe do computador ou do celular.

Segundo a OpenAI, o agente pode, por exemplo, transformar automaticamente novas mensagens recebidas no Microsoft Teams e no Slack em documentos ou apresentações atualizadas e compartilhar alterações relevantes com a equipe.

A empresa afirma que praticamente 100% de suas equipes internas, incluindo os departamentos financeiro e de vendas, já utilizam o ChatGPT Work e o Codex para acelerar processos, enfrentar tarefas mais complexas e dedicar mais tempo ao atendimento de clientes.

Exemplo de uso do ChatGPT Work
Exemplo de uso do ChatGPT Work – Imagem: Divulgação/OpenAI

OpenAI relata ganhos internos

A OpenAI compartilhou exemplos de uso interno da plataforma.

Na área de vendas, o ChatGPT Work teria transformado uma conversa inicial com um cliente em uma prova de conceito personalizada para um problema considerado crítico em menos de 24 horas, um processo que normalmente levaria semanas.

Segundo a empresa, o agente estruturou anotações, encaminhou a solicitação para um arquiteto de soluções e colaborou com a equipe técnica, permitindo que o responsável comercial permanecesse focado no relacionamento com o cliente.

Já na área financeira, a OpenAI afirma que o agente reduziu processos de fechamento mensal e previsão financeira de dias para horas ao ajudar equipes a localizar dados de origem, transferi-los para Excel ou Google Planilhas, conciliá-los, criar apresentações e verificar os resultados. Com isso, o time financeiro passou a dedicar mais tempo à análise das mudanças nas projeções e ao suporte estratégico aos gestores.

Disponibilidade começa pelos planos pagos

O ChatGPT Work começou a ser distribuído para usuários dos planos Pro, Enterprise e Edu nas versões web e móvel. Segundo a OpenAI, a novidade também chegará aos planos Plus e Business nos próximos dias.

No aplicativo para desktop, os modos Chat, Work e Codex passam a estar disponíveis em todos os planos, incluindo o gratuito, com distribuição global para computadores Windows e Mac.

Aplicativo para desktop ganha novos recursos

A OpenAI também atualizou o aplicativo de desktop do ChatGPT para ampliar sua integração com o computador do usuário.

Segundo a empresa, o software agora pode utilizar arquivos locais e aplicativos instalados para executar tarefas. Além disso, ganhou um navegador integrado que permite acessar sites, ferramentas online e arquivos hospedados na internet dentro da própria aplicação.

A companhia informou ainda que o aplicativo Codex será incorporado ao novo ChatGPT para desktop. Embora permaneça como um agente voltado ao desenvolvimento de software, o Codex passa a oferecer recursos adicionais, incluindo edição de código diretamente em diferenças (“diffs”), revisão de pull requests na barra lateral, uso mais rápido do computador impulsionado pelo GPT-5.6 e suporte a múltiplos repositórios em um mesmo projeto.

Exemplo de uso do ChatGPT Work
Exemplo de uso do ChatGPT Work – Imagem: Divulgação/OpenAI

Plugins ampliam integração com ferramentas corporativas

Para utilizar o ChatGPT Work, os usuários podem conectar aplicativos e sistemas por meio de plugins.

Segundo a OpenAI, esses plugins permitem integrar o ChatGPT a serviços, como Slack, Microsoft Teams, Google Drive, SharePoint, e-mail, calendários, CRMs, rastreadores de projetos e outras ferramentas internas.

A empresa afirma que o ChatGPT identifica automaticamente quando deve utilizar um plugin com base no comando recebido, embora também seja possível indicar manualmente uma aplicação digitando “@” seguido do nome do aplicativo durante a conversa.

Depois de conectadas, essas ferramentas permitem que o agente compreenda o contexto do trabalho, reúna informações relevantes, produza documentos, apresentações e análises, além de continuar refinando rascunhos em segundo plano enquanto o usuário mantém o controle do processo.

ChatGPT passa a criar sites e aplicativos web

A OpenAI também anunciou o Sites, recurso disponibilizado em beta pública dentro do ChatGPT. Com ele, usuários poderão transformar ideias ou projetos em sites interativos ou aplicativos web compartilháveis por meio de uma URL.

Segundo a empresa, o recurso pode ser utilizado para criar dashboards ao vivo, rastreadores de projetos, calendários de lançamento, protótipos, portais internos e relatórios interativos. Os projetos podem ser testados diretamente no ChatGPT e atualizados automaticamente conforme as informações de origem forem modificadas.

Exemplo de uso do ChatGPT Work
Exemplo de uso do ChatGPT Work – Imagem: Divulgação/OpenAI

Automação de tarefas repetitivas

A OpenAI afirma que o ChatGPT Work foi desenvolvido para assumir tarefas repetitivas e liberar os usuários para atividades consideradas mais importantes.

As Tarefas Agendadas podem executar ações únicas, repetidas em horários programados, acionadas por eventos específicos ou voltadas ao monitoramento contínuo de alterações.

Entre os exemplos apresentados pela empresa estão:

  • Revisar semanalmente atualizações do Slack e atualizar a pauta de reuniões recorrentes;
  • Monitorar sites e painéis diariamente, resumindo mudanças e enviando relatórios;
  • Acompanhar novos comentários de clientes e transformá-los em ideias priorizadas para produtos;
  • Atualizar apresentações automaticamente quando novos comentários forem recebidos por e-mail.

Segundo a OpenAI, o usuário continua definindo quais recursos o ChatGPT pode acessar, quando o agente deve solicitar confirmação e em quais situações será necessária aprovação antes da execução de determinadas ações.

Navegador integrado e controle do computador

No desktop, o ChatGPT também passa a contar com um navegador integrado para realizar pesquisas, utilizar ferramentas online e editar trabalhos baseados na web.

A empresa afirma que os usuários poderão solicitar pesquisas de mercado, comparar fontes, extrair informações de sites e abrir arquivos do Google Workspace e do Microsoft 365 diretamente dentro do aplicativo.

Outra novidade é o recurso Uso do Computador, que permite ao ChatGPT utilizar o computador do usuário para executar tarefas em segundo plano, incluindo clicar, digitar e mover arquivos entre aplicativos, ferramentas e navegadores. Esse recurso pode ser utilizado tanto em atividades únicas quanto em tarefas recorrentes programadas.

A OpenAI informou ainda que sua extensão para o Google Chrome será atualizada para permitir o uso do ChatGPT diretamente na barra lateral do navegador. Como consequência dessa integração, o navegador Atlas será descontinuado gradualmente, e a empresa promete divulgar orientações para a migração dos usuários.

Segurança e controles administrativos

Para organizações, a OpenAI afirma que o ChatGPT Work utiliza a infraestrutura de segurança, privacidade, conformidade e gerenciamento de ambientes já presente no ChatGPT Enterprise.

Administradores das versões Enterprise e Edu poderão controlar centralmente quem tem acesso ao agente, quais informações corporativas poderão ser utilizadas, quais ferramentas poderão ser conectadas e quais ações poderão ser executadas.

A empresa destaca ainda a Compliance API, criada para fornecer visibilidade sobre conversas e ações realizadas pelo ChatGPT Work em larga escala.

Os controles administrativos também permitem gerenciar plugins, acesso ao navegador, políticas de rede, restrições de ações sensíveis e regras específicas para o uso de arquivos locais, aplicativos e ferramentas conectadas.

Outro recurso anunciado é o Auto-review, que utiliza os modelos mais avançados da OpenAI para revisar automaticamente ações importantes envolvendo ferramentas conectadas e APIs antes de sua execução.

Segundo a empresa, durante testes de segurança, o sistema bloqueou 100% das tentativas de extração de dados protegidos, incluindo ataques que o modelo responsável pela revisão não havia encontrado durante o treinamento.

Exemplo de uso do ChatGPT Work
Exemplo de uso do ChatGPT Work – Imagem: Divulgação/OpenAI

Uso varia conforme a complexidade das tarefas

A OpenAI afirma que o ChatGPT Work foi projetado para tarefas mais longas e complexas do que uma conversa tradicional.

Por isso, o consumo de uso varia de acordo com a quantidade de trabalho executado, sendo que atividades mais complexas podem utilizar uma parcela maior da franquia incluída em cada plano. A empresa informa que o ChatGPT Work segue a mesma estrutura de consumo já utilizada pelo Codex.

Administradores dos planos Enterprise e Edu também poderão configurar controles de gastos no console administrativo, estabelecendo limites por ambiente de trabalho, grupos ou usuários individuais, além de analisar solicitações de créditos adicionais acompanhadas das justificativas e detalhes dos projetos enviados pelos usuários.

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OpenAI lança novo ChatGPT; saiba o que muda

A OpenAI está apresentando nesta quinta-feira (09) uma nova versão do ChatGPT. Estamos falando da versão GPT‑5.6.

São três modelos:

  • Sol: o mais potente
  • Luna: um modelo rápido e acessível
  • Terra: um modelo equilibrado para o trabalho cotidiano.

A apresentação da OpenAI acontece neste momento:

O CEO da OpenAI, Sam Altman, disse à CNBC que o GPT-5.6 Sol é 54% mais eficiente em termos de tokens em tarefas de codificação agêntica e que é “tão bom ou melhor” do que os modelos concorrentes no mercado.

“Todas as empresas agora estão pensando em gastos e no valor que estão obtendo em troca de IA, e é isso que realmente queremos fazer”, disse Altman.

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ChatGPT mais poderoso chega hoje; saiba o que esperar

A OpenAI vai lançar publicamente a mais recente versão do ChatGPT nesta quinta-feira (9).

O anúncio foi feito pela própria startup no X:

Estamos falando do modelo GPT 5.6, o mais poderoso da desenvolvedora. No mês passado, a apresentação da tecnologia foi adiada a pedido do governo dos Estados Unidos.

A preocupação da Casa Branca com segurança nacional e com o uso indevido de sistemas de IA avançados é algo crescente.

Agora, segundo a Axios, o governo Trump deu sinal verde para o lançamento em larga escala.

A OpenAI havia limitado o acesso a um pequeno grupo de parceiros e os dados foram compartilhados com autoridades. Três modelos serão apresentados:

  • Sol: o mais potente
  • Terra e Luna: de custo mais acessível.

Em uma prévia publicada no blog da OpenAI, a startup antecipou o seguinte:

Estamos iniciando uma prévia limitada da série GPT‑5.6: Sol, nosso modelo principal; Terra, um modelo equilibrado para o trabalho cotidiano; e Luna, um modelo rápido e acessível. O Terra tem desempenho competitivo em relação ao GPT‑5.5, sendo 2 vezes mais barato, e o Luna oferece forte capacidade pelo nosso menor custo.

O GPT‑5.6 Sol chega com nosso stack de segurança mais robusto até hoje. Reforçamos as proteções para atividades de maior risco, solicitações cibernéticas sensíveis e uso indevido repetido, e passamos várias semanas encontrando fraquezas, submetendo nosso sistema a testes de pressão e fortalecendo-o contra ataques do mundo real.

OpenAI, em post no blog da startup

A empresa ainda descreveu o GPT‑5.6 Sol como seu “modelo mais forte até agora” e destacou suas “capacidades agênticas aprimoradas em programação, biologia e cibersegurança”.

A geopolítica das IAs

Estados Unidos e China estão numa disputa tecnológica intensa em que a IA é protagonista. Modelos de inteligência artificial avançados poderiam acelerar ciberataques em setores consolidados há décadas e com uma infraestrutura totalmente interligada.

Diante disso, a Casa Branca vem fiscalizando novos modelos de inteligência artificial para identificar eventuais ameaças.

A maior preocupação é de que a tecnologia seja usada para fins militares por outros países – como China e Rússia.

Em Pequim, a estratégia não muda muito. O governo vem dialogando com as principais empresas do setor para restringir o acesso estrangeiro aos modelos de ponta do país, segundo a Reuters.

Vale lembrar

  • Em junho, o presidente Donald Trump assinou uma ordem executiva que cria um marco voluntário para permitir que o governo federal avalie novos sistemas de IA antes de seu lançamento.
  • Na semana passada, os modelos Fable 5 e Mythos 5, da Anthropic, voltaram a ficar disponíveis depois que o governo dos Estados Unidos suspendeu os controles de exportação aplicados à startup. A mudança ocorre menos de três semanas após as restrições impostas por razões de segurança nacional.
  • As restrições haviam sido determinadas em 12 de junho e obrigaram a Anthropic a desativar os dois modelos para todos os usuários, já que não havia como verificar a nacionalidade de cada pessoa em tempo real.
  • Depois de implementar novas salvaguardas, a empresa recebeu autorização para retomar o acesso. O Mythos 5 foi disponibilizado gradualmente para parceiros nacionais e internacionais, enquanto o Fable 5, desenvolvido para o público em geral, está disponível desde o último dia 1º.
  • Pela mesma lógica, a OpenAI não colocou o GPT-5.6 nas mãos de todos os usuários de uma só vez.

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Novo ChatGPT Voice ouve e responde ao mesmo tempo; veja como

O ChatGPT ganhou uma nova geração de voz. A OpenAI lançou o GPT-Live, modelo que permite ao sistema ouvir e responder ao mesmo tempo, tornando os diálogos com inteligência artificial mais rápidos e naturais.

A novidade chega ao ChatGPT Voice com melhorias na compreensão de pausas, interrupções e tarefas complexas, sem quebrar o ritmo da conversa.

OpenAI apresenta o GPT-Live, tecnologia criada para tornar diálogos com inteligência artificial mais próximos de uma conversa real. – Imagem: arda savasciogullari/Shutterstock

Nova arquitetura muda a experiência de falar com IA

O GPT-Live usa uma arquitetura full-duplex, que permite processar a fala do usuário enquanto gera respostas. Na prática, a IA consegue acompanhar o diálogo, esperar quando necessário e até reagir com expressões como “mhmm” ou “yeah”.

A mudança elimina uma das principais limitações dos modelos anteriores: a necessidade de esperar cada turno terminar antes de responder. O resultado é uma troca mais próxima de uma conversa em tempo real.

Segundo a OpenAI, o GPT-Live é seu modelo de voz mais inteligente até agora. Quando uma pergunta exige pesquisa na web, raciocínio mais profundo ou tarefas complexas, o sistema pode encaminhar o trabalho para modelos avançados em segundo plano e trazer a resposta durante a conversa.

No lançamento, o GPT-Live utiliza o GPT-5.5 como modelo de apoio.

Entre os principais recursos da nova experiência estão:

  • Conversas mais naturais, com melhor compreensão de pausas e interrupções.
  • Respostas mais inteligentes para perguntas complexas.
  • Melhor escuta em ambientes com ruídos.
  • Integração com busca, memória, imagens e envio de arquivos.
  • Exibição de respostas visuais durante conversas por voz.
Homem conversando por áudios com ChatGPT no celular
O novo ChatGPT Voice pode reagir com expressões como “mhmm” e “yeah” para mostrar que acompanha o diálogo. – Imagem: Rokas Tenys/Shutterstock

GPT-Live supera limitações dos modelos anteriores

Antes da novidade, o ChatGPT Voice funcionava com sistemas que dividiam o processo em etapas. Um modelo transformava a fala em texto, outro gerava a resposta e um terceiro convertia o resultado novamente em voz.

Essa abordagem possibilitou as primeiras conversas por voz com IA avançada, mas também podia causar atrasos e perda de informações durante o processamento.

O Advanced Voice Mode trouxe melhorias ao concentrar áudio e resposta em um único modelo. Ainda assim, o sistema continuava dependente de turnos: era preciso esperar o usuário terminar de falar para responder.

Com o GPT-Live, a OpenAI afirma que o modelo pode decidir várias vezes por segundo se deve falar, continuar ouvindo, pausar, interromper ou usar uma ferramenta.

Montagem com celular mostrando uma das novas vozes do ChatGPT
A nova tecnologia da OpenAI mantém a conversa enquanto tarefas complexas são processadas em segundo plano. – Imagem: Divulgação/OpenAI

Segurança recebe novos controles no recurso

A OpenAI também criou proteções específicas para conversas por voz. Os testes foram ampliados para avaliar riscos relacionados a psicose e mania, dependência emocional da IA, violência e conteúdo sexual.

Segundo a empresa, o GPT-Live teve desempenho igual ou superior ao Advanced Voice Mode na maioria das avaliações realizadas.

Leia mais:

A companhia afirma ainda que o recurso foi desenvolvido para conversas, não para imitação de vozes reais. O sistema utiliza vozes predefinidas no ChatGPT e possui proteções para impedir a reprodução da voz de uma pessoa específica.

O GPT-Live começa a ser disponibilizado globalmente para usuários do ChatGPT em iOS, Android e ChatGPT.com. O GPT-Live-1 será o modelo padrão para assinantes Go, Plus e Pro, enquanto o GPT-Live-1 mini será usado por contas gratuitas.

A OpenAI informa que recursos como vídeo e compartilhamento de tela por voz ainda não estarão disponíveis no lançamento, mas estão em desenvolvimento.

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Novo ChatGPT chegará amanhã; saiba o que esperar

A OpenAI vai lançar publicamente a mais recente versão do ChatGPT nesta quinta-feira (9).

O anúncio foi feito pela própria startup no X:

Estamos falando do modelo GPT 5.6, o mais poderoso da desenvolvedora. No mês passado, a apresentação da tecnologia foi adiada a pedido do governo dos Estados Unidos.

A preocupação da Casa Branca com segurança nacional e com o uso indevido de sistemas de IA avançados é algo crescente.

Agora, segundo a Axios, o governo Trump deu sinal verde para o lançamento em larga escala.

A OpenAI havia limitado o acesso a um pequeno grupo de parceiros e os dados foram compartilhados com autoridades. Três modelos serão apresentados:

  • Sol: o mais potente
  • Terra e Luna: de custo mais acessível.

Em uma prévia publicada no blog da OpenAI, a startup antecipou o seguinte:

Estamos iniciando uma prévia limitada da série GPT‑5.6: Sol, nosso modelo principal; Terra, um modelo equilibrado para o trabalho cotidiano; e Luna, um modelo rápido e acessível. O Terra tem desempenho competitivo em relação ao GPT‑5.5, sendo 2 vezes mais barato, e o Luna oferece forte capacidade pelo nosso menor custo.

O GPT‑5.6 Sol chega com nosso stack de segurança mais robusto até hoje. Reforçamos as proteções para atividades de maior risco, solicitações cibernéticas sensíveis e uso indevido repetido, e passamos várias semanas encontrando fraquezas, submetendo nosso sistema a testes de pressão e fortalecendo-o contra ataques do mundo real.

OpenAI, em post no blog da startup

A empresa ainda descreveu o GPT‑5.6 Sol como seu “modelo mais forte até agora” e destacou suas “capacidades agênticas aprimoradas em programação, biologia e cibersegurança”.

A geopolítica das IAs

Estados Unidos e China estão numa disputa tecnológica intensa em que a IA é protagonista. Modelos de inteligência artificial avançados poderiam acelerar ciberataques em setores consolidados há décadas e com uma infraestrutura totalmente interligada.

Diante disso, a Casa Branca vem fiscalizando novos modelos de inteligência artificial para identificar eventuais ameaças.

A maior preocupação é de que a tecnologia seja usada para fins militares por outros países – como China e Rússia.

Em Pequim, a estratégia não muda muito. O governo vem dialogando com as principais empresas do setor para restringir o acesso estrangeiro aos modelos de ponta do país, segundo a Reuters.

Vale lembrar

  • Em junho, o presidente Donald Trump assinou uma ordem executiva que cria um marco voluntário para permitir que o governo federal avalie novos sistemas de IA antes de seu lançamento.
  • Na semana passada, os modelos Fable 5 e Mythos 5, da Anthropic, voltaram a ficar disponíveis depois que o governo dos Estados Unidos suspendeu os controles de exportação aplicados à startup. A mudança ocorre menos de três semanas após as restrições impostas por razões de segurança nacional.
  • As restrições haviam sido determinadas em 12 de junho e obrigaram a Anthropic a desativar os dois modelos para todos os usuários, já que não havia como verificar a nacionalidade de cada pessoa em tempo real.
  • Depois de implementar novas salvaguardas, a empresa recebeu autorização para retomar o acesso. O Mythos 5 foi disponibilizado gradualmente para parceiros nacionais e internacionais, enquanto o Fable 5, desenvolvido para o público em geral, está disponível desde o último dia 1º.
  • Pela mesma lógica, a OpenAI não colocou o GPT-5.6 nas mãos de todos os usuários de uma só vez.

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IA acelera tarefas, mas enfraquece a autonomia humana

Ferramentas de inteligência artificial já demonstram capacidade de elevar a produtividade em diversas atividades, mas estudos recentes indicam que o uso sem critérios pode enfraquecer habilidades cognitivas dos usuários. Pesquisas analisadas apontam que a dependência excessiva desses sistemas pode reduzir a capacidade de resolver problemas sem auxílio.

O alerta aparece em estudos conduzidos com profissionais e estudantes, nos quais participantes que utilizaram inteligência artificial tiveram ganhos imediatos no desempenho, porém, apresentaram dificuldades quando precisaram executar tarefas sozinhos. As análises foram divulgadas em 2026 por pesquisadores de diferentes instituições.

As conclusões indicam que a tecnologia não representa necessariamente uma ameaça ao pensamento humano, mas exige uma mudança na forma de utilização. A recomendação dos especialistas é usar a IA como ferramenta de apoio ao raciocínio, e não como substituta do esforço intelectual.

Pesquisas mostram ganhos rápidos, mas riscos no aprendizado

ChatGPT é o chatbot da OpenAI – Imagem: arda savasciogullari / Shutterstock

Experimentos realizados com trabalhadores e estudantes apontaram que a inteligência artificial pode melhorar resultados quando aplicada em tarefas compatíveis com suas capacidades.

Em uma pesquisa envolvendo centenas de consultores da Boston Consulting Group, pesquisadores da Wharton School observaram aumento na quantidade de tarefas concluídas e redução do tempo necessário para executá-las entre aqueles que receberam acesso à ferramenta.

O levantamento, publicado em um artigo revisado por pares na revista Organization Science em 2026, mostrou que os participantes auxiliados por IA produziram trabalhos considerados melhores em atividades nas quais a tecnologia apresentava maior domínio. Os maiores avanços ocorreram entre os profissionais que inicialmente tinham desempenho mais baixo.

Resultado semelhante apareceu em uma pesquisa liderada por Grace Liu, da Carnegie Mellon University, sobre resolução de problemas matemáticos. O estudo comparou estudantes com e sem acesso a uma ferramenta de inteligência artificial e identificou desempenho superior entre aqueles que puderam utilizar o recurso durante os exercícios.

Apesar dos benefícios imediatos, os pesquisadores observaram consequências negativas quando a assistência tecnológica foi retirada. Participantes que haviam contado com IA passaram a apresentar desempenho inferior ao de pessoas que nunca utilizaram o recurso e demonstraram menor persistência diante das dificuldades.

Outro estudo analisou como a confiança excessiva nas respostas produzidas por sistemas de IA pode alterar a tomada de decisão. Pesquisadores Steven Shaw e Gideon Nave avaliaram mais de 1.300 participantes e identificaram um comportamento chamado de “cognitive surrender”, situação em que o usuário abandona sua própria avaliação e aceita a conclusão apresentada pela máquina.

Segundo os pesquisadores, a inteligência artificial pode funcionar como uma espécie de terceiro mecanismo cognitivo, além das formas tradicionais de pensamento rápido e análise cuidadosa descritas pelo psicólogo Daniel Kahneman. O problema surge quando esse recurso deixa de complementar o raciocínio humano e passa a substituí-lo.

O desafio de usar IA sem abandonar o pensamento próprio

barra de pesquisa de prompt de comando de IA
Apps de inteligência artificial (Shutterstock_PixieMe)

Especialistas defendem que a principal habilidade diante da inteligência artificial será reconhecer quais tarefas devem permanecer sob responsabilidade humana e quais podem ser delegadas às máquinas. A colaboração funciona melhor quando o usuário entende os limites da tecnologia e consegue avaliar suas respostas.

Uma análise publicada em 2024 na revista Nature Human Behavior, baseada em 106 experimentos com inteligência artificial, indicou que humanos e máquinas apresentam melhor desempenho conjunto quando cada lado atua em tarefas nas quais possui vantagem. Quando o sistema supera o usuário, porém, a dificuldade humana em identificar quando confiar ou discordar da ferramenta pode prejudicar o resultado final.

Pesquisadores ouvidos para a análise destacaram que atividades relacionadas à criação inicial de ideias, elaboração de textos e produção de conhecimento exigem participação humana ativa. Para eles, a inteligência artificial pode ser mais útil na revisão, no questionamento de argumentos e no aprimoramento de trabalhos já desenvolvidos.

A preocupação também envolve a educação. Estudos citados no levantamento indicaram que estudantes podem aprender menos quando utilizam IA apenas para acelerar tarefas escolares. Em contrapartida, quando a ferramenta é usada para receber explicações, fazer perguntas e compreender conceitos, os prejuízos ao aprendizado tendem a ser menores.

A pesquisa realizada por Judy Hanwen Shen e Alex Tamkin, da Anthropic, com desenvolvedores aprendendo uma nova biblioteca de programação, apontou dificuldades de compreensão conceitual, leitura de código e depuração quando a IA era usada como atalho para entregar soluções prontas.

A recomendação dos pesquisadores é transformar a inteligência artificial em uma ferramenta de aprofundamento. Em vez de eliminar o esforço mental necessário para aprender, a tecnologia deveria estimular questionamentos e ampliar a capacidade de análise dos usuários.

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ChatGPT alertou autoridades sobre pai que queria matar filho no ES

Um homem de 36 anos foi preso pela suspeita de planejar a morte do próprio filho, de apenas 8 anos, em São Gabriel da Palha, no Espírito Santo.

Segundo a Polícia Civil, ele teria falado sobre o plano no ChatGPT.

Detalhes da investigação

  • A investigação teve início nos Estados Unidos. A desenvolvedora do chatbot, a OpenAI, alertou o FBI sobre a conversa na plataforma de IA.
  • O FBI, então, comunicou o governo brasileiro, que passou as informações à Polícia Civil do Espírito Santo.
  • O homem foi preso no último dia 19 – um dia antes da data que pretendia cometer o crime.
  • A identidade do suspeito não foi revelada.
  • O indiciamento ainda não foi concluído porque as investigações seguem. Ele pode responder por ameaça, incitação ao crime e tentativa de homicídio.
  • O smartphone do suspeito passará por perícia.
  • À polícia, ele disse que não pretendia matar o filho.

O plano compartilhado no ChatGPT

  • O homem teria planejado a morte do filho para não pagar pensão alimentícia.
  • Ele disse ao chatbot que tinha uma arma, uma corda e cianeto – um composto químico tóxico. O suspeito afirmou à IA que também fez contato com um pistoleiro.
  • A proposta teria sido recusada por se tratar de uma criança, segundo as mensagens.
  • De acordo com a Polícia Civil, além de tirar a vida do filho, o homem planejava ataques em massa.

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